CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia O FILME;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto A CARTA;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O BEIJO DA SERPENTE;

2012 - 7ª colocado no concurso de blogs promovido pela Cia dos Blogueiros - Araçatuba-SP;

2014 - tEXTO selecionado pela UBE para ser publicado no Jornal O Escritor- edição 136 - 08/2014- A FLOR DE BRONZE //; 2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto LEITE QUENTE COM AÇÚCAR;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins, com o conto MARCAS INDELÉVEIS;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR, com o conto SOB A TERRA SECA DOS TEUS OLHOS;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba com o conto A ANTAGONISTA DO SUJEITO INDETERMINADO;

2016 - classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia, com o poema AS TUAS MÃOS.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras, com a crônica PLANETA MULHER;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia PERMITA-SE;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

2018 - 24ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - Menção honrosa na 4ª edição da Revista Inversos, maio/ com o tema Crianças da África - Poesia classificada BORBOLETAS AFRICANAS ;

2018 - 31ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 5ª classificada no TOP 7, na 1ª semana de junho de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 3ª semana - VII de junho de microconto Escambau;

2019 - Classificada para antologia de suspense -segundo semestre - da Editora Jogo de Palavras, com o texto OLHO PARA O GATO ;

2019 - Menção honrosa no 32º Concurso de Contos Cidade de Araçatuba-SP, com o conto REFLEXOS DO SILÊNCIO;

2020 - 29ª classificada no TOP 35, na 4ª semana - VIII de Prêmio Microconto Escambau;

2020 - Menção honrosa no 1º Concurso Internacional de Literatura Infantil da Revista Inversos, com o poema sobre bullying: SUPERE-SE;

2020 - Classificada no Concurso de Poesias Revista Tremembé, com o poema: QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;

2020 - 3ª Classificada no III Concurso de Contos de Lins-SP, com o conto DIÁLOGO ENTRE DUAS RAZÕES;

2020 - 2ª Classificada no Concurso de crônicas da Academia Mogicruzense de História Artes e Letras (AMHAL), com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA

CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS

  • 2021 - Selecionada para a 6ª edição da revista SerEsta - A VIDA E OBRA DE MANUEL BANDEIRA , com o texto INILUDÍVEL ;
  • 2021 Selecionada para a 7ª edição da revista SerEsta - A VIDA E A OBRA DE CECÍLIA MEIRELES com o texto MEU ROSTO, MINHA CARA;
  • 2021 - Classificada no 56º FEMUP - com a poesia PREPARO A POESIA;
  • 2021 - Classificada na 7ª ed. da Revista Ecos da Palavra, com o poema CUEIROS ;
  • 2021 - Classificada na 8ª ed. da Revista Ecos da palavra, cujo tema foi "O tempo e a saudade são na verdade um relógio". Poema classificado LIBERTE O TEMPO;
  • 2022 - Classificada no 1º Concurso Nacional de Marchinhas de Carnaval de Araçatuba, com as Marchinhas EU LEIO e PÉ DE PITOMBA;
  • 2022 - Menção honrosa na 8ª edição da Revista SerEsta, a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade , com o texto DIABO DE SETE FACES;
  • 2022 - Classificada na 10ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema mulher e mãe, com o texto PLANETA MULHER;
  • 2022 - Classificada na 20ª ed. Revista Inversos, tema: A situação do afrodescendente no Brasil, com o texto PARA PAGAR O QUE NÃO DEVO;
  • 2022 - Classificada na 12ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema Café, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2022 - selecionada para 1ª antologia de Prosa Poética, pela Editora Persona, com o texto A FLOR DE BRONZE;
  • 2022 - Selecionada para 13ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema MAR, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 2ª edição da Revista Mar de Lá, com o tema Mar, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 3ª Ed. da Revista Mar de Lá com o microconto UM HOMEM BEM RESOLVIDO;
  • 2022- Classificada com menção honrosa no 34º Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O CORTEJO DA MARIA ROSA;
  • 2022- Classificada pela Editora Persona com o conto policial QUEM É A LETRA L;
  • 2022 - Classificada no Concurso da E-33 Editora, Série Verso e Prosa, Vol.2 Tema Vozes da Esperança, com o poema POR ONDE ANDAS, ESPERANÇA? ;
  • 2023 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema VENTO;
  • 2023 - Classificada para coletânea de poetas brasileiros pela Editora Persona, com o poema CUEIROS;
  • 2023- Selecionada na 23ª ed. da revista Literária Inversos com tema "Valores Femininos e a relevância do empoderamento e do respeito da mulher na sociedade contemporânea", com o poema ISSO É MULHER;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Contos de Humor, Editora Persona, com o conto O PÃO QUE O QUINZIM AMASSOU;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Poesias Metafísica do Eu, Editora Persona, com o poema QUERO OLHOS ;
  • 2023 - Selecionada pra a 11ª Edição da Revista SerEsta, A vida e obra de Paulo Leminsk, com o poema EL BIGODON DE CURITIBA ;
  • 2023 - Classificada no 1º concurso de poesia do Jornal Maria Quitéria- BA, com o tema " Mãe, um verso de amor", com o poema UM MINUTO DE SILÊNCIO À ESSAS MULHERES MÃES;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol. 4, tema Vozes da Solidão, editora E-33, com a crônica A MÃE;
  • 2023 - Selecionada para a 9ª ed. da Revista Mar de Lá, como poema O POETA E A AGULHA;
  • 2023 - Classificada no concurso de Prosa Poética , Editora Persona, com o texto QUERO DANÇAR UMA MÚSICA CONTIGO;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.5, tema Vozes do Sertão, editora E-33, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.6, tema FÉ, Editora E-33, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2023 - CLASSIFICADA para a Antologia Embalos Literários, Editora Persona, com o conto SEM AVISAR;
  • 2023 - Classificada na 18ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema FLORES, com o poema O PODER DA ROSINHA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.7, tema AMIZADE, Editora E-33, com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2023 - Classificada em 8ª posição no Prêmio Castro Alves, na 33ª ed. Concurso de Poesia com temática Espírita, com o poema SOLIDARIEDADE;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.8, Vozes da Liberdade, tema , Editora E-33, com o poema REVOADA;
  • 2023 - Classificada para a Antologia Desejos profundos - coletânea de textos eróticos , Editora Persona, com o poema AGASALHA-ME;
  • 2023 - Classificada para antologia Roteiros Adaptados 2023 - coletânea de textos baseados em filmes, Editora Persona, com o texto BARBIE, UMA BONECA UTILITÁRIA;
  • 2023 - PRIMEIRO LUGAR no Concurso , edital 003/2023 - Literatura - seleção de projetos inéditos, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba, com o livro infantojuvenil DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea Cronistas Contemporâneo, pela Editora Persona, com o texto A CONSTRUÇÃO DE UMA PERSONAGEM;
  • 2024 - Classificada para 19ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema A PASSARINHA;
  • 2024 - Classificada para a 13ª edição da Revista Mar de Lá, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea "Um samba no pé, uma caneta na mão", tema carnaval, pela Editora Persona, com o poema DEIXA A VIDA TE LEVAR;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea "Revisitando o Passado", promovido pelo Projeto Apparere, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros,2024, Editora Persona, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Antologia JOGOS DO AMOR, promovida pela Revista Conexão Literária, com o tema O jogo do amor, poema classificado: TENHO MEDO;
  • 2024- Selecionada para 20ª ed. da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema INFÂNCIA, com o poema DEBAIXO DE UMA LARANJEIRA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea SOB OSSOS E SERPENTES, da Tribus Editorial, com o conto, com 9.999 caracteres, O BEIJO DA SERPENTE,
  • 2024 - Selecionada para a 21ª Edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema REVOADAS;
  • 2024 - Selecionada para a Coletânea de poemas Intimistas Existencialistas, com o tema A Arte do Eu, promovido pela Editor Persona, com o poema GOTAS DA CHUVA ;
  • 2024 - Selecionada para compor a antologia NÓS , textos de autoria feminina pela SELO OFF FLIP, com a crônica MULHER, FONTE DA ÁGUA;
  • 2024 - Classificada na 27ª Edição do Concurso da Revista Literária Inversos, com o tema "Culinária Típica da Festa de São João", promovido pela Academia de Letras e Artes de Feira de Santana (ALAFS) e Academia Metropolitana de Letras e Artes, com o poema SEU ZEQUINHA NO SÃO JOÃO DO NORDESTE;
  • 2024 - Classificada no concurso Literário MEMÓRIAS DE AFETO, promovido pela Lítero Editorial, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a 22ª edição da Revista Ecos da Palavra , temática Animais, com o texto ORAÇÃO DOS BICHINHOS ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Microconto-2024, promovido pela Editora Persona, com o microconto ROSTO;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea A POESIA SUBIU O MORRO, promovido pela Editora A Arte da Palavra, com o poema PERMITA-SE;
  • 2024 - Classificada para compor a Edição 23 da Revista Ecos da Palavra, com o poema QUANDO EU SENTIR;
  • 2024 - 2º classificada no 35º Concurso Nacional de Contos cidade de Araçatuba, com o conto IN VINO VERITAS;
  • 2024 - Classificada para compor a Coletânea Contistas Contemporâneos, 2024 - Editora Persona, com o conto NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Classificada para compor a 25ª edição da Revista Ecos da Palavra, com o poema CONVITE;
  • 2024 - Cordéis classificados para compor a Antologia Povo, Cordel e Poesia, promovido pela Litero editorial, com os cordeis: SEJAMOS TODOS EMPÁTICOS; AMAR ANIMAIS É DOM; A IMPORTÂNCIA DA LEITURA; 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2025 - Classificada no Concurso Coletivo Fomento Literário ; tema Semente da Esperança, com o poema GERMINAIS;
  • 2025 - Classificada para compor a Coletânea de Poetas Contemporâneos, 2025, Editora Persona, com o poema ANJO DE VERDADE ; ,
  • 2025 - classificada na 26ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema Amizade e com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2025 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária SerEsta, sobre a vida e a obra de Casimiro de Abreu, com a prosa O MEU CORPO NÃO ESTÁ NA REDE;
  • 2025 - Classificada na Antologia MISTÉRIOS - contos e poemas, pela Revista Conexão Literatura, com o conto QUEM É A LETRA L;
  • 2025 - Classificada na 51ª Edição da Revista LiteraLivre com o poema SEM(HORA);
  • 2025 - Classificada no 1º Prêmio Proverbo de Literatura, com o poema (Entre) Versos e Razões;
  • 2025 -RECEBEU TROFÉU ODETTE COSTA NA CATEGORIA LITERATURA COM O LIVRO DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI
  • 2025 - Classificada para Revista Conexão Literatura , com o tema POEMAS SOBRE O TEMPO, Vol. VII, com o poema PÓ DO TEMPO ;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 99 – 08 de junho de 2025 , com a Crônica MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Coletânea Enigmas Independentes, promovida pela Editora Independentes, como conto OS SEGREDOS DE CATARINA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 100 – 15 de junho de 2025 - PARTE I DE II - Edição especial de número 100, com a crônica NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Selecionada para compor a edição n. 6 da Revista Animalista, com o cordel AMAR ANIMAIS É DOM;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Literária Epifania# 1, com o tema sentimentos: amor, tristeza, alegria, raiva, com o poema NA FOZ OU NO SONO;
  • 2025 - selecionada para compor a 52ª edição da Revista LiteraLivre, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2025 - Selecionada para compor a 28ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema CHUVA, , com o poema GOTAS DA CHUVA
  • 2025 - selecionada para compor a Antologia "A Força dos Versos", pela Editora Literária, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2025 - Selecionada para compor a 2ª edição Revista Alma: associação Literária de Mocossa Moçambique., com o poema A PASSARINHA;
  • 2025 - Classificada em 9º lugar no XXVI Concurso de Contos Alípio Mendes, promovido pela Academia Angrense de Letras e Artes, com o conto MATEUS, O MENINO DOS ANOS DE CHUMBO;
  • 2025 - Classificada para compor a 5ª edição, edição comemorativa de 1º aniversário da Revista Vinca Literária, somente para mulheres, com o poema QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;
  • 2025 - Selecionada para compor a 31ª edição da Revista Inversos, em homenagem ao dia das Crianças, com o poemeto CRIANÇA REAL;
  • 2025 - Selecionada para compor a 16ª ed. da Revista SerEsta, com o tema A vida e a obra de Carolina Maria de Jesus, com a crônica UMA ENTREVISTA COM CAROLINA MARIA DE JESUS;
  • 2025 - Selecionada para compor a antologia do XIV Concurso Literário de Presidente Prudente - CLIPP - com o poema VERSOS LIVRES,;
  • 2025 - 3º lugar na categoria mini poema, Nacional/internacional, do 14º Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras 2025, com o mini poema PROSA, SABORES E MEMÓRIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia Prosa Poétioa, promovida pela Editora Persona, com a prosa MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2026 - 3ª classificada no concurso de fábulas promovido pela Editora Typus, com a fábula A MACACA E O LEÃO ;
  • 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros 2026, promovido pela Editora Persona, com o poema NONAS POESIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea Poemas sobre a morte, promovida pela Editora Persona, com o poema O ENCONTRO ;
  • 2026 - Selecionada para compôr a 4ª edição da Revista Alma, de Mocosa-Moçambique, com o poema VERSOS LIVRES;

