quarta-feira, 26 de agosto de 2015

SÍNDROME DE PICA


Alotriafagia - também conhecido como "síndrome de pica" - O termo “pica” vem da palavra em latim para o pássaro pega-rabuda (também conhecido como pica pica). Esse é um pássaro conhecido por comer praticamente tudo.


  - Pica! Pica!   Acorda aí, Pica-Pau!

  - Pô, Pica-Aço, só porque implantou essa prótese de aço neste teu bico velho acha que pode martelar  meu buraco, logo cedo, e  atrapalhar o meu sono?  

  Uma Rolinha, que  dormia  num galho mais  baixo da mesma árvore, despertou. Enquanto isso, um Quero-Quero ciscava entre o capim-gordura  e uma multidão  preparava-se para iniciar o frenético ritual do amanhecer.

  - Pica-Pau, estou velho, mas não morto. Esta prótese de aço me deixa potente. Martelo em árvore dura  e meu bico não quebra. sabemos que cada um de nós escolhe ─ a vida faz a gente escolher ─ alguma das datas em que a gente nunca vai esquecer dessa data”. Aliás, quanto mais eu bico, digo: martelo,  mais meu topete fica vermelho.

  -  Pica-Aço, esse penacho que temos chama-se carapina.

  - Não tenho carapina. Quem tem isso  é Saci-Pererê. Sou espécie para  ser unípede? Quanto ao vermelho, foram-se os tempos, agora o meu topete é grisalho. Com esse meu look  sedutor e esta minha prótese  não fico em jejum.

  A Rolinha, despertada pela conversa, subiu mais um pouco para ouvir  melhor.

  - Hum... tem comido o quê, Pica-Aço?

  - Não coloco meta pra isso: "Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta.” Eita, bicho fujão é tatu! Eu voei em um, deixando-o  encurralado. Quando eu ia bicar a cabeça dele, ele se escondeu naquela carapaça e, se meu bico não fosse de aço, hoje teria que me alimentar com canudinho.  Pica-Pau, estou bicando bichos que nunca tinha bicado. “Os bodes, eu não lembro qual é o nome, mas teve um prefeito… teve o prefeito de Tejuçuoca e me disse assim”. Você sabia, Pica-Pau, que nós também somos chamados de “ipecu”?

  A Rolinha subiu mais um pouco para ouvir a conversa.  

  - Pica-Pau, já estou cansado de ser espécie solitária. Você, que ainda é  jovem e tem  língua boa que o ajuda na caça de insetos,  não sabe o que é ser um Pica velho. Esse aço no meu bico chama a atenção, algumas espécies ficam  hipnotizadas com ele, facilitam  minhas refeições. Não tenho nada a perder. Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder”.   Estou comendo qualquer coisa.

  - Pica-Aço, esse bico afetou-lhe o cérebro! Desenvolveu a “síndrome de pica” – comer o que não é comestível, associada também às síndromes do “sotaque estrangeiro” - falar, de repente, uma língua desconhecida, como o presidentês, por exemplo;  e  da “mão alienígena” que, à força, arranca o que é dos outros e come.  Saia dessa era de Pica erectus, já  estamos na era dos Pica sapiens!

  - KKKK – peraí, Pica-Pau! Vou ali morrer de rir!

  Pica-Aço pôs a cabeça para fora, viu a Rolinha se escondendo entre as folhas... Precisou da ajuda do Pica-Pau para desengasgar-se com a Rolinha,  que morreu por ser curiosa.

  - Pica-Aço!? Você virou um picanibal !??

  - Ah, o amigo fala em Pica sapiens? Eu vi. Você, veja... Eu já vi, parei de ver. Voltei a ver, e acho que o Neymar e o Ganso têm essa capacidade de fazer a gente olhar” .  Veja lá embaixo, aquela multidão praticando o ritual da “saudação da mandioca”! Nem as Antalopithecus faziam isso! Chama a isso Sapiens, Pica-Pau? Fossem sábias ralavam, picavam, comiam a mandioca. Olhe aquele Quero-Quero entre o capim gordura, confessou-me que quer ir ao Rio de Janeiro, acha que  chegará à espécie habilis e conseguir ferramentas e realizar o que de fato ele quer?   Sou Pica erectus? Você  está  com inveja porque a minha prótese de aço é a evolução   da espécie dos Pica-Paus. “aliás isso é de um outro europeu, Montesquieu. É de um outro europeu muito importante, junto com Monet E você, é um Pica-Pau de que era, seu picofóbico?

