CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.


domingo, 28 de abril de 2013

JOSÉ GERALDO MARTINEZ - O POETA



POETA E POESIA!
José Geraldo Martinez  (In memorian) + 28/04/2013
Poesia, debruça sobre mim

na suave voz dos lábios dela.

E dos teus versos, enfim,

naqueles lábios de carmim...

Mostra-me de tua beleza toda aquarela!

Faze-me neste momento menino!

Apenas a escutar as tuas rimas...

Para quando partires, eu chorar meu desatino,

como a chorar a perda de minha menina.

Será que tu voltas amanhã

na voz de minha doce poetisa

ou mandas apenas recado em minha solitude,

trazidos na mansa brisa?

Poesia, nesta hora torno-me poeta!

Quando a saudade minha alma infesta,

com noite de toda amplidão...

Poesia, nesta hora sou pranto boêmio

que infesta...

O peito tão frio que me resta,

escorrendo por suas mãos!

17/10/2010


"Rita você acabou de fazer uma das poesias mais li ndas que já li. Parabéns mesmo !

Aplaudindo aqui...plaf, plaf, plaf, plaf, plaf, plaf  "

Ele me respondia sempre muito atencioso.

À sua esposa Helô, sua mãe, seus filhos e netos, os meus pêsames.

POESIA DO POETA

RITA LAVOYER

Poeta, cumpre o teu destino!

Concretiza-me na figuração da tua linguagem

Ainda que trema com a pena na mão

Vista-me como prover a tua roupagem:

Abstrato da minha emoção.


Poeta, ainda que velha no teu alcance criança

Renova-me a cada dia

Na fênix da tua esperança, e

Acalenta o meu renascer em cada cinza fria.


Poeta, o amanhã está na obra

Que desejas construída.

Meu alicerce é a tua base,

Esteja nela fechada ou aberta a ferida.


Poeta, nesta hora sou utopia:

Fruto da tua luz.

Quanto mais no teu peito a dor se alastra,

Muito mais da beleza faço jus.

Mata e vive por mim todo dia.

Sou teu estro, meu astro,

Nomeia-me “Tua Poesia”.



Agradeço ao meu amigo poeta, José Geraldo Martinez, que me ensinou o que sei. Com a ajuda dele compus alguns poemas, que os publiquei no meu livro Partida. 
Deixou uma história poética. Sou-lhe muito grata, meu mestre. 
Desta tua discípula: Rita de Cássia Zuim Lavoyer



domingo, 21 de abril de 2013

DOLOROSO SOAR



O sino soou doloroso nos tímpanos de Havita, sem não antes trincar a vidraça da janela que a protegia da escuridão gelada do lado de fora, que ela se recusara ver.   Com as suas mãozinhas trêmulas, tentava esmagar aquele soar, impedindo que ele continuasse entrando nas suas cavidades auditivas.
 Pirraçando aquele acontecimento funesto o vento, forte e veloz, dobrava-o  mais vezes, aumentando o número de suas badaladas e a sonoridade que elas disparavam ao tempo.
Não suportando mais, Havita apertou os ouvidos entre as mãos, amassando a cabeça. A força daquelas mãozinhas trêmulas  esmagou-lhe os ossos do crânio, fazendo saltar  pra longe os seus globos oculares, que saíram rasgando os músculos responsáveis pelos seus movimentos.
As duas pelotas ensanguentadas rolaram, separadas pelo vento, na visível escuridão, enquanto o sino dobrava mais e mais, traumatizando aquele doloroso soar nos tímpanos da cega.

Imagem do site :

http://gartic.uol.com.br/pattie/desenho-livre/obra-de-arte-edward-munch-o-grito

sábado, 13 de abril de 2013

A MINHA CASA



A minha casa não é de alvenaria...

De barro? Mas nem o joão-de-barro ...

Madeira? Hum...

Sapê é não!

Ela é assim:

Ora retinha, mas retinha pequena.

 Daí, da curva, depois, ela é reta não!

Ondulada, ondulada de novo e,

 Depois, mais uma ondinha.

Ai!

A minha casa é tão bonitinha!

Ela é crocante e moderna 

Só porque é muito tradicional.

Eita trem bão , sô!

Cheirosinha, gostosinha...

Se torrada ela fica assim:

Hum... Hum... Hum...

Tasca o dedão  nela  e aperta, aperta, aperta

Até que dá em mim.

Ai, que delícia que é a minha casa.

Eu gosto dela.

Gosta, não?

E de amendoim?

Autoria – Rita Lavoyer

quarta-feira, 10 de abril de 2013

2ª etapa - O MAIOR POEMA: A cor que o meu mundo traz


2ª etapa - O MAIOR POEMA: A cor que o meu mundo traz

Projeto desenvolvido pela Cia dos blogueiros.

clique aqui para preencher sua ficha de inscrição
http://ciadosblogueiros.wufoo.com/forms/o-maior-poema/ 

O objetivo deste projeto é a composição de um poema escrito pelo maior número possível de internautas, não necessariamente poetas,  respeitando o estilo de cada um.

Como reiniciaremos:

Primeiro: Após ler este edital, a pessoa interessada  em participar na construção do Maior Poema, preencherá  uma ficha de inscrição.

Segundo: quando o candidato der “OK” na sua ficha de inscrição, ela será enviada para um endereço de e-mail sob os cuidados dos coordenadores do projeto.



Terceiro: um e-mail será retornado ao participante confirmando a sua inscrição, informando-o também o número que será a estrofe  que irá compor, para que fique atento, não atrasando na composição, impedindo que outros componham.


Haverá uma tabela disponível dentro do grupo “Cia dos blogueiros em ‘arquivo’” somente com o nome do participante, possibilitando-o acompanhar o andamento da construção do poema, não se perder dentro do agendamento, alegar esquecimento e conhecer quem encontra-se na fila de espera aguardando a sua vez para compor.

Quarto: Um pouco diferente da primeira etapa, mas para que o poema mantenha a coesão, a partir da estrofe numero 41 a repetição do último verso acontecerá a cada 2 estrofes e não como era anteriormente, em quase todas.
Exemplo: o candidato número 41 deverá iniciar a estrofe com o nome do poema: A cor que o meu mundo traz, igualmente os de nº 51, 61, 71, 81 e assim sucessivamente.
Somente os candidatos  cujas estrofes serão números pares repetirão o último verso da estrofe anterior. E vamos distanciando as repetições no decorrer do projeto.
Todas as estrofes deverão conter 8 versos.
Na ocasião da composição, o coordenador avisará o participante sobre a repetição do verso.

Quinto: assim que o candidato compuser a sua estrofe, enviá-la o mais rápido possível para o endereço de e-mail,  que será indicado quando o participante for avisado sobre o dia e horário da composição.  


Sexto: Pretendemos o máximo de estrofes por dia. Se o candidato não conseguir produzir dentro do período escolhido, avise a coordenação que antecipará outro candidato, para não prejudicar o andamento da composição do poema.
Sétimo- Na ficha de inscrição tem um item onde o candidato poderá optar pelo melhor horário para sua produção: manhã; tarde; noite; madrugada.  Solicitamos que a decisão seja respeitada, porque o “Maior Poema” não poderá parar. Seguindo a regra, teremos 4 estrofes, no mínimo, produzidas por dia.  

Oitavo: sugerimos também, para manter a harmonia do poema, que evitem a conjugação do verbo na 2ª pessoa.
 
Nono: Não serão admitidas palavras de baixo calão; obscenidade; nome de políticos e seus partidos; ofensa à liberdade de crença ou à preferência sexual; ideia que estimule ação racista,  xenofobia, plágio entre outros que a administração julgar tratar-se inadequado  na composição, mas que  não constam nesta lista.  
A participação do antecedente deverá ser respeitada, uma vez que dentro do “Maior Poema” não haverá a possibilidade de réplicas, mesmo porque não é esse o objetivo do projeto, mas tão somente unirmos pessoas que convivem no mundo virtual de forma saudável.
Décimo: Respeitando a inspiração de todos os participantes, não os induziremos a inclinarem-se a  temas específicos, embora sugerimos pensarem em tons universais tais como: biodiversidade, política, guerra, corrupção, fantasia,  artes e por que não religião e futebol, descrevendo suas histórias de forma a não agredir-lhes o princípio/ideal  e nem as pessoas que, direta ou indiretamente, estejam envolvidas em todos esses processos.   O respeito a tudo e a todos é o que a prevalecerá no “Maior Poema – a cor que o meu mundo traz”.  
Lembrando sempre que a ideia do participante antecessor deverá ser seguida e não desmerecida. Todas as estrofes passarão pela administração do projeto que reserva-se o direito de excluir a composição que contrariar o regulamento estabelecido.   
Décimo primerio: Como no andamento do projeto, imprevistos poderão surgir, a administração poderá incluir novas regras até então não estabelecidas aqui.
Veja como os participantes da primeira etapa alicerçaram o “Maior Poema- a cor que o meu mundo traz”.
 O poema está no grupo da Cia dos blogueiros do Facebook.
Basta  clicar na aba "Arquivos", logo abaixo da logomarca, ou acessar aqui: https://www.facebook.com/groups/128514143874919/doc/496202670439396/ 
Observação: Na primeira  etapa do projeto foram compostas 38 estrofes. Continuaremos a partir daqui.



