CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia O FILME;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto A CARTA;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O BEIJO DA SERPENTE;

2012 - 7ª colocado no concurso de blogs promovido pela Cia dos Blogueiros - Araçatuba-SP;

2014 - tEXTO selecionado pela UBE para ser publicado no Jornal O Escritor- edição 136 - 08/2014- A FLOR DE BRONZE //; 2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto LEITE QUENTE COM AÇÚCAR;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins, com o conto MARCAS INDELÉVEIS;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR, com o conto SOB A TERRA SECA DOS TEUS OLHOS;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba com o conto A ANTAGONISTA DO SUJEITO INDETERMINADO;

2016 - classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia, com o poema AS TUAS MÃOS.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras, com a crônica PLANETA MULHER;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia PERMITA-SE;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

2018 - 24ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - Menção honrosa na 4ª edição da Revista Inversos, maio/ com o tema Crianças da África - Poesia classificada BORBOLETAS AFRICANAS ;

2018 - 31ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 5ª classificada no TOP 7, na 1ª semana de junho de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 3ª semana - VII de junho de microconto Escambau;

2019 - Classificada para antologia de suspense -segundo semestre - da Editora Jogo de Palavras, com o texto OLHO PARA O GATO ;

2019 - Menção honrosa no 32º Concurso de Contos Cidade de Araçatuba-SP, com o conto REFLEXOS DO SILÊNCIO;

2020 - 29ª classificada no TOP 35, na 4ª semana - VIII de Prêmio Microconto Escambau;

2020 - Menção honrosa no 1º Concurso Internacional de Literatura Infantil da Revista Inversos, com o poema sobre bullying: SUPERE-SE;

2020 - Classificada no Concurso de Poesias Revista Tremembé, com o poema: QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;

2020 - 3ª Classificada no III Concurso de Contos de Lins-SP, com o conto DIÁLOGO ENTRE DUAS RAZÕES;

2020 - 2ª Classificada no Concurso de crônicas da Academia Mogicruzense de História Artes e Letras (AMHAL), com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA

CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS

  • 2021 - Selecionada para a 6ª edição da revista SerEsta - A VIDA E OBRA DE MANUEL BANDEIRA , com o texto INILUDÍVEL ;
  • 2021 Selecionada para a 7ª edição da revista SerEsta - A VIDA E A OBRA DE CECÍLIA MEIRELES com o texto MEU ROSTO, MINHA CARA;
  • 2021 - Classificada no 56º FEMUP - com a poesia PREPARO A POESIA;
  • 2021 - Classificada na 7ª ed. da Revista Ecos da Palavra, com o poema CUEIROS ;
  • 2021 - Classificada na 8ª ed. da Revista Ecos da palavra, cujo tema foi "O tempo e a saudade são na verdade um relógio". Poema classificado LIBERTE O TEMPO;
  • 2022 - Classificada no 1º Concurso Nacional de Marchinhas de Carnaval de Araçatuba, com as Marchinhas EU LEIO e PÉ DE PITOMBA;
  • 2022 - Menção honrosa na 8ª edição da Revista SerEsta, a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade , com o texto DIABO DE SETE FACES;
  • 2022 - Classificada na 10ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema mulher e mãe, com o texto PLANETA MULHER;
  • 2022 - Classificada na 20ª ed. Revista Inversos, tema: A situação do afrodescendente no Brasil, com o texto PARA PAGAR O QUE NÃO DEVO;
  • 2022 - Classificada na 12ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema Café, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2022 - selecionada para 1ª antologia de Prosa Poética, pela Editora Persona, com o texto A FLOR DE BRONZE;
  • 2022 - Selecionada para 13ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema MAR, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 2ª edição da Revista Mar de Lá, com o tema Mar, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 3ª Ed. da Revista Mar de Lá com o microconto UM HOMEM BEM RESOLVIDO;
  • 2022- Classificada com menção honrosa no 34º Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O CORTEJO DA MARIA ROSA;
  • 2022- Classificada pela Editora Persona com o conto policial QUEM É A LETRA L;
  • 2022 - Classificada no Concurso da E-33 Editora, Série Verso e Prosa, Vol.2 Tema Vozes da Esperança, com o poema POR ONDE ANDAS, ESPERANÇA? ;
  • 2023 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema VENTO;
  • 2023 - Classificada para coletânea de poetas brasileiros pela Editora Persona, com o poema CUEIROS;
  • 2023- Selecionada na 23ª ed. da revista Literária Inversos com tema "Valores Femininos e a relevância do empoderamento e do respeito da mulher na sociedade contemporânea", com o poema ISSO É MULHER;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Contos de Humor, Editora Persona, com o conto O PÃO QUE O QUINZIM AMASSOU;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Poesias Metafísica do Eu, Editora Persona, com o poema QUERO OLHOS ;
  • 2023 - Selecionada pra a 11ª Edição da Revista SerEsta, A vida e obra de Paulo Leminsk, com o poema EL BIGODON DE CURITIBA ;
  • 2023 - Classificada no 1º concurso de poesia do Jornal Maria Quitéria- BA, com o tema " Mãe, um verso de amor", com o poema UM MINUTO DE SILÊNCIO À ESSAS MULHERES MÃES;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol. 4, tema Vozes da Solidão, editora E-33, com a crônica A MÃE;
  • 2023 - Selecionada para a 9ª ed. da Revista Mar de Lá, como poema O POETA E A AGULHA;
  • 2023 - Classificada no concurso de Prosa Poética , Editora Persona, com o texto QUERO DANÇAR UMA MÚSICA CONTIGO;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.5, tema Vozes do Sertão, editora E-33, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.6, tema FÉ, Editora E-33, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2023 - CLASSIFICADA para a Antologia Embalos Literários, Editora Persona, com o conto SEM AVISAR;
  • 2023 - Classificada na 18ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema FLORES, com o poema O PODER DA ROSINHA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.7, tema AMIZADE, Editora E-33, com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2023 - Classificada em 8ª posição no Prêmio Castro Alves, na 33ª ed. Concurso de Poesia com temática Espírita, com o poema SOLIDARIEDADE;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.8, Vozes da Liberdade, tema , Editora E-33, com o poema REVOADA;
  • 2023 - Classificada para a Antologia Desejos profundos - coletânea de textos eróticos , Editora Persona, com o poema AGASALHA-ME;
  • 2023 - Classificada para antologia Roteiros Adaptados 2023 - coletânea de textos baseados em filmes, Editora Persona, com o texto BARBIE, UMA BONECA UTILITÁRIA;
  • 2023 - PRIMEIRO LUGAR no Concurso , edital 003/2023 - Literatura - seleção de projetos inéditos, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba, com o livro infantojuvenil DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea Cronistas Contemporâneo, pela Editora Persona, com o texto A CONSTRUÇÃO DE UMA PERSONAGEM;
  • 2024 - Classificada para 19ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema A PASSARINHA;
  • 2024 - Classificada para a 13ª edição da Revista Mar de Lá, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea "Um samba no pé, uma caneta na mão", tema carnaval, pela Editora Persona, com o poema DEIXA A VIDA TE LEVAR;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea "Revisitando o Passado", promovido pelo Projeto Apparere, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros,2024, Editora Persona, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Antologia JOGOS DO AMOR, promovida pela Revista Conexão Literária, com o tema O jogo do amor, poema classificado: TENHO MEDO;
  • 2024- Selecionada para 20ª ed. da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema INFÂNCIA, com o poema DEBAIXO DE UMA LARANJEIRA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea SOB OSSOS E SERPENTES, da Tribus Editorial, com o conto, com 9.999 caracteres, O BEIJO DA SERPENTE,
  • 2024 - Selecionada para a 21ª Edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema REVOADAS;
  • 2024 - Selecionada para a Coletânea de poemas Intimistas Existencialistas, com o tema A Arte do Eu, promovido pela Editor Persona, com o poema GOTAS DA CHUVA ;
  • 2024 - Selecionada para compor a antologia NÓS , textos de autoria feminina pela SELO OFF FLIP, com a crônica MULHER, FONTE DA ÁGUA;
  • 2024 - Classificada na 27ª Edição do Concurso da Revista Literária Inversos, com o tema "Culinária Típica da Festa de São João", promovido pela Academia de Letras e Artes de Feira de Santana (ALAFS) e Academia Metropolitana de Letras e Artes, com o poema SEU ZEQUINHA NO SÃO JOÃO DO NORDESTE;
  • 2024 - Classificada no concurso Literário MEMÓRIAS DE AFETO, promovido pela Lítero Editorial, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a 22ª edição da Revista Ecos da Palavra , temática Animais, com o texto ORAÇÃO DOS BICHINHOS ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Microconto-2024, promovido pela Editora Persona, com o microconto ROSTO;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea A POESIA SUBIU O MORRO, promovido pela Editora A Arte da Palavra, com o poema PERMITA-SE;
  • 2024 - Classificada para compor a Edição 23 da Revista Ecos da Palavra, com o poema QUANDO EU SENTIR;
  • 2024 - 2º classificada no 35º Concurso Nacional de Contos cidade de Araçatuba, com o conto IN VINO VERITAS;
  • 2024 - Classificada para compor a Coletânea Contistas Contemporâneos, 2024 - Editora Persona, com o conto NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Classificada para compor a 25ª edição da Revista Ecos da Palavra, com o poema CONVITE;
  • 2024 - Cordéis classificados para compor a Antologia Povo, Cordel e Poesia, promovido pela Litero editorial, com os cordeis: SEJAMOS TODOS EMPÁTICOS; AMAR ANIMAIS É DOM; A IMPORTÂNCIA DA LEITURA; 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2025 - Classificada no Concurso Coletivo Fomento Literário ; tema Semente da Esperança, com o poema GERMINAIS;
  • 2025 - Classificada para compor a Coletânea de Poetas Contemporâneos, 2025, Editora Persona, com o poema ANJO DE VERDADE ; ,
  • 2025 - classificada na 26ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema Amizade e com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2025 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária SerEsta, sobre a vida e a obra de Casimiro de Abreu, com a prosa O MEU CORPO NÃO ESTÁ NA REDE;
  • 2025 - Classificada na Antologia MISTÉRIOS - contos e poemas, pela Revista Conexão Literatura, com o conto QUEM É A LETRA L;
  • 2025 - Classificada na 51ª Edição da Revista LiteraLivre com o poema SEM(HORA);
  • 2025 - Classificada no 1º Prêmio Proverbo de Literatura, com o poema (Entre) Versos e Razões;
  • 2025 -RECEBEU TROFÉU ODETTE COSTA NA CATEGORIA LITERATURA COM O LIVRO DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI
  • 2025 - Classificada para Revista Conexão Literatura , com o tema POEMAS SOBRE O TEMPO, Vol. VII, com o poema PÓ DO TEMPO ;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 99 – 08 de junho de 2025 , com a Crônica MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Coletânea Enigmas Independentes, promovida pela Editora Independentes, como conto OS SEGREDOS DE CATARINA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 100 – 15 de junho de 2025 - PARTE I DE II - Edição especial de número 100, com a crônica NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Selecionada para compor a edição n. 6 da Revista Animalista, com o cordel AMAR ANIMAIS É DOM;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Literária Epifania# 1, com o tema sentimentos: amor, tristeza, alegria, raiva, com o poema NA FOZ OU NO SONO;
  • 2025 - selecionada para compor a 52ª edição da Revista LiteraLivre, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2025 - Selecionada para compor a 28ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema CHUVA, , com o poema GOTAS DA CHUVA
  • 2025 - selecionada para compor a Antologia "A Força dos Versos", pela Editora Literária, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2025 - Selecionada para compor a 2ª edição Revista Alma: associação Literária de Mocossa Moçambique., com o poema A PASSARINHA;
  • 2025 - Classificada em 9º lugar no XXVI Concurso de Contos Alípio Mendes, promovido pela Academia Angrense de Letras e Artes, com o conto MATEUS, O MENINO DOS ANOS DE CHUMBO;
  • 2025 - Classificada para compor a 5ª edição, edição comemorativa de 1º aniversário da Revista Vinca Literária, somente para mulheres, com o poema QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;
  • 2025 - Selecionada para compor a 31ª edição da Revista Inversos, em homenagem ao dia das Crianças, com o poemeto CRIANÇA REAL;
  • 2025 - Selecionada para compor a 16ª ed. da Revista SerEsta, com o tema A vida e a obra de Carolina Maria de Jesus, com a crônica UMA ENTREVISTA COM CAROLINA MARIA DE JESUS;
  • 2025 - Selecionada para compor a antologia do XIV Concurso Literário de Presidente Prudente - CLIPP - com o poema VERSOS LIVRES,;
  • 2025 - 3º lugar na categoria mini poema, Nacional/internacional, do 14º Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras 2025, com o mini poema PROSA, SABORES E MEMÓRIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia Prosa Poétioa, promovida pela Editora Persona, com a prosa MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2026 - 3ª classificada no concurso de fábulas promovido pela Editora Typus, com a fábula A MACACA E O LEÃO ;
  • 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros 2026, promovido pela Editora Persona, com o poema NONAS POESIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea Poemas sobre a morte, promovida pela Editora Persona, com o poema O ENCONTRO ;
  • 2026 - Selecionada para compôr a 4ª edição da Revista Alma, de Mocosa-Moçambique, com o poema VERSOS LIVRES;
  • 2026- Selecionada para compor a antologia Universo da Poesia, pela Editora Conexão literária, com a poesia ESPERANÇAR COM A POESIA;
  • 2026 - Selecionada para compor a antologia Poemas sobre o Tempo - volume XVII. Revista Conexão literária 2026, com o poema DESCASQUEI O TEMPO ;
  • 2026 - Selecionada para compor a 5ª edição da revista ALMA, de Mocossa- África, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia SerPet, pela Editora Typus, com a história GRALHA REFORMADA;

segunda-feira, 15 de junho de 2020

5 de Junho - Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa


O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa.

O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial. Só no Brasil, existem quase 20 milhões de pessoas idosas. Isso representa 11% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Censo 2010.

As projeções apontam, também, que em 40 anos o percentual de pessoas idosas deve triplicar no Brasil, aproximando-se de 29,7% da população. Segundo tais projeções, em 2050 haverá duas vezes mais idosos do que crianças na sociedade brasileira.

Para garantir o envelhecimento da população de forma saudável e tranquila, com dignidade, sem temor, opressão ou tristeza, precisamos trabalhar intensamente na prevenção da violência e na identificação e no encaminhamento correto de casos de violência e, em especial, temos que preparar as novas gerações com informações, materiais e recursos educacionais, de forma a assegurar um envelhecimento digno e saudável.

http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/…/con…/conteudo.php….
Fontes consultadas:
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Disponível em: <www.mds.gov.br>
Notícias JusBrasil. Disponível em:
Portal ONUBR. Nações Unidas no Brasil. Disponível em: <www.onu.org.br>
Portal do Envelhecimento. Sua rede de comunicação e solidariedade. Disponível em:

sábado, 13 de junho de 2020

13 de junho. 132 anos de Fernando Pessoa



E AÍ, PESSOA!

E aí, Pessoa!
Foste, mas deixaste tantas marcas em mim.
E aí, Pessoa!
Nas pessoas que és procuro-me,
Encontro-te esmiuçado,
imensamente grande, esmiuçado.
Por estes homens que registras
escreveste histórias,
compuseste poemas...
“I know not what tomorrow will bring"
Efemérides...
Foste todos os teus em um
e um teu em todos.
Humanista,
modernamente existencialista.
Uma telha, um tijolo:
terra e água, fogo e ar.
És o quinto elemento em única molécula
de Inconjuntos nas infinitas sinestesias.
E aí, Pessoa!
Criaste personas, heterônimos e semi-heterônimos,
com psicografias que lhes convém
simbolista, futurista.
“I know not what tomorrow will bring"
Foste todos os sonhos do mundo, o nada...
E aí, Pessoa!
Mestre sem formação em linha reta,
doutor com pé na monarquia,
foste “tantas vezes reles,
tantas vezes porco,
tantas vezes vil”.
E aí, Pessoa!
Pastor Amoroso desta língua que nos roça,
inventaste borboleta na janela
por saberes justa a natureza.
E aí, Pessoa!
Sobrevivente de ti mesmo
por não saberes quantas almas tens
fingiste tão completamente que
me arrebanhaste, Guardador,
com as tuas cartas de amor ridículas,
epítome de amores de todos os tempos,
para as tuas construções
que deixaste, como legado,
à arte de existir.
E aí, Pessoa!?
Por Presságio, calo-me, pois
sinto que é melhor calar-me
para não revelar o quão ridícula sou
quando escrevo cartas de amor
sobre os tempos em que sofri,
e de outros em que fui feliz no amor.
Posso revelar-me pessoas
nas minhas e nas tuas pessoas
porque eu não sei
“Eu não sei o que o amanhã irá trazer"
Por enquanto, necessito ser apenas uma,
lendo a minha solidão no que fostes, Pessoasss!
Por Rita Lavoyer

quinta-feira, 4 de junho de 2020

SAI, ONARÁ !


Sai, Onará!

Tudo começou porque o senhor Onoru, papai de todos, estava estressa com
 a vida na feira. Desenvolveu tique nervoso e urticárias. Tinha passado do tempo
 de a sua bomba explodir. Tentando evitar uma tragédia,   Onuru, runiu seus filhos.

_ Papai estressado, né! Filhinhos  viajar com papai. Arrumar malas agora!

Filhinhos, quatro marmanjos de bíceps, tríplices e  quadrúpedes bem 
desenvolvidos, juntaram as bugigangas e prepararam a última refeição
 antes de pegarem o vôo.

A casa do quinteto que exalava cheiro apetitoso de pastel recheado de repolho
 refogado e shoyo.  De barriga cheia rumaram para o aeroporto.

_ Esperar papai chegar de serviço cansa, né! Disse Onoro , o varão da família.

_ Papai levar filhinhos passear aonde? – Perguntou Onoro, o varão mata piolho.  

_ Lugar de desestressar tem nome? – Perguntou o fura bolo  Oniri.

_ Papai levar filhinhos para uma cidade bem alegre onde ninguém amarra bode. Lá, mesmo tendo pavio curto, homem nenhum explode.

E foi assim que a historinha começou. Desentenderam-se, logo na chegada, 
com a expressão alegre daquela galera.   Era “tchê” da gauchada contra “tchá”
 da japonesada.

 Papai Onuru, muito experiente, contratou um professor que os ensinassem 
a falar aquele tal de “Tchá!”

_ Bah! Um  professor de “Tchê!” – alguém o corrigiu!

Exemplar, o mestre dos não desistiria enquanto aquela família  não aprendessem
 a falar corretamente o “tchê”. E foi na aula que começou a confusão.

O Onere, vizinho do mindinho,  não quis nem saber. Saiu correndo quando viu
 a régua do professor de “tchê”

O Oniri, fura-bolo, quis logo desistir, porque o pavio dele já ia explodir.

O Onoro os olhos arregalou: -  Professor de “tchê”  não é garantido?!

O Onuru, papai de todos, fugindo, mandou o professor parar com aquele “tchê”
E começaram a gritar:

- Sai, Onará!  Sai, Onará! Deixe o professor senão vai apanhar! 

O Onará, filho mais novo de Onuru, entrou falando “tchá” e saiu, para
descontentamento  da família, com aquele tal de “tchê”

Onuru, Papai de todos entrou em desespero:

_ Entrou o Onará com “tchá”. Saiu o Onará com “tchê”!?

E começaram a gritar:

_ Sai Onara! Sai Onará! Sai Onará senão vai apanhar!

O Onará, todo empenhado, da aula não queria mais sair. Onuru e os filhos
 entraram em desespero e começaram a gritar:

- Sai Onara! Sai Onará! Sai Onará senão vai apanhar!

E aquela gente alegre  ficou muito valente  quando viu  o  pavio  curto daquela
japoneses.  Saiu cada um com pau nas mãos  para  proteger  o professor de
“tchê”.  Cada um, naquela confusão, saiu com pau na mão para defender 
o professor de “tchê”

Entrou o Onará com “tchá”, saiu o Onará com “tchê”

Naquela confusão, Onará  quis se pronunciar.
- Bah, papai! Deixa de estresse! Já aprendi a falar “tchê”.

A urticária do Onuru dava  sinais de que ia aumentar e, diante daquela cena,
 começou a se coçar. E na sua dança de coça-coça- paus foram deitados ao chão.

Entenderam o chamado  e no centro de uma roda celebraram a união.

Onará confessou quer trocar o saquê pelo chimarrão. Usará bombacha, fará
 churrascada  e dançará fandango. Já que achou seu par, adotará
três guris para preencher-lhe os dedos da mão. Chorou voltar para casa
sem o seu caçula mindinho. Mas ganhou  mais um filho nas mãos.

- Sayonará, Onara, meu filhinho! Volte para nossa casa quando você precisar.
 Leve também seu esposo professor, que já vai no meu coração e
 é mais um filho que tenho.  

Sayonará, meu filho Onará. Sayonará, tchê, meu genro.













quarta-feira, 3 de junho de 2020

Meu sono por uma cabrita




    Tendo insônia, usei de um artifício e concluí  que  quem inventou que contar carneirinhos ajuda a pegar no sono é pra lá de um asno. Deitei e usei todas as forças do meu pensamento para construir uma cerca imaginária. O lado que intuía segurá-la trabalhava bem, mas o lado do cérebro que tinha que buscar os animais para  serem contados não deu conta, por isso deixei a cerca cair. Acionei o meu cerebelo e comecei a imaginá-los.  Estava quase desistindo quando consegui pôr a carneirada na fila. Segurei-os na ordem e ergui a cerca. Ufa! Que canseira me deu. Acertei a minha cabeça no travesseiro e comecei:

  – Um...

   Ele não foi.

  – Um...Um...

  Ele não foi de novo.

 – Pula, vai! – eu gritei.

E nada de o bicho pular a cerca. Ergui o braço e dei com a mão na traseira dele. Aí a fila andou. Onde pula um carneiro, pula uma carneirada.

Fui contando. Já estava no 20 quando dei por mim que o bicho olhado de baixo para cima é feio demais e comecei a ficar com medo de um deles cair em cima de mim. Encolhi-me, fiquei na beiradinha da cama: precaução.  O  21  empacou, era muito gordo. Sentei-me na cama, estiquei o pescoço, enfiei a cabeça debaixo daquela coisa, dei um impulso e  o joguei para outra banda. O 22 quis folgar, mas meti-lhe um bicudo que ele se espatifou na ribanceira. O 23 ficou com medo e seguiu seu rumo. O 24 foi terrível! Vendo que eu já estava “macha”, arregalou suas purpurinas e ao invés de seguir em frente deu ré.  Hã! Agarrei aquele bambi pelas pernas e pinchei o danado longe.

A essa altura já ganhava  o respeito merecido. Começaram a pular tão depressa que perdi a conta. Num surto pularam dois,  oito, dez  e aí já não eram mais carneiros, eram bodes, cabritas e outros que não dava para eu ver.  Foi um estouro só. Quebraram até a cerca. De repente me vi pastoreando o rebanho. Já não aguentava mais. Os meus pés pesavam, o lombo ardia e os olhos só queriam descanso. Missão cumprida - pensei, já posso dormir como uma boa pastora. Que nada! Não foi que se desgarrou uma cabrita?!  Não falo? A gente usa desses artifícios de contar carneiros para dormir aí vêm essas coisas boicotar o sossego da gente.

– Que suma! – eu disse. - Sou mulher de dar trela pra cabrita?

Lembrei-me de quando eu ia ao catecismo e o padre falava alguma coisa sobre isso: de ovelha desgarrada- não de cabrita-, deve ser a tal metáfora.

 Larguei o rebanho e fui atrás da excomungada. Desci vales, subi montanhas, desbravei florestas e nada de encontrar a bicha. Ouvi um berrinho, ecoava como que me chamando: “venha cá, Rita!”   Era ela. Tinha certeza!  Precisava de um cavalo, pangaré ou asno que fosse. O sono me consumia, mas  fui valente. Já me sentia  nas nuvens quando gritei: “ - Meu sono por uma cabrita!!!”

 O delírio foi tanto que  não me dei conta de quantas vezes  gritei.  Só sei que a família toda levantou bufando. Expliquei que tentava pegar no sono,  uma cabrita se desgarrou e eu precisava devolvê-la ao rebanho.

Além de não acreditarem, ainda me acusaram de não deixa-los dormir com o meu ronco. Pode? Como ronquei se estava com insônia? Era o berro daquela cabrita do cão, isso prova a minha verdade.  Eu não ronquei!!

Cabrita desgarrada..., por causa dela perdi o sono de vez!  Ronco... Sou lá mulher de roncar??


quinta-feira, 21 de maio de 2020

COM VONTADE DAQUELA DATA.



Ela espera ansiosa por aquele “parabéns pra você”.
Começou a achar que nada mais aconteceria, nem antes e nem depois daquela “data querida”.
Quase não dormia, adormecia apenas, por medo de não acordar e viver “muitas felicidades”.
A ansiedade atormentava-lhe também o estômago. Via e sentia cada guloseima sendo feita para a ocasião dos “muitos anos de vida”.
Refeições já não lhe desciam. Reservava o lugar para o cheiro do que preparavam. Com os olhos já secos pela insônia e a inanição atormentando-lhe as vísceras, começou a delirar e, num surto, quis atacar os belos doces que enfeitavam uma mesa da sala onde receberiam muitos convidados para aquele esperado “ é pic! é pic!”.
Foi abordada quando levava os dedos àquilo que lhe cheirava tão bem aos olhos. Atordoada com um ‘croc’ que levou na cabeça, não entendeu as reprimendas da mãe que a alertava: “não é hora! não é hora”.
Ela esperava há muito por aquele “rá-tim-bum!”
Assistia ao movimento da casa, os empregados em roda-viva e a aflição da mãe que não desgrudava do telefone, gritando com alguém do outro lado porque a roupa da criança ainda não havia sido entregue. 
Na cozinha, montavam o bolo com muitos recheios que lhe escorreram pelo canto da boca. Levou os dedinhos mais uma vez e outro ‘croc’ ela saboreou. Dessa vez não escapou de um castigo de horas  no quarto.
O corre-corre continuou porque a festa para aquela data estava planejada e nada poderia sair errado.
A casa estava decorada com os mais variados enfeites infantis. As mesas, belamente enfeitadas, confluíam para outro salão igualmente abrilhantado para o aniversário daquela criança. A roupa, minuciosamente desenhada e bordada, enfim chegou. Uma serviçal a levou para o quarto onde a criança jazia o castigo por ter querido saborear o bolo do seu aniversário antes dos parabéns. Perguntaram-se qual a razão daquilo.
Os convidados foram chegando e amontoando os presentes que não sabiam a quem entregar enquanto a mãe lamentava-se não saber nenhuma anomalia da criança.
Um bolo indesejado destoava em meio aos enfeites, enquanto velas acesas queimavam a felicidade atravessada de vontade de saborear as coisas daquela festa.
Convidados assistiam àquela criança, degustando os quitutes, lamentando aquela data.