  _ Acho que ainda sou um Picandertal, descendente dos Picaerectus. Não  tenho certeza!

  - “Não posso ser responsabilizada pelo que faz o filho ou parente de alguém.” – balbucionou Pica-Aço que, dando uma rasante e falando um idioma presidenciável, atacou, com sua mão alienígena, sequestrando,  o Quero-Quero, garantindo levá-lo ao Rio a cidade mais importante do mundo e da galáxia. Por que da galáxia? Porque a galáxia é o Rio de Janeiro. A Via Láctea é fichinha...”  e o engoliu.

   Assustado com a cena, o Pica-Pau saltou e, juntando-se à multidão, foi saudar a mandioca.

 autoria- Rita Lavoyer



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

CORTINA DE SEDA

CORTINA DE SEDA - Rita Lavoyer.


  A parede que eu vi ,hoje, tão clara,
  empalideceu após o pôr-do-sol.
  Libertei da braçadeira a cortina,
  rompendo contato entre o dentro e o fora.
  A seda, flexível, caiu perfeita,
  sustentando suas pregas no varão.


  Uma brisa não apresentada
  tomou forma de vento forte e,
  na minha presença, acariciou a cortina.
  Avolumou-se a seda na sacada e
  dançou feito bailarina com saia godê.


  Seus rodopios desenhavam
  círculos sobre círculos
  e, com pernas de seda, eu os pude ver
  atravessando  a porta aberta.
  Silenciosamente, a cortina acomodou
  suas vértebras e verticalizou-se do lado de   dentro.


  A brisa, que se escondia do lado de lá,
  embruteceu e, novamente,
  a cortina saltou sacada afora.
  Acenava escandalosamente aos continentes,
  fazendo correr seus rodízios no trilho.


  Sustentada pelo ar, fazia acrobacias.
  Qual ave, à noite emitia seu trilo
  entregue por um vento atravessado
  que rasgava horizontes.
  Senti o gosto de um convite
  ventilado aos meus ouvidos.
  Saí à sacada e cedi-me àquele bailado.


  Abracei aquela silhueta de seda
  e dancei com ela uma melodia
  tangida por aquele clima.
  Estávamos duas escandalosamente sedadas,
  do tempo não sabendo noite ou dia.


  Soltamo-nos na sacada não querendo mais parar
  nossos corpos formaram-se vento,
  mas só eu ultrapassei a margem do meu andar.
  Ventaneira, desatei as asas do tempo
  e nas paredes onde adentro,
  do nascer ao pôr-do-sol,
  troco formas para voar,
  enquanto a cortina de seda continua dançando,
  pendurada no mesmo lugar.



  Rita Lavoyer

domingo, 16 de agosto de 2015

VIVER NÃO É PRECISO e QUERO OLHOS

VIVER NÃO É PRECISO –  Rita Lavoyer –                                       
Viver não é preciso! Se assim fosse não seria viver.
Estão nas imprecisões, nos erros de cálculos
-inclusive do tempo que tecemos sem ver-,       

muitas de nossas melhores conquistas.
É certo também que precisamos dar tempo ao tempo.
Mas se muito tempo ao tempo dermos, engordado de si,
o tempo, apertado, não reservará espaço ,
no seu espaço, para nenhum de nós.
Se precisamos viver, nem sempre o tempo podemos precisar.
Nos precisamos, pois.
Afrouxemos os pontos entre o tempo e o espaço

para encontrarmos liberdades neles. 

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QUERO OLHOS – Rita Lavoyer
Quero olhos que me enfeitem a face
esta que vejo com olhos miúdos.
Quero olhos que vejam bem longe 
lá, onde ainda não inventaram, mas vou.   
Quero olhos que falem comigo
aquilo que já sei e precisa silêncio.
Quero olhos que ouçam e sigam
meus passos na marcha que já decidi.
Quero olhos cujos óculos sejam apenas enfeites
que não irão falhar, me deixando na mão.
Quero olhos de um lado e de outro
para fazer os trabalhos que preciso concluir.
Quero olhos que sintam
minhas lentes por dentro e por fora.
Quero olhos grandes para enxergar maior
o melhor que eu conseguir ver.
Quero olhos ágeis em suas ações – sinestésicos.
Quero esses olhos.
Veja! Quero esses olhos.

MEUS BENFEITORES AMIGOS

O meu Homenageado , do meu dia 01/08/2015, é o Brother. Ele: O Poeta das Multidões, Heitor Henrique Ribeiro Gomes
Não sei se posso considera-lo “benfeitor”, para ele fica mais adequado “malfeitor”, ou benHeitor.
Eu o conheci numa Oficina de Poesia, dali fui para o Grupo Experimental onde, também com ele, pude encontrar-me com outras pessoas, cada qual ao seu modo, mas todos com conteúdos que me puderam acrescentar conhecimentos.
Adepto da autoajuda, especialmente de Paulo Coelho, carrega no chaveiro pés de Paulo Coelho; da cartola – tal qual um mágico – retira o Paulo Coelho. Na Páscoa, o seu ovo de chocolate vem no formato de Paulo Coelho. O seu prato principal é Paulo Coelho. Não adianta enganá-lo, mesmo assado ele distingue o Coelho de uma lebre qualquer.
Não sei por qual razão ele traz os dedos cheios de anéis com motivos de caveiras. 
O Heitor é excelente vendedor de Quiboa, mas não vende a sua arte escrita tão bem como deveria. Não sabe ele o quanto tem leitores ávidos por lê-lo. 
Sou fã dos escritos dele. É autêntico, muito original mesmo no trato com a sua sagrada ‘bochecha”. A sua “Mãe na Zona” nasceu para ser sucesso de bilheteria.
Por causa da sua audácia na escrita, sangraram-lhe as letras. Não sei por qual razão ele adormeceu sua ousadia literária: tão ímpar, tão atrevidamente importunadora aos conceitos pudicos.
Não aprendeste, Heitor, com o teu mestre, que a “vida de uma pessoa livre é considerada ofensiva para todos que vivem presos às aparências e regras”?
Em qual lugar, Heitor, abandonaste o teu pão literário, condenando à inanição os leitores famintos das pornografias tuas? Não sabes, Heitor, que a tua devassidão será abençoada?
Vai lá, na Margem do Rio Piedra, Heitor, retira de lá os teus escritos, as tuas Vaslkírias ...
Heitor não é um mago, mas poderia nos presentear, seus Brothers, com um diário seu, bem ao seu estilo, tão próprio, tão Heitor.
Heitor, meu Brother, a Patrícia e a Giovana são graças na tua vida.
Amém?
Amém!
Aquele abraço, Brother! 
Por Rita Lavoyer.
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Ágatha Urzedo
A minha homenagem à
BENFEITORA do meu dia 26/07/2015 é ela: a Agathinha. 
Sabe aquela pessoa que só de olha nos dá água na boca?
De onde vem tanta candura, tanto carisma, tanta ternura?
Como consegue, o tempo todo, manter-se atenciosa, sorridente? Ser da paz, ser da luz, ser da luta, ser amiga da gente? 
Os seus companheiros, sobre os quais derrama o seu sorriso, são trazidos para o seu plano e, vanguardeiros, portadores de saberes e visões para o bem, de peito aberto, abrem clareiras e preparam terreno para as novas gerações que o mundo aguarda. Amigos assim não é qualquer um que tem. Também, são amigos da Ágatha! Querem coisa mio de boa, sô? 
Ágatha é uma mulher que tive o prazer de conhecer no Jornal Folha da Região. Simpática e acolhedora tem energia que atrai gente boa. 
Seus filhotes: Valentina e Amodôvar devem passar muito bem alimentados, penso que Ágatha só pensa em comida. Não tem fotos onde ela não apareça comendo e bebendo. Deduz-se que comida e bebida fazem bem à alma, pois vive sorrindo junto aos seus. 
Aquele cabelo de ovelha que ela tem deve dar um trabalho danado para tosquiar. Mas ela está sempre muito bonitinha com seus cachos enfeitando-lhe o rosto belo e jovial. 
Ela anda, ela desfila apresentando sua grandeza nas passarelas da vida. 
Ágatha Urzedo expressa vida. Ela gosta de viver e não vive somente para si. Seus amigos experimentam muito bem essa virtude que ela traz em abundância. Esse predicado faz com que a Ágatha constitua obras que são influências de sua alma, assim: boa e pura.
Ela é peça importante e necessária à máquina que produz harmonia e bem estar aos ambientes que têm a graça de abrigá-la. 
Ágatha, seja divina sempre, aproveitando e distribuindo a todos que a conhecemos os dons que Deus lhe deu. 
Um beijo, Agathinha lindona! 
Por Rita lavoyer


Meus benfeitores amigos


O meu homenageado BENFEITOR do meu dia 17/07/2015 é este cara: o SIRLEI NOGUEIRA.
Há atos e fatos que ao ser humano fica impossível imaginar, então, na falta desta imaginação invente! Invente aí, que está lendo este texto, eu enviar um e-mail para uma pessoa, e o meu e-mail cair na caixa postal deste cara – do Sirlei Nogueira. Pior de tudo foi que ele leu o conteúdo do e-mail e retornou.
Quando abri e vi que tratava-se do e-mail que eu enviei “a outra”, assustada, perguntei-me: - Quem é essa mulher?
Fui lendo o conteúdo que “essa mulher - Sirlei” respondeu, se interessando pelo meu assunto e se propondo a me ajudar.
Pronto – Pensei – essa mulher só pode ser “uma hacker”. Entrou no meu computador, leu minha mensagem e agora quer aterrissar no meu angu! Diacho! Deu até endereço indicando o local e horário para nos encontrarmos.
Cheguei no local, um Centro Espírita muito acolhedor, havia um “armário” na porta a quem eu me dirigi perguntando por “Sirlei” .
_ Você é a Rita? – ele me perguntou.
( pulando esta parte, mesmo porque estava sem espelho para ver minha cara no momento...) Até aqui é só brincadeira, ele é simpático e permite.
Após a palestra que assistimos naquela Casa Espírita, ele se apresentou o BENFEITOR que, naquela ocasião e para o assunto que se fazia urgente, abriu-me algumas portas aqui em Araçatuba, pois não havia 1 ano que morava aqui.
O nosso contato foi o Jornal Folha da Região. Li um artigo publicado e, na tentativa de me comunicar com o autor do texto, o e-mail quem recebeu foi o Sirlei Nogueira, vai entender ??
Este entusiasta é jornalista antenado com a cultura da cidade e região. Coordenador da USE – União das Sociedades Espíritas, na ocasião que nos conhecemos; militante, não destila histerismo para defender seu estandarte.
Sei que ele tem seus problemas, mas não sei dele os defeitos, se os tem não são maiores que suas virtudes. Sirlei Nogueira foi para mim olhos , ouvidos e mãos estendidas quando precisei. Aprendi a vê-lo com o seu coração sob a luz da fraternidade e desapegado de si, tornando-nos, seus semelhantes, melhores do que somos.
Empatamos na admiração e respeito por BENEDITA FERNANDES, nossa mestra, que tanto nos ensinou, e nos ensina ainda, a amarmos nossos companheiros de caminho.
Há soluções que demoram tanto acontecer e respostas que, talvez, nunca as teremos. Guarda, Sirlei, a tua paciência, mas não descanse enquanto não terminar o teu trabalho em benefício do teu próximo.
Sirlei Nogueira, saiba, meu querido, que tua luz não passará despercebida nesta tua passagem entre nós. No entorno, de onde estiver, a paisagem torna-se melhor . Assim, continue como eu o vejo: caminhando a passos firmes em direção de nobres ideais.
Hoje, eu preciso, neste momento, agradecê-lo Sirlei Nogueira. Muito obrigada, de coração – Rita Lavoyer
— com Sirlei Nogueira.
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Todos os que eu homenageio aqui, certamente têm seus problemas, seus defeitos, mas eles - os homenageados- não levaram os meus defeitos em conta e conseguiram me ajudar.
A minha BENFEITORA homenageada do meu dia 14/07/2015 é a professora SUELI GARCIA 