Contamos com a participação de todos os internautas do Brasil e do mundo.
Muito obrigado
José Marcos Taveira- administrador da Cia dos blogueiros no facebook
 www.blogdozemarcos.com
Rita Lavoyer- blogueira – www.ritalavoyer.blogspot.com
Antenor Rosalino- blogueiro – www.antenor-rosalino.blogspot.com.br
 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

PROMOÇÃO – O MAIOR POEMA: A cor que o meu mundo traz


PROMOÇÃO – O MAIOR POEMA: A cor que o meu mundo traz

Caros amigos internautas

Iniciamos na Cia dos Blogueiros o projeto “O maior Poema”,   que tinha por objetivo uma maior interação entre os membros da Cia. Conseguimos reunir 38 blogueiros de todo o Brasil e uma de Portugal, entre os que já estavam cadastrados e outros blogueiros  que surgiram no decorrer do projeto.

O MAIOR POEMA foi um projeto pensado, discutido e estudado entre 3 membros da Cia dos blogueiros que, entre construções e desconstruções advindas das interrogações  percebidas  por Ventura Picasso, fomos desenrolando-as a partir do suporte técnicovirtual que o José Marcos Taveira possui, sem o qual o Maior Poema não teria como se sustentar.

 Todas as técnicas do projeto, desde a ficha de inscrição até como publicar na página da Cia, e agora no facebook, são elaborações de José Marcos Taveira.

 Foram meses e meses de 2012 para conseguirmos chegar ao ponto de partida, convidando os blogueiros para nos ajudarem na realização do projeto que se iniciava.

Enquanto coordenadora do projeto posso garantir-lhes que foi muito bom o contato com os participantes nos bastidores da Cia dos blogueiros. Amizades surgiram possibilitando-nos novas ideias ao projeto, trazidas pelos participantes e aceitas pela administração da Cia.  Agradecimentos eternos a todos.

 Conheci blogueiros incríveis que tornaram-se agora seguidores uns dos outros.  Foi muito gratificante. Houve imprevistos, mas  nada  que não conseguíssemos contornar, porém nenhum de ordem pessoal entre os participantes.  Serviram-nos de aprendizado.  Foram resolvidos e o MAIOR POEMA chegou completo, pelas mãos dos participantes, no dia 28 de março de 2013 na página da Cia : www.ciadosblogueiros.blogspot.com.br

Mas...

Para não deixarmos o nosso sonho adormecer inacabado, O MAIOR POEMA :  A cor que o meu mundo traz  ressurge no facebook, com administração de José Marcos Taveira e coordenação de Rita Lavoyer.

Ainda que não consigamos fazer dele o  maior poema, pois sabemos existir grandes poemas já escritos e traduzidos para vários idiomas, o nosso Grande Poema será grande pelo acolhimento que ele quer proporcionar: unir o maior número possível de mãos para compormos um sonho: a inter-relação entre pessoas distantes, mas próximas virtualmente.

Que mal há em sonhar? Já que o sonho não é o limite, mas o início de possíveis  grandes realizações, aqui estamos para iniciarmos uma nova etapa, contando com a colaboração dos internautas que veem no facebook um canal saudável de interação.

Recomeça uma segunda etapa de “ ‘O MAIOR POEMA’ : A cor que o meu mundo traz”.

Convidem seus contatos, repassem essa informação, pois não acreditamos haver fronteiras para a virtualidade.

Tomara ” ‘ O MAIOR POEMA’: A cor que o meu mundo traz “ seja escrito por brasileiros de todo  mundo. Ajudem-nos, por favor, divulgando este projeto.

As instruções para que novos participantes se inscrevam para a nova etapa, publicaremos em breve.

José Marcos Taveira- administrador do projeto

Rita Lavoyer – coordenadora do projeto

 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Parabéns, minha filha! Fita verde no cabelo

Parabéns, minha filha! "Fita verde no cabelo - Guimarães Rosa"



Então era uma vez que naquela vez era uma sexta-feira de 2004, 02 de abril. Queria nascer de qualquer jeito a menina cuja história de era uma vez eu conto agora e pra mais de muitas vezes. Eita, menina porreta, essa minha filha de sempre e para sempre que serão mais de muitas vezes.

