CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia O FILME;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto A CARTA;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O BEIJO DA SERPENTE;

2012 - 7ª colocado no concurso de blogs promovido pela Cia dos Blogueiros - Araçatuba-SP;

2014 - tEXTO selecionado pela UBE para ser publicado no Jornal O Escritor- edição 136 - 08/2014- A FLOR DE BRONZE //; 2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto LEITE QUENTE COM AÇÚCAR;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins, com o conto MARCAS INDELÉVEIS;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR, com o conto SOB A TERRA SECA DOS TEUS OLHOS;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba com o conto A ANTAGONISTA DO SUJEITO INDETERMINADO;

2016 - classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia, com o poema AS TUAS MÃOS.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras, com a crônica PLANETA MULHER;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia PERMITA-SE;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

2018 - 24ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - Menção honrosa na 4ª edição da Revista Inversos, maio/ com o tema Crianças da África - Poesia classificada BORBOLETAS AFRICANAS ;

2018 - 31ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 5ª classificada no TOP 7, na 1ª semana de junho de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 3ª semana - VII de junho de microconto Escambau;

2019 - Classificada para antologia de suspense -segundo semestre - da Editora Jogo de Palavras, com o texto OLHO PARA O GATO ;

2019 - Menção honrosa no 32º Concurso de Contos Cidade de Araçatuba-SP, com o conto REFLEXOS DO SILÊNCIO;

2020 - 29ª classificada no TOP 35, na 4ª semana - VIII de Prêmio Microconto Escambau;

2020 - Menção honrosa no 1º Concurso Internacional de Literatura Infantil da Revista Inversos, com o poema sobre bullying: SUPERE-SE;

2020 - Classificada no Concurso de Poesias Revista Tremembé, com o poema: QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;

2020 - 3ª Classificada no III Concurso de Contos de Lins-SP, com o conto DIÁLOGO ENTRE DUAS RAZÕES;

2020 - 2ª Classificada no Concurso de crônicas da Academia Mogicruzense de História Artes e Letras (AMHAL), com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA

CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS

  • 2021 - Selecionada para a 6ª edição da revista SerEsta - A VIDA E OBRA DE MANUEL BANDEIRA , com o texto INILUDÍVEL ;
  • 2021 Selecionada para a 7ª edição da revista SerEsta - A VIDA E A OBRA DE CECÍLIA MEIRELES com o texto MEU ROSTO, MINHA CARA;
  • 2021 - Classificada no 56º FEMUP - com a poesia PREPARO A POESIA;
  • 2021 - Classificada na 7ª ed. da Revista Ecos da Palavra, com o poema CUEIROS ;
  • 2021 - Classificada na 8ª ed. da Revista Ecos da palavra, cujo tema foi "O tempo e a saudade são na verdade um relógio". Poema classificado LIBERTE O TEMPO;
  • 2022 - Classificada no 1º Concurso Nacional de Marchinhas de Carnaval de Araçatuba, com as Marchinhas EU LEIO e PÉ DE PITOMBA;
  • 2022 - Menção honrosa na 8ª edição da Revista SerEsta, a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade , com o texto DIABO DE SETE FACES;
  • 2022 - Classificada na 10ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema mulher e mãe, com o texto PLANETA MULHER;
  • 2022 - Classificada na 20ª ed. Revista Inversos, tema: A situação do afrodescendente no Brasil, com o texto PARA PAGAR O QUE NÃO DEVO;
  • 2022 - Classificada na 12ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema Café, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2022 - selecionada para 1ª antologia de Prosa Poética, pela Editora Persona, com o texto A FLOR DE BRONZE;
  • 2022 - Selecionada para 13ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema MAR, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 2ª edição da Revista Mar de Lá, com o tema Mar, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 3ª Ed. da Revista Mar de Lá com o microconto UM HOMEM BEM RESOLVIDO;
  • 2022- Classificada com menção honrosa no 34º Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O CORTEJO DA MARIA ROSA;
  • 2022- Classificada pela Editora Persona com o conto policial QUEM É A LETRA L;
  • 2022 - Classificada no Concurso da E-33 Editora, Série Verso e Prosa, Vol.2 Tema Vozes da Esperança, com o poema POR ONDE ANDAS, ESPERANÇA? ;
  • 2023 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema VENTO;
  • 2023 - Classificada para coletânea de poetas brasileiros pela Editora Persona, com o poema CUEIROS;
  • 2023- Selecionada na 23ª ed. da revista Literária Inversos com tema "Valores Femininos e a relevância do empoderamento e do respeito da mulher na sociedade contemporânea", com o poema ISSO É MULHER;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Contos de Humor, Editora Persona, com o conto O PÃO QUE O QUINZIM AMASSOU;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Poesias Metafísica do Eu, Editora Persona, com o poema QUERO OLHOS ;
  • 2023 - Selecionada pra a 11ª Edição da Revista SerEsta, A vida e obra de Paulo Leminsk, com o poema EL BIGODON DE CURITIBA ;
  • 2023 - Classificada no 1º concurso de poesia do Jornal Maria Quitéria- BA, com o tema " Mãe, um verso de amor", com o poema UM MINUTO DE SILÊNCIO À ESSAS MULHERES MÃES;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol. 4, tema Vozes da Solidão, editora E-33, com a crônica A MÃE;
  • 2023 - Selecionada para a 9ª ed. da Revista Mar de Lá, como poema O POETA E A AGULHA;
  • 2023 - Classificada no concurso de Prosa Poética , Editora Persona, com o texto QUERO DANÇAR UMA MÚSICA CONTIGO;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.5, tema Vozes do Sertão, editora E-33, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.6, tema FÉ, Editora E-33, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2023 - CLASSIFICADA para a Antologia Embalos Literários, Editora Persona, com o conto SEM AVISAR;
  • 2023 - Classificada na 18ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema FLORES, com o poema O PODER DA ROSINHA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.7, tema AMIZADE, Editora E-33, com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2023 - Classificada em 8ª posição no Prêmio Castro Alves, na 33ª ed. Concurso de Poesia com temática Espírita, com o poema SOLIDARIEDADE;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.8, Vozes da Liberdade, tema , Editora E-33, com o poema REVOADA;
  • 2023 - Classificada para a Antologia Desejos profundos - coletânea de textos eróticos , Editora Persona, com o poema AGASALHA-ME;
  • 2023 - Classificada para antologia Roteiros Adaptados 2023 - coletânea de textos baseados em filmes, Editora Persona, com o texto BARBIE, UMA BONECA UTILITÁRIA;
  • 2023 - PRIMEIRO LUGAR no Concurso , edital 003/2023 - Literatura - seleção de projetos inéditos, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba, com o livro infantojuvenil DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea Cronistas Contemporâneo, pela Editora Persona, com o texto A CONSTRUÇÃO DE UMA PERSONAGEM;
  • 2024 - Classificada para 19ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema A PASSARINHA;
  • 2024 - Classificada para a 13ª edição da Revista Mar de Lá, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea "Um samba no pé, uma caneta na mão", tema carnaval, pela Editora Persona, com o poema DEIXA A VIDA TE LEVAR;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea "Revisitando o Passado", promovido pelo Projeto Apparere, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros,2024, Editora Persona, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Antologia JOGOS DO AMOR, promovida pela Revista Conexão Literária, com o tema O jogo do amor, poema classificado: TENHO MEDO;
  • 2024- Selecionada para 20ª ed. da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema INFÂNCIA, com o poema DEBAIXO DE UMA LARANJEIRA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea SOB OSSOS E SERPENTES, da Tribus Editorial, com o conto, com 9.999 caracteres, O BEIJO DA SERPENTE,
  • 2024 - Selecionada para a 21ª Edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema REVOADAS;
  • 2024 - Selecionada para a Coletânea de poemas Intimistas Existencialistas, com o tema A Arte do Eu, promovido pela Editor Persona, com o poema GOTAS DA CHUVA ;
  • 2024 - Selecionada para compor a antologia NÓS , textos de autoria feminina pela SELO OFF FLIP, com a crônica MULHER, FONTE DA ÁGUA;
  • 2024 - Classificada na 27ª Edição do Concurso da Revista Literária Inversos, com o tema "Culinária Típica da Festa de São João", promovido pela Academia de Letras e Artes de Feira de Santana (ALAFS) e Academia Metropolitana de Letras e Artes, com o poema SEU ZEQUINHA NO SÃO JOÃO DO NORDESTE;
  • 2024 - Classificada no concurso Literário MEMÓRIAS DE AFETO, promovido pela Lítero Editorial, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a 22ª edição da Revista Ecos da Palavra , temática Animais, com o texto ORAÇÃO DOS BICHