CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

BULLYING NO AMBIENTE ESCOLAR

 
Rita Lavoyer

Sendo o ambiente escolar um lugar de conflito e de lutas ideológicas, muitos discursos produzidos pelos alunos podem se chocar com os ideais  uns dos outros, no que tange o tempo e o espaço dos envolvidos no processo ensino aprendizagem. O bullying torna qualquer ambiente um lugar perigoso. E para apontarmos algumas formas de como e onde ele acontece dentro de uma escola, apontaremos alguns resultados  da pesquisa  que desenvolvi  em uma escola pública de Araçatuba, em que o tema “bullying” foi discutido durante 5 meses com os alunos.

   Por exemplo:

143- (63,49%) entrevistados responderam que se sentem bem dentro da escola;

88- (36,51%) responderam que não.

204- (85,23%) têm amigos de confiança dentro do ambiente escolar;

35- (14,77%) não.

148 - (62,99%) confia que o professor pode ser seu amigo, enquanto que

84 –(35,74%) não.

      Questionados se já tinham visto algum colega sofrer bullying

212 -  responderam que sim e

141 –(59,75%) responderam que já sofreram agressões na escola. A agressão verbal foi a mais pontada:  91-(28,25%); seguida de fofoca 53 –( 16,82%) e ameaças 33 –(10,48%).

Dos que responderam que sofrem agressões:

67 –( 27,61%)  apontaram a sala de aula o lugar onde são agredidos, seguido do pátio 25 –( 10,46%) e quadra com 15 –(6,28%) indicações.

Perguntados sobre o que sentem quando são agredidos:
 71 (25,25%) responderam não sentirem nada;
 67-( 22,27%) sentem raiva;
 42–(13,85%) desejam vingança.

  Quanto a prática de bullying: 
 95 - (39,26%) responderam que praticam, enquanto que
143 –( 60,74%) não praticam.

E a forma como praticam
69 –(31,22%) a fazem verbalmente; 
21-(9,50%) apontaram fofoca ;
18-( 8,14%) estragam o material do colega 
10 –(4,52%) praticam agressões físicas.

O local onde os questionados praticam suas agressões:

 45-(20,55%) na sala de aula;

 21- (9,60%) em todos os lugares,

 13-(5,94%) no pátio e

 05- (2,,28%) no banheiro e portão de saída.

Quanto a reação dos que promovem agressões

 96 (40,20%) responderam não sentirem nada quando agridem um colega;

47-(20,08%) sentem raiva de si mesmo.        

Quanto  ao professor -

 171 –(72,20%) já viram pelo menos um professor ofender um aluno.

 Dos 171, 115-(55.,9%) responderam que ouviram o professor ofender com palavras humilhantes e

200 – 78%  dos entrevistados responderam que já viram alunos ofendendo professores sendo que
129-(42,96%) apontaram que as ofensas ao professor foram com palavras humilhantes.

Quanto ao relacionamento familiar:

 40-(16,53%) dos entrevistados responderam que sofrem bullying dentro de casa, enquanto que
 202-(83,47%) não sofrem.

E dos que sofrem, apontaram os irmãos (42) os agressores, seguido da figura do pai(8). Alguns responderam serem os dois parentes os agressores. 

 A questão que levantamos neste fragmento da pesquisa é: por que as agressões físicas e morais são frequentes nos ambientes onde deveriam ocorrer as discussões saudáveis, ou seja, entre pais e filhos, colegas de escola, professor e aluno, etc?

Chamou-nos a atenção o número de entrevistados que responderam não sentirem nada quando são agredidas – 71 -(25,25%) e outro grupo de 96 alunos- (40,20%) não sentirem nada quando maltratam um colega.   

 Observamos que para um grupo, ainda que pequeno, impera a indiferença aos sentimentos próprios e alheios. Ser indiferente à violência é ter se acostumado com ela? Será que ela está incutida no subconsciente de um grupo de tal forma que algumas não sentem nada ao serem agredidas e outras em agredir?

Violência nos relacionamentos interpessoais, felizmente, ainda não se tornou regra, mas a exceção, infelizmente, poderá inverter a sua posição nesta estatística, haja vista até professores serem mais apontados como “agressores” verbais, do que os próprios pais.