Texto publicado pelo Jornal Folha da Região em 10/06/2009.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

UM CORPO PARA MINHA ALMA




Ela anda tão vagante, fria e pálida.
A minha alma anda assim, perdendo o colorido dos olhos.
Sem ele, os meus olhos veem uma alma opaca, vazia.
A minha alma procura um corpo onde ela possa se encostar,
 porque o corpo que ela tinha morreu solitário,
 mutilado,  sem ter sido tocado.
A minha alma procura um corpo
que tenha sangue quente correndo dentro dele,
para poder aquecê-la da frieza da indiferença.
A minha alma procura um corpo
que lhe devolva as forças perdidas em uma batalha
cuja arma era ela própria.
A minha alma procura um corpo
que tenha um coração do lado para pulsarem juntos.
Um corpo que possua braços abertos e  mãos firmes
que  permitam ser cumprimentadas após cada vitória.
A minha alma procura um corpo de um ser feito de gente
e não de  páginas de agenda lotadas,
sem ter com ela nenhum compromisso.
Um corpo não realista, nem simbolista,
mas que exista e que esteja em seu tempo
e a transcenda o espaço, fazendo-se análogos.
Um corpo que a recupere da inexperiência dos sentidos,
que de suas linhas neomodernistas
edifique sua  antiga construção,
capacitando-a para sermos nós.
Um corpo que advogue seus pecados
e se refugie nela
e que a socorra na necessidade em que ela se acha.
Um corpo que feche suas cicatrizes íntimas de alma desprezada,
e que a ressuscite do sepulcro em que  ela  jaz,
para que ela descanse em paz na imortalidade.
A minha alma procura um corpo que  está ao seu lado,
mas que não a vê, porque não a quer.

 Autora -  Rita de Cássia Zuim Lavoyer

terça-feira, 12 de maio de 2020

O HOMEM QUE COMEU A MARGARIDA


O HOMEM QUE COMEU A MARGARIDA


Durante 4 décadas atravessou o deserto para encontrar a água prometida,  que lhe matasse a sede.

Quando a encontrou não conseguiu tocá-la, temendo miragem. Ajoelhou-se à sua margem; ela, cristalina, o refletiu. Ele viu-se nela. Miraram-se naquela realidade.

Levantou-se e caminhou contra o fluxo, alcançando aquela nascente. Eram gotas que pingavam do pé de uma margarida vermelha. Sedento, esticou a sua mão e a tocou. Àquela leve carícia as gotas secaram. Os suaves fios da água foram desaparecendo dentro da areia quente do deserto.

Desesperado, arrancou a flor até a raiz e guardou-a em seu peito, dando-lhe guarida.

Desidratada, definhou-se. O homem, para não vê-la morta, comeu-a com dó.

O deserto desapareceu diante daqueles olhos inundados num mar de lágrimas vermelhas.

Renovada dentro daquele corpo, a margarida ordenou-lhe:

- Vá em frente!

Ávido, as suas lágrimas secaram e aquele vermelho escaldante foi abrindo-lhe o canal.

Temendo ilusão o homem recuou. Sem ceder uma polegada àqueles delírios,
prostrou-se   ressequido à sombra de um pé de margarida, ainda sem cor, que renasceu no lodo do mar, nas proximidades da água prometida.

Rita Lavoyer