quarta-feira, 1 de abril de 2015

É UMA VIOLÊNCIA O QUE SE FAZ COM OS PROFESSORES - no Jornal O TREM ITABIRANO, março/2015

Texto meu, em defesa dos professores: "É uma violência o que se faz com o professor" , publicado no Jornal O TREM Itabirano, mês de março/2015. O jornal de Itabira que o Brasil lê, assina e admira.

EM CARTAZ:
José Maria Rabêlo e Fernando Jorge não levantam o cartaz Je suis Charlie. Segundo eles, trata-se de um jornal achincalhador da cultura alheia.
Prefeito Damon de Sena continua escondendo informações - e ainda gasta dinheiro público para dar uma de transparente. Por que Damon esconde, de forma ilegal, contratos milionários? Alguma coisa grave há.
Quinto Beatle é da mineira Caratinga, garante o escritor Sylvio Abreu.
O editoral traz um assunto pelando: o jornalismo itabirano, digo, o jornalixo itabirano.
Prefeito de Itabira usa equipamentos públicos para se lançar à reeleição: propaganda extemporânea. Está confundindo coisa pública com projetos pessoais.
Copa Libertadores da América: espelho da esculhambação que infelicita este continente; também do que dizem termos de melhor: nossa paixão-pasión. Texto de Marcos Caldeira Mendonça.
Carlos Drummond de Andrade escreveu em 1954 sobre o problema da energia no Brasil. O texto é tão atual que poderia ter sido escrito hoje. Crônica foi enviada aO TREM por Pedro Augusto Graña, neto do imenso poeta.
O Incrível caso de Tiolé, um itabirano que decidiu morrer para testar a namorada.
O governo Damon de Sena assinou contrato de consultoria com a empresa R. Santana no valor de R$ 1,7 milhão. O TREM solicitou informações a respeito, mas o prefeito se nega a passá-las.
Um grande escritor residente no Rio de Janeiro perguntou ao jornalista Marcos Caldeira Mendonça qual é o grande tormento de fazer um jornal como O TREM em Itabira. Resposta: “Ter de prestar atenção na política itabirana. Tem cheiro de tábua de chiqueiro”.
É uma violência o que se faz com o professor no Brasil. Pensata de Rita Lavoyer.

Só se dá valor à água quando acaba. Por Nagib Anderáos.
O gabinete do deputado Nozinho é um paraíso para ex-prefeitos. Estão lá, além dele, que prefeitou na vizinha São Gonçalo, Ronaldo Magalhães (Itabira), Geraldo Noé (Santa Maria) e Joaquim de Castro (São Domingos do Prata).
Com receio de se sentir feio, Assis Silva fechava os olhos antes de mirar-se no espelho; se concentrava e repetia várias vezes para si mesmo: “Lilingue, Ciciu...” Então abria os olhos e se via como o homem mais bonito do mundo. Casos da Itabira antiga pelo cronista Guido de Caux.
ISSO TUDO E MUITO MAIS.
O TREM - Escrito por um timaço de jornalistas e escritores, com amplo histórico de bons serviços prestados Itabira, Minas e ao Brasil.
Para assinar: otremitabirano@yahoo.com.br
DISSERAM DO TREM ESPONTANEAMENTE BRASIL AFORA.
“Não é qualquer um que merece ser entrevistado em tão importante jornal,
como O TREM Itabirano.” Audálio Dantas, jornalista e escritor, São Paulo.

“Gosto muito do conteúdo dO TREM Itabirano. Alto nível cultural.”
Frei Betto, escritor mineiro, São Paulo.

“O TREM Itabirano é um jornal muito inteligente em suas reportagens e, assim,
sua leitura tem sido um prazer para mim”. Yara Tupynambá, pintora, Belo Horizonte.

terça-feira, 31 de março de 2015

AS CUMADI

Viva a Mentira, cumadi Verdade!!   Viva a Verdade, cumadi Mentira!






                                                             

domingo, 29 de março de 2015

ESSE EU

ESSE EU – Rita Lavoyer
Não sei quem sou agora,
sinceramente nem sei
quem neste momento eu lírico.
Se tem alma ou se corpo há,
estranhamente, estranho-me
esse eu em mim: tão eu.
Não sei se vou ou fico,
se decifro ou devoro-me
incerteza de mim.
Certa é que não sou
e o que é agora não sou eu,
mas um eu que também não é certo.
Sendo o que é esse eu exatamente agora
não o fui e nem o serei, é certo.
Daqui a pouco esgota-se esse eu
antes que devorado eu o tenha.
Assim excedo o quanto posso
esse eu em mim,
até que decifrado esteja e,
ávida de ter esse eu vivido,
findado,
sei novamente quem sou,
até que o eu espalhe-se novamente
em mim, deixando-me na dúvida
se sou eu ou esse eu.