Meninos e meninas! Esta mulher me levou para o cinema!
Isso mesmo. 
A Sueli Garcia eu a conheço desde nossa infância no I.E. Manoel Bento da Cruz. Estudamos juntas , à noite, porque durante o dia nossos trabalhos arrancavam-nos nosso fôlego. 
Saímos dali e seguimos, cada uma, o seu rumo. Mais alguns anos adiante, estávamos nós duas contando dinheiro dos outros nas agências bancárias que nos contrataram. Quanto mais dinheiro contávamos dos clientes, quanto mais taxas bancárias víamos sendo debitadas nas contas dos aplicadores, enriquecendo os banqueiros, mais pobres ficávamos.
Saíamos do trabalho e rumávamos para a faculdade. Lá jantávamos conforme os trocados que trazíamos no bolso: um dia uma pipoca, outro dia um olhar no carrinho de pipoca e só, quando não tínhamos nada jantávamos no bebedouro mesmo. Alimentávamos de água para absorvermos o aprendizado e... e o aprendizado. Era o que nos restava: aprender e aprender. 
Como tudo passa, o tempo também e lá na frente – que já é passado- nós duas nos encontramos e... tchã!
Que graça de coordenadora escolar eu encontrei, que trabalho bonito ela faz junto com os professores e alunos. 
Dinâmica, ela abraça causas e as executa até que seu objetivo, em benefício da instituição escolar, seja alcançado.
“Rita, vem aqui!” 
- Já vou, sim senhora! - E não foi que ela me revelou uma mãe doidona e, dos palcos, alunos e eu já estávamos nas telas dos cinemas!? 
Sob a direção de Sueli Garcia viramos estrelas e as “artistas de roliúdi” que se cuidem... – brincadeiras à parte, agora vou falar sério: 
- Araçatuba tem alunos com potencial artístico incrível sendo descobertos por professores e hoje homenageio Sueli Garcia, entre tantas outras personagens homenageadas, porque Sueli Garcia não é apenas a professora coordenadora, ela é a ouvinte, ela é a conselheira, ela é a mãe naquele momento em que o aluno precisa de mãe, é o abraço no momento em que o aluno precisa do abraço, é o silêncio, a razão e a atitude no momento em que essas qualidades são necessárias porque ela é, antes, a professora Sueli Garcia, matéria prima de extrema importância para o aprendizado e desenvolvimento dos jovens alunos que estão sob seus cuidados. 
Como digo, todos nós temos defeitos, Sueli certamente tem os dela, eu não os vi, nem ela viu os meus – se os viu ignorou-os - , para poder e conseguir me ajudar.
Deus a abençoe com essa garra com a qual nasceu, para continuar vibrando com a sua profissão de professora sem desanimar perante todas as dificuldades que os sistemas nos impõem, pois saiba que o mundo precisa de você, Sueli Garcia, do seu trabalho e da sua experiência. 
Obrigada, Sueli , pelos ensinamentos e oportunidades que me proporcionou.
Rita Lavoyer

PROJETO LITERAPIA- GENERAL SALGADO- Bullying e a necessidade da escrita


                                Oficina Cultural Timochenco Wehbi - Araçatuba
 
Workshop Literapia : O bullying e a necessidade da escrita.
General Salgado-SP . 05 e 06/08/2015
 
Muito satisfeita com a recepção e os resultados obtidos na palestra e na oficina de produção de textos. 
Obrigada aos envolvidos pela organização. Muito obrigada mesmo