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

FESTA DO POVO BRASILEIRO


No carnaval, no carnaval...
Não tem bom nem mau.
Não tem no carnaval...
Na rua, no salão
Ou numa pista todo mundo é igual.

Se é doutor,
não importa a cor,
ou se é lavrador
que planta o amor...
Nesta festa do povo
todos têm o mesmo valor,
porque dividem o suor
do mesmo calor.

Nesta festa de sonho, o todo é real
porque é carnaval.

O carnaval dura poucos dias
e nesta época
o Mestre pula de alegria.
Por quê?
É no profano que o homem
se torna humano.
Por quê?
É no profano que o homem
se torna humano.
Isso agrada ao Criador:
Dividirmos o suor no mesmo calor.

Oh, Criador! Oh, Criador!
Não criaste o mal.
Não criaste o mal.
Mas o homem com sua imaginação
quis pagar o bem com o bem
e inventou o carnaval.

Não vê raça, posição ou religião.
Só vê gente brilhando de emoção.
Se é rei ou vagabundo,
este povo é o nosso mundo.

É a vez de ser feliz por inteiro.
Viva o carnaval!
A festa do povo brasileiro.

Ofereço este enredo as quatro escolas de samba de Araçatuba e, em especial e com muito respeito, ao repórter desta Folha ARNON GOMES, expert no assunto. Barbaridade! O homem sabe tudo sobre o tema. Parabéns!!!
Texto publicado no Jornal Folha da região em 24/02/2009.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O CARNAVAL DE ARAÇATUBA,HOJE,VAI TER QUE EXPLODIR!




E ô, e ô!
Se você for eu também vou
dividir o mesmo suor
no som do nosso calor.

E ô, e ô!
Se você for eu também vou
dividir o mesmo suor
no som do nosso calor.

Se te agarro não se grude,
se pegar, peça que solte.
Deixa a vida te levar
pro rumo da tua sorte.

Tua sorte está aqui,
está ali, está acolá,
porque hoje é carnaval
e é no mundo profano
que o homem se torna igual.

Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
deixa a vida te levar.
Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
pra pular o carnaval.
Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
pra você ser mais feliz,
O carnaval de Araçatuba, hoje,
vai ter que explodir!

Deixa a vida te levar,
ela é quem te desafia.
Aprenda a levar a vida
nas asas da fantasia.

_ Oi, venha aqui! Oi, venha aqui!
_ Eu vou sim! Vou com você!
O carnaval de Araçatuba, hoje, vai estremecer.

Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
deixa a vida te levar.
Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
pra pular o carnaval.
Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
pra você ser mais feliz,
O carnaval de Araçatuba, hoje,
vai ter que explodir!

Deixa a vida te levar
pro universo da magia
e viver a tua vida
do jeito que Deus queria.

Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
deixa a vida te levar.
Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
pra pular o carnaval.
Oh! Deixa, deixa, deixa, deixa
pra você ser mais feliz,
O carnaval de Araçatuba, hoje,
vai ter que explodir!

LETRA E MÚSICA - Rita Lavoyer
Samba-enredo composto para o concurso,2009, carnaval de Araçatuba.
Tema: "Deixa a vida te levar".

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

GRITO DE GUERRA





O que vamos fazer com tanta guerra? O que estão fazendo com o planeta Terra? Guerra na Terra não é rima pensada. Guerra na Terra é rima desgovernada. Essa rima é muito feia, mas o sem cabeça sempre faz o que lhe dá na ‘teia’.
Não importa quem se mata, que se viva ou que te morra. O importante é detonar para eles rirem à toa.
Tem gente neste mundo que se põe em pedestal, descendo até em fossa para se sentir o tal. Há governantes que pensam com o intestino, espalhando seus fedores para mudar nosso destino de jovens sonhadores de uma só doutrina: Jogar projetos podres direto pra latrina. Já era! Sou de nova geração. Na minha era, guerra não rima com Terra.
Há coisas que governam, mas não passam de dejetos. Os vermes que se cuidem, essas coisas tão daninhas não hão de andar na linha, vão tomar os seus lugares. Têm outros, de uma era mais antiga, querendo Terra explodida por uma terra prometida. Lá tem Gaza, soldados implacáveis versus homens-bombas.
Eles destroem por falta de entendimento, presenteando o globo com torturas e lamentos. Esses fulanos que são os tais, bem que poderiam pôr uma luz na ignorância deles pra clarear a sabedoria.
Qual a diferença de um governo que explode com outros tão ladrões? Essa diferença não cala a minha boca. O explosivo mata de uma vez; o ladrão, em conta-gotas.
Correntes do bem querem o ladrão preso, a do mal o quer bem solto. Qual a diferença do colarinho branco com o branco pó do traficante? Quem morre nesta guerra que está faltando pão? Pão na alma, pão na garra pra enfiar a mão na cara de quem é cara- de -pau. Compadecemos com a guerra alheia, e com a nossa quem se compraz? Resposta em nós mesmos.
Nós nascemos a cada instante quando há tempo de praticarmos o perdão. Por isso estamos aqui; eu escrevendo e você, lendo. Mas que sina essa, a nossa. Em cada eleição, um deles empossa querendo fazer-nos reles. Sou mãe, minha Pátria são meus filhos. Se eu me calar um dia, que exemplo dar a eles? Dizer que não sei de nada não é minha conduta. Também os educo a acreditar que são, porque eu também sou e você que está me criticando também é fdp.
Irá reclamar de mim, porém lhe digo: Se vestir a carapuça não defenda o seu lado. Vão dizer que você é conivente e aprova o que fazem de errado. Já era! Na minha era, guerra não fará mais rima.
Vamos cantar o mundo apenas com um só verso:
"Sabedoria, amor e paz. Isso rima com o Universo."
Texto publicado no Jornal Folha da Região em 20/01/2009.

sábado, 27 de dezembro de 2008

O MENINO DO NATAL



Não escrever este texto seria uma tremenda falta de criatividade. Dificilmente irá ler um texto meu em 1º pessoa, mas este exigiu a minha presença. Quão irônica é a arte de escrever. Escreve-se porque gosta, sabe ou porque precisa. Enviei um texto ao Jornal que não sabia se publicariam ou não: "Natal do menino".
Então, em casa, o menino pedia um cachorro. Agora, saber quem é mais humano nesta altura da vida é a grande questão. O pai do menino, o marido, que por acaso é meu, coração de manteiga, na véspera, apareceu com alguém em casa, por sinal, parecido a um cachorro. Acharam-me com cara de peru, mas eu resisti, não morri na véspera. Estou firme pra contar a história do menino e seu presente. Então o Natal chegou. Juntos, o pai, os filhos e o cachorro.
_ Vão limpaaar! Pedi educadamente. Os olhos do menino pareciam jabutibacas explodidas, perdidas nas bochechas empalidecidas de medo. A menina, olhuda, esbugalhou os seus azuis que me pediam: _ Ame-o mamãe.
_ Assustou o bichinho - disse-me o pai de todos. Pegaram-no debaixo da máquina de lavar enquanto o menino esparramava jornais no chão para acomodar aquele seu presente.
Tudo bem. Entre uma atividade e outra a calma reinava em meu ser, afinal era Natal e já havia passado algumas horas do meu barraco quando quis ler o Jornal do dia.
_ Cadê o Jornal de hoje? Os olhos esbugalharam de novo. Os movimentos que os três fizeram com o pescoço me responderam a pergunta. Tudo bem, eu estava calma. Além do mais, Jornal também pode ser manjedoura; cachorro, Menino Jesus. Tentei reunir as folhas, queria lê-lo; qual não foi a minha surpresa quando me vi em uma delas, no Soletrando. Não dava mais, ele mijou sobre mim e eu me rasguei com a força do gesto. Fez cocô em cima do Ponto Cego. É mole? Sobrou-nos rir. Ríamos enquanto o cachorro se mostrava hermeneuticamente engasgado. Dedo foi enfiado na boquinha dele. Outra surpresa. O que saiu? A cabeça do Tito. Logo a cabeça? Percebi que ele é um dos meus, tem o meu DNA, devora jornais.
Então era quinta-feira de Jornal e Natal todos os dias em casa, meus queridos e eu. Como renascemos a todo instante, viva o Sansão que nos reviveu num dia bem especial; o meu menino que, sabiamente, pediu o amor, e o pai que o deu.
Autora - Rita Lavoyer

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

NATAL DO MENINO DE RUA





Oba! Chegou o Natal. Festa melhor que esta, somente o carnaval.
Natal. Natal das crianças... Das crianças que têm lar. Não para alguns...
Por isso, não adianta esperar!
Natal, Natal, Natal !!!!
É tão gostoso passar a noite toda com amigos e trocar presentes. Ouvir o sino soando.
Blim-blom! Bam-bam ! Blim-blom !
Ouço algo errado no ar ?
Hum! É noite de Natal. Que tal uma história ganhar?
“_ Que coisa mais sem graça! Sentar na porta de uma igreja? Por que não vai para um banco da praça?
_ Oh, criatura! Não sabe que a escada é dura? Vá para um banco, lá não há degrau. Escada não tem encosto e pode lhe fazer mal.
_ Não esbarre nas barras, são de longo feitio. Isso? Não é para o seu perfil.
Alguém de boa linhagem, cheirando a perfume de aurora, disse que atrapalhava a passagem e mandou aquela coisa embora.
Foi. Voltou. Ficou. A porta não se fechou porque tinha muita gente de pé querendo, naquela noite, mostrar que tinha fé. Ele também.
Fé? Não se sabe. Porém ficou de pé. Conhecia o seu lugar. Ficou do lado de fora assistindo ao padre no altar. Era uma coisa linda de se ver. Fez o sinal da cruz igualzinho o padre fez. Mas, mal sabia ele que daquele cálice só ele iria beber.
Os fiéis ajoelharam. Ele também. Aqueles pra agradecer a tudo o que tem. Ele, apenas por ser alguém.
Já quase meia-noite. O galo cantou e o sino badala. Muitos fogos enfeitam o céu. Uns vão pra ceias, outros pras boates. Outros... sabe-se lá aonde. Sabe-se Deus onde o Papai-Noel dele se esconde?
E não é que ele chegou? Mas... tenha dó! Aquilo não tem cara de trenó. Não desceu do céu? Não! Foi enviado pelo coronel e trouxe a ele uma bala de fel.
Por que, menino de rua, foi ficar bem na porta da igreja? Agora veja! Pediu muito bem quando se ajoelhou. Menino de sorte. Pediu só um presente, mas, 38 ganhou.
Noite de Natal, naquele lugar, é chique e fria. O calor daquela igreja abafou todos os homens e o gelo só ele sentia.
Por que, menino de rua, foi nascer com tão pouco brilho? Você não tem pai nem mãe, mas é de Deus o único Filho. Você agora não tem direito a jornal, nem à palha porque ela é do animal.”
É uma história comovente, mas ... quem sabe ele nasça novamente!
_ É, quem sabe... Tomara não seja igual Aquele. Nascer no dia de Natal pra deixar a festa triste e se chamar Jesus. Invejoso! Ainda bem que morreu de revolver. Só faltava querer morrer na cruz.
Autora- Rita Lavoyer

sábado, 29 de novembro de 2008

O BOM JOSÉ E SUA MARIA.




Escutem como foi, todos Josés, a história que vou lhes contar. A Maria, daquele João, encontrou-se com um bom José.
O José, que era tão puro, apaixonou-se por Maria.
Me lembro quando ela gritou, mas o João não a ouviu. José a ergueu com o seu amor. Fortalecia, ela o traiu.
Desculpe, meu bom José, mas a Maria não o merecia.
Casar-se com a Rute ou com a Ester, meu bom José, você podia. Mas só a Maria é quem mostrava o cheiro e o gosto de mulher.
Ah, José!
Meu bom José você talhou uma mulher pra não ser sua, porque a Maria descobriu o amor sujo que há na rua.
Por que será, meu bom José, que a Maria um dia veio, chorar no ombro que era seu, mas do João não se esqueceu.
Você podia, simplesmente, tê-la mandado embora, mas o José não é o João, e agora no exílio chora.
Meu bom José você esconde, o gosto amargo do desprezo, porque a Maria é igual ao João, ambos não têm corações. São personagens do Poeta das Multidões.
Os dois não prestam, não são nada. E não merecem o seu choro. O seu amor tem qualidade, vale mais que qualquer ouro.
Me lembro a história que contei sobre a Maria e o João. Ela, na vida, rodopiou, pois somente o João ela amou. Meu bom José, meu pobre amigo, outras Marias existem iguais. Não chore mais, meu bom José, aqui se paga o que se faz.
Se ela não quer o seu amor, deixe-a voltar para o João. Um traste precisa do outro; um para ser palco, o outro chão.
Agora está, novamente, lá, na fila do João, esperando chegar aquela hora de o João meter-lhe a espora.
Ela saiu tão machucada, daquela roda, daquele João. Achou a chave pra outra vida, mas foi você, meu bom José, que fez Maria ser mulher.
Hoje, ela não é nada, muito menos nome tem. Ela é a Maria do João, amigo José, como as outras que ele retém. Mas o teu nome o põe de pé, você é um homem, meu bom José.
Aquele João é todo barro; você, jacarandá. Será nos galhos de sua tala que o João irá matá-la.
A sua história se repete, meu bom José, todos os dias. Ainda bem que, de vocês, não nasceu um único filho. Daquele ventre de Maria, nada podia germinar.
Mas se viesse a acontecer, hoje, na cruz, era você José, a outra história recomeçar.
Desse seu peito atravessado, a Maria há de sair pra você poder viver. Portanto, não lamente a sua dor, porque um Homem, melhor que ela, José, morreu por seu amor.
autoria- Rita Lavoyer