Percebemos que a violência que mais impera nas relações interpessoais é a verbal. São nas palavras que os agressores encontram o peso ideal para atingirem os seus alvos, ferindo-os pela sua rapidez e eficiência, rompendo as possibilidades de uma comunicação com paz e para a paz, transformando a escola/sala de aula e a casa uma extensão das ações experimentadas diariamente  logo, entendemos que a casa e a escola são lugares onde os agressores encontram suportes para descarregarem suas angústias, reproduzindo violência, onde crianças que deveriam aprender a respeitar estão gritando discursos de ordem aos adultos que, de alguma forma ou em algum lugar estão responsáveis por elas: pais e professores.
Os adultos que deveriam manter equilibrado o ambiente descem ao mesmo nível dos educandos, pois são antes, seres humanos, também,  em desenvolvimentos, assumindo, todos, diante do fenômeno bullying, a posição de vítimas e vítimas provocadoras.

 
Obs-  esse resultado é apenas um fragmento da pesquisa. Foram 242 entrevistados. Cada questionário era composto de 80 questões.

SOBRE:
-Meio de transporte que utilizam para irem à escola
-relacionamento na escola: amigos, professores e funcionários
-relacionamento na família - com os pais, avós, padrastos e madrastas e irmãos
-animais de estimação
-bebidas , cigarros
-cultural: leitura, filmes, músicas
-esporte
-religião
etc...

-
Rita Lavoyer é pós-graduada em Psicopedagogia, elaborou pesquisa e ainda continua pesquisando sobre o tema bullying.

 

domingo, 28 de setembro de 2014

Reflexões sobre o bullying

Artigo publicado no caderno Educação - do Jornal Folha da Região em 28/09/2014


Rita Lavoyer
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sábado, 27 de setembro de 2014

FILHO OU EMPECILHO? O GOZO DO FAZER E DO DESFAZER.

Rita Lavoyer
Jornal Folha da Região, Araçatuba, 27/09/2014 
Reproduzo aqui o texto que publiquei  em janeiro deste ano. Não que, do  início do ano até agora, esse tenha sido o segundo, ou terceiro caso apenas. Não! Esse é mais um caso que foi descoberto. 

Deixo aqui a pergunta:
-  Mãe, onde você estava? O que fazia, mãe, enquanto o seu namorado prendia a sua criança?? 



O que vem acontecendo contra filhos de mulheres que se relacionam com outro homem, que não o pai das crianças é de estarrecer. Dá vontade de enfiar as mãos nas vísceras desses abjetos para eles sentirem, vivos, as dores que as crianças passaram nas mãos deles. Se bem que esse tipo de ‘coisa’, por não ter sentimento nenhum, talvez nem sentiria  a dor por ser estripada. Mas não é assim que se faz justiça e sei que a minha vontade está errada. 
No dia 06 de janeiro, em Mococa – (SP), Iris Stefane Martins Cardoso, de 8, foi encontrada morta em um terreno baldio, com o corpo perfurado, sem marcas de sangue nas roupas.
Os suspeitos são a mãe dela, Ana Paula Milani, de 36 anos, que não demonstrou nenhuma reação quando soube que o corpo da filha  fora encontrado no terreno, e o companheiro dela, com quem convivia havia 6 meses: - Sebastião Carlos Rodrigues, de 27 anos, que saiu do Maranhão, tinha passagem na polícia e vivia armado com facas, como afirmou  num depoimento a avó materna da menina. Ana Paula Milani tem 10 filhos, mas somente 3 meninas moravam com ela e, na ocasião do sumiço de Iris, somente a vítima estava com os dois acusados em um bar, à noite.
Não dá vontade de meter a mão numa mulher ordinária como essa?
Agora mesmo, aparece outra notícia de que um menino de 6 anos,  Kauan Ederson de Souza chegou morto ao hospital com marcas de agressões pelo corpo, aparentando desnutrição e foi violentado. Mãe, Dalvana  e padrasto Tadeu da Graça  são  os principais suspeitos. O que essa criança não passou nas mãos desses carrascos??  
     Segundo a polícia, o pai biológico das crianças era impedido de visitar os filhos. Havia mais uma filha de 2 anos encontrada pela polícia na casa.
                Será que essas vagabundas querem um homem somente para se deitarem, não levando em conta sequer de onde eles  vieram?  Esse é um dos “será”  que me ocorre quando acompanho esses acontecimentos, que não centenas.
                Será que elas pensam que o que elas geram são tão asquerosos quanto elas, para não se importarem nem um pouco  com os filhos, deixando-os a mercê dos homens que a querem somente para uma transa?
                Será que essa mulher pensa que a necessidade que ela tem de um corpo  de homem ao lado é maior que a necessidade que seus filhos têm de proteção?
                Quem será que está errando, uma vez que esses índices infelizes vêm aumentando dia-a-dia?
                Será que a justiça já não dá conta porque gritamos: -  Deus, cadê Você que não estava lá para proteger esses Seus filhos indefesos??
                Sofremos, todos, recentemente como caso Joaquim, em Ribeirao Preto, sofremos agora com mais essas duas barbáries, e quantos outros casos estão omissos sem que tenhamos conhecimentos?
                Quantas vidas inocentes serão, ainda, sacrificadas por conta de mães que ajudam a matar o filho com  a mesma capacidade que têm para ajudar um homem a gozar nela, gerando outras e outras vítimas??
             
                Tenho nojo dessa espécie! Tenho nojo!
Estou errando nisso também! Nada de violência. Nojo também é violência!

 Autora-  Rita Lavoyer

               






terça-feira, 23 de setembro de 2014

 
 

CIVILIZAÇÃO  BACANA

 
            A Vaca inventou de gostar do Bode. O Bode achou que isso poderia dar bode, mas não contendo a sua bodice achou de querer a Abelha.

             A Abelha, abelhuda que era, pulava de galho em galho. Corrigindo: de flor em flor.       A Flor já estava com o saco cheio daquela Abelha e  se fechou para ela.

            Então era uma vez e a Flor resolveu brincar de casinha. Era uma casinha de botão em que ela entrava e ficava pra fora. Sempre que chovia a Flor  se molhava e dava um bode... Gripava e tinha que tomar mel. Mas o mel acabou porque ela – a flor-  resolveu ficar  fechada para a Abelha.

             – Ah, Flor, que é isso! – dizia o Bode enciumado da Abelha.    Abra cadabra-se!  Senão pego o pé-de-cabra e peço ajuda à Vaca, você vai ter que se ver com ela.  Qual a sua função, além de ficar aberta dando o que a Abelha precisa? Deixa de frescura! Abra-se, cadabra-se logo!

              Tanto ouviu o Bode que se abriu  e  a Abelha foi na Flor  e fez o mel, mas  ficou azedo. Mesmo assim ela o deu para a Flor que estava gripada.

             Aí a Flor passou  mal  e foi ter  com a Vaca pastando, tomou  do leite dela para verter o mel azedo e coalhou porque o Bode tinha lambido onde saía o leite. O botão ardeu na casa da Flor e o Bode foi. Deu flor aberta para a  Abelha que não acabava mais.  Enquanto isso, a Vaca pasta na escova de dente por dente, olho por olho  da Cabra que insinuou rasgar a casinha de botão da Flor.

            Hã? Tem Cabra na história?

            Uma vez... quem é mesmo o pai do cabrito?

            A Abelha, abelhuda que era, ficou irada com a Vaca e a ferroou bem na  anca, que  ficou cega de dor e chifrou o Bode na traseira,  enquanto ele mexia no pé da Cabra com um pé de-cabra. 

            A Abelha perdeu o seu ferrão. Morreu! A Vaca ficou com o Bode entalado no seu chifre que não aguentando de dor,  deixou o pé-de-cabra cair sobre a cabeça do Cabrito  que morreu por causa do pé-de-cabra na cabeça sem saber quem era o seu pai.

            A Flor saiu da sua casinha de botão e foi tirar satisfações com a Cabra que, não aguentando a fome,  comeu-a.

            O Bode chorava sua Abelha morta enquanto a Vaca o chifrava mais ainda.  Passada a dor da anca, a Vaca pediu ajuda à Cabra para desentalar o Bode do seu chifre,  no que esta pegou o pé-de-cabra e deu-lhe nos cornos, matando-o à cabrada.

            Não satisfeita com a sua desafeta, a Vaca pôs-se a correr atrás da Cabra macabra. A Cabra ficou com a macaca e desafiou a Vaca. Ambas se encararam  e ciscaram a terra, cavando-a. A cava  da Vaca era mais funda que a cova da Cabra.  Brava a Cabra ficou e num impulso empurrou a Vaca para a sua grande cava. A terra estava seca, então a Cabra fez xixi na cava só pra ver a Vaca ir pro brejo.

            Satisfeita com o seu  feito, a Cabra saiu de cabeça erguida sem ver a cova que ela havia cavado e nela caiu.

            Não sobrou  nem um bicho para salvá-la. Deu bode.

Enganei-me, sobrou a Macaca, aquela que tinha ficado com a Cabra, ela tinha uma banana pendurada no pescoço, fazendo fusquinha pra mim. Peguei o pé-de-cabra e vapt! vupt!  Esmaguei a banana  no chão com casca e tudo. Pronto, agora eu estou com a macaca.

             -   “ Ploft!”  Deu bode na história da Cabrita que contou os fatos. Escorregou na banana e caiu sobre o pé-de-cabra. Está encabrada ao lado da Macaca que morreu de rir do malfeito. Bem feito! 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

VERBO CAMPANHAR



                
Bom-dia, gente interligada!!