_ Hoje não! Tenho prova amanhã e amanhã era pra nunca mais de uma vez, porque eu precisava mesmo acabar aquela pós-graduação em Linguística na Unesp, em Araraquara. Então sábado chegou e era 03 de abril de 2004, e Fita Verde no Cabelo, de João Guimarães Rosa nas mãos e as contrações... as contrações...


Pode esperar, menina! Será que a professora não tinha um texto menos pra minha ocasião do que esse? Que eu preciso terminar a análise porque...

“Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam, homens e mulheres que esperavam, e meninos e meninas que nasciam e cresciam...”

Então já era Fita Verde nos cabelos da Chapeuzinho Vermelho querendo entregar bolinhos no bico da cegonha pra mim.

“Todos com juízo, suficientemente, menos uma meninazinha, a que por enquanto. Aquela, um dia, saiu de lá, com uma fita verde inventada no cabelo”

Dei na cegonha e continuei malhando a caneta no papel e não teve jeito, nascimento não escolhe hora nem lugar. Também já tinha resistido ao dia anterior e a mãe da minha filha protelando as contrações por causa de uma prova, não teve como:

  “Sua mãe mandara-a, com um cesto e um pote, à avó, que a amava, a uma outra e quase igualzinha aldeia. Fita-Verde partiu, sobre logo, ela a linda, tudo era uma vez. O pote continha um doce em calda, e o cesto estava vazio, que para buscar framboesas.”

Ali mesmo uma criança quase nascia e no que e no que... tiraram-me a avaliação, aqueles lenhadores que lenhavam seus grafites na verde fita de papel de prova... e eu nem cor tinha mais.

  “Daí, que, indo, no atravessar o bosque, viu só os lenhadores, que por lá lenhavam; mas o lobo nenhum, desconhecido nem peludo. Pois os lenhadores tinham exterminado o lobo.”

Aqui veio o meu lobo bom que tinha comido a mãe da menininha em auxilio da nascente, voando, mas antes passaria no bosque floricultura, porque tinha encomendado um ipê mirim para plantar na ocasião do nascimento. Vovó planta a árvore enquanto o doutor já está avisado.

“Então, ela, mesma, era quem se dizia: – Vou à vovó, com cesto e pote, e a fita verde no cabelo, o tanto que a mamãe me mandou. A aldeia e a casa esperando-a acolá, depois daquele moinho, que a gente pensa que vê, e das horas, que a gente não vê que não são.”

O hospital não é esse, ele está na Casa que de Santa não tinha nadica na ocasião, nem a agulha, porque a Casa estava interditada pelo caçador da Polícia Federal onde a parturiente entrei.

  “E ela mesma resolveu escolher tomar este caminho de cá, louco e longo, e não o outro, encurtoso. Saiu, atrás de suas asas ligeiras, sua sombra também vinha-lhe correndo, em pós.”

 

_ Muito prazer! Foi o que eu lhe disse, muito educadamente.
_ Não sinto prazer nenhum! Pode voltar pra trás. Não é bem vinda aqui!

Hum... desconfiei naquele momento que não ser amiga de São Pedro é bom negócio pros viventes. Vou pedir favor nada! Não quer abrir a porta do céu vou pra outra que estiver aberta. Também não achei outras. Heureca! Descobrir que só existe uma porta do outro lado.

“Divertia-se com ver as avelãs do chão não voarem, com inalcançar essas borboletas nunca em buquê nem em botão, e com ignorar se cada uma em seu lugar as plebeinhas flores, princesinhas e incomuns, quando a gente tanto por elas passa.”

Fiquei meio perdida no meio do caminho e tinha uma dor crônica que me consumia a cabeça. E agora? No meio do caminho é que não posso ficar - pensei.

“Vinha sobejadamente. Demorou, para dar com a avó em casa, que assim lhe respondeu, quando ela, toque, toque, bateu: – Quem é? – Sou eu… – e Fita-Verde descansou a voz. – Sou sua linda netinha, com cesto e pote, com a fita verde no cabelo, que a mamãe me mandou.” (... João Guimarães Rosa)

Ela nasceu! Juliana, parabéns pra você, minha linda, pelo seu aniversário de 9 anos. Quase fui por causa do atraso, mas voltei por não ser a hora do processo final.


  Juliana ficou em primeiro lugar no concurso de leitura que a escola onde ela estudava, o CNSA promoveu em 2011.Ela, então, com 7 anos. Leu 61 livros infantis num período de 80 dias de volta ao mundo dos livros.

 Talvez influência dos ares do campus da Unesp, dentro do qual ela foi nascendo...

  Nascemos, filha! Beijinhos da mamãe!
*Rita Lavoyer