CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

QUEM É ELA?

O QUE ELA PENSA NÃO SE VÊ.
O QUE ELA FALA NÃO SE SENTE.
PRA QUÊ?
VER O QUE NÃO FALA
SENTIR O QUE NÃO PENSA.
PENSA?
PRA QUE TANTA VALÊNCIA
SE ESSE VERBO NÃO EXISTE?!
ELA É VERBO?
ADVÉRBIO SEM MODO NENHUM
AH.... QUE É ISSO?
SE LHE PASSAR ADJETIVOS
NÃO LHE CABEM OS NUMÉRICOS,
PREPOSITIVOS, MAS...
SE INTERJECTEA A TODO INSTANTE
COM SUBSTANTIVOS TÃO BERRANTES,
OFEGANTES, CONJUGANTES...
DIABOS, SÔ!
ARTIGO DE QUAL CATEGORIA ?
SEI NÃO..........
PRONOME NELA, QUAL?
O QUE NELA SE VÊ?!
AH! SEI LÁ.
PÕE AÍ RITA LAVOYER.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

SEMANA DE LITERATURA

SEMANA DE LITERATURA
De 08 a 11 de agosto/2009
Secretaria da cultura de Araçatuba
Professor Hélio Consolaro
Secretário de Cultura

O homem se agiganta a medida que torna o seu semelhante um pouco maior. Rita Lavoyer

O que é Literatura?
Literatura é um consultório psiquiátrico onde tudo acontece, possibilitando um ponto fazer-se História no papel-divã.
O que é Personagem?
Personagem é a catarse do escritor em seu todo poético, histórico e científico, desnudada no divã-papel.
O que é História?
História é o todo que está evidenciado no papel do personagem, no ponto mais adequado do consultório.
Assim, mais ou menos eu os defino.

Sonhar nunca foi proibido, jamais será. A forma como o sonho é realizado é que o torna proibido. Mas o autor de sonhos bem sabe como realizá-lo, concretizando o seu personagem de uma forma que o coloque para sempre na história, elevando-o sem nada e nem a ninguém prejudicar.

O professor Hélio Consolaro sonhou. Não desistiu de seu sonho e o empunhou diante de lâminas que o cortavam. Cortavam-no, mas não retiraram do seu todo a essência do ‘existir’.
Qualquer sonho existe enquanto sonhado. E nesta simbiose o presente não se esgota porque o próprio idealizador do sonho torna-se o mais importante personagem dele quando não, o próprio sonho. Desta forma, ele fica para sempre na História. Registra-se na própria História e na de um povo que ele ajudou a construir.

Poucos homens sabem como ser autores de enredos, de si mesmos, por isso não passarão por história nenhuma.

Pelo pouco que o conheço, mas o admiro pelo seu caráter de fibra e ideais, o professor Hélio Consolaro se consagra com dignidade como personagem principal da Literatura araçatubense, esta que ele começa a concretizar, dando a nós, araçatubenses, a graça de seus ideais. A consciência de um homem tem mais razão em saber que a vontade, necessidade em mostrar o que sabe. O professor, na sua grandeza, está sabendo fazer uso disso tudo no seu consultório.

Que seja Araçatuba um ambiente onde muitos divãs possam ser extrapolados. Que seja ela um livro aberto para muitas páginas literárias que a nossa cultura há de escrever. O O livro se abriu, entremos nele. Façamos o nosso papel.
Rita Lavoyer