                Pois bem! Hoje comecei desenvolvendo a minha cidadania.  “Cidadania”  significa , também, alguém que não “se dana” – do verbo “Danar” . Era cedo, bem cedinho mesmo e apertei o botão do elevador. Parece incrível, ele sempre está parado, mas quando eu o peço, todos os condôminos da torre o pedem no mesmo instante. 

                Então ele subiu, foi  lá pras alturas, enquanto fiquei a esperá-lo, até que ele parou no meu andar e o adentrei, praticando a minha cidadania:
                _ Bom-dia,  Vizinha! Já vai “campanhar?”

                KK, nós somos geniais, simpatia pura!  Conversa em elevador sai de tudo, até neologismo. Claro, sabemos que é possível a criação de novas palavras, e  que “Campanhar” estava muito bem empregada para a ação que a Vizinha está a praticar: Campanha! No caso dela  a“eleitoral”

                E cada uma tomamos o nosso rumo, e a minha cabeça fervilhando até que  eu fiz o retorno  com o carro e voltei pra casa  (depois ou vou para o meu destino, precisava resolver a questão)  
                “Mas não é possível” – exclamei! Vasculhei em todos os dicionários ao meu alcance e não achei a expressão “Campanhar” – Heureca!!   Criei nova palavra, tão bem vinda para a situação pela qual o país passa.
 
                Mas, enfim, o que significa “campanhar”?  Seguindo a etimologia da palavra, penso, que ela venha do substantivo feminino “campanha” [ do latim  campania.]
                Partindo do pressuposto de que as palavras, a partir da sua origem, sofrem modificações no decorrer da história, a expressão “fazer campanha” passou, no elevador do meu prédio, por um processo de aglutinação.

                Campanhar  - [do latim campana.] verbo da 1ª conjugação.

                Verbo Intransitivo -  fazer campanha, travar luta, defender ideias, despender forças para atingir um objetivo.
                Exemplo:  Os políticos  campanham no horário eleitoral gratuito e fora dele também.

                Verbo Transitivo indireto – fazer campanha por alguém, em prol de.
                Exemplo: Muitos campanham pela candidatura de quem melhor lhes servir.

                Verbo Transitivo direto – defender ideais de programa
                Exemplo: Os políticos e seus aliados hão de campanhar  os seus programas de governo.

                Verbo transitivo direto e indireto -  oferecer resistência, proteger, defender,socorrer.

                Exemplo: Os candidatos políticos campanham suas ideias pela vontade do povo. 

                Verbo bitransitivo indireto – disputar, competir
                Exemplo: O candidato  campanhou com outros candidatos de outros partidos, seu programa de governo.

                Verbo pronominal – fazer campanha em benefício próprio.
                Exemplo: Muitos candidatos campanham-se antes das campanhas e depois  que alcançam cargos públicos, pioram.

Campanheiro - Subst.masc. - quem faz campanha

Campanhista - $ub$t. de doi$ gênero$ - quem promove a campanha.

Campanhante - Adj. de dois gêneros - pertencente ou relativo a campanhantismno

Campanhantismo - subst.masculino - sistema empenhado em promover campanhas.

                Será? Mais uma dúvida me surgiu a respeito desse neologismo. 
                Será mesmo que fui eu quem o criou e estou fazendo uso indevido de uma criação que já existe e vou colocar o meu nome na criação, dando-me os devidos créditos a uma criação que não me pertence?? 
               Será que se eu fizer isso não corro o risco de me igualar a tantos parasitas que se apropriam das ideias alheias, que foram desprezadas por autoridades,  mas depois aproveitadas pelas próprias autoridades  que as desprezaram e colocaram os seus nomes para serem vistos como capazes de pensarem alguma coisa que presta, ainda que seja roubando as ideias dos outros?

                Sei não!  Melhor espalhar a palavra para o mundo, para que ela seja aplicada  da melhor forma possível, inclusive a inteligente!

                Que o verbo campanhar, com todas as suas possibilidades de transição, possa, de verdade, levantar questionamentos  sobre os que campanham hoje, para, quem sabe, os que vencerem pela sua campanhação o livre  a palavra do  pejorativo:  propaganda enganosa. 

               Campanhar, pra mim, desde agora,  não necessita aspas. 

                E sigamos todos campanhando nossos ideais.

Observação-  eu, de fato, não achei o verbo campanhar em dicionário algum. Se alguém já viu ou puder me dizer onde consta esse vocábulo ficarei agradecida, colocarei aqui o crédito ao informante e a fonte pesquisada também.

Rita Lavoyer