Ministro da Educação, um araçatubense


Desejo boa sorte ao novo Ministro da Educação, o filósofo Renato Janine Ribeiro - independente de sua naturalidade ( pois tem um pé em Araçatuba)-, ou ideologia política - , porque a Educação neste país há muito precisa ser respeitada em ação, para depois ser amada em verbo ,no sentido que o verbo verdadeiramente traz no bojo da sua ética.
Que Renato Janine, como Ministro, seu discurso e seu conhecimento sejam transformados em benefícios ao tão ludibriado povo brasileiro , tão carente de respeito e educação por quem, no poder, há décadas, tanto nos governos de esquerda e de direita, mostram-nos completamente sem rumo.
Boa-Sorte. Que sua ética e minha vontade de ver o Brasil bem em Educação não sejam utópicas. 


Como é triste ver pessoas sentindo-se felizes por serem conduzidas, quando na verdade, o que lhes faltam são  conhecimentos suficientes para conquistarem a liberdade de si mesmas,  guiando-se, agindo com objetivos  concretamente benéficos à humanidade e reagindo com  iguais argumentos para o crescimento  do social. 

Quem rouba do ser humano a Educação, tira-lhe as defesas antes mesmo de  ele nascer. 

  Que a Educação alcance a todos nós. 



quarta-feira, 25 de março de 2015

BEBÊ, NO FACE, PARIDO

– Rita Lavoyer

Descrevi meu bebê na página do Facebook.
No Face, meu bebê estava  bem descritivo.
Descrevi meu bebê no Face
da forma como eu o trazia ainda no  meu ventre.
Descrevi meu bebê no meu mural,
dizendo  que não sabia como eram seus cabelinhos.
Seriam  pretos, parecidos ao do irmão?
Ou seriam ruivos como os da irmã?
Os olhinhos dele ainda estão fechadinhos,
mas os vejo  desbravadores.
Bebê delicado este que trago no ventre.
Os dedinhos que, às vezes, ele  leva
à sua boquinha de lábios bem delineados,
dedilharão sinfonias, as mais saudáveis,
para o desenvolvimento  de suas partes, partituras...
Descrevi  meu bebê de pele alva como a minha
com letras negras para ele ficar bem  lido.
O seu corpinho bem formado, suas perninhas,
seus bracinhos, abraçaram e brincaram com
o bebê que eu  descrevi no meu mural.
Depois que ele brincou no berço que o
espaço me deixou embalar, ele, o meu bebê,
olhou para mim e abriu um sorriso,
depois jogou-me um beijo.
Ai, que delícia!
Na web, pelo face, no meu mural,  pari um filho.

Tomara ele venha inspirar-me poesias.

terça-feira, 24 de março de 2015

CHORO DE SAUDADE



CHORO DE SAUDADE (Rita Lavoyer)
Amigo, se ainda tens força para
de saudade falar,
não queiras saber da minha que,
somente de lembra-me dela, deságuo...
Invadiu-me num vazio tão de repente
que nem sei mais o que sinto
quando tudo tem cor, cheiro e sabor de saudade.
Compõe-me ela com tanta voracidade
que penso querer levar-me consumida.
Melhor não falarmos dela - da saudade.
Amigo, ela é tola - a saudade -
tem mais força que as lágrimas que vertemos.
È marca que o tempo não consegue apagar
das nossas raízes.
Amemos, pois!
Amemos!
Há outro meio mais eficaz
de dar vida à saudade?
Precisa de nós tanto quanto
dela carecemos.
Se não fosse ela, agora,
não diria o quanto preciso dizer:
“Amo!”
Amo com um amor maior que esta saudade
que precisa me dominar.
Preciso olhá-lo, senti-lo
e pôr fim a esta agonia.
Finda-me logo, saudade!
Finda-me logo!
Amigo, soma tua saudade à minha.
Pega minha mão e juntos choraremos.
Ah...
Que alívio, Amigo!
Que alívio, Amigo!
Saber que saudade
é dor de gente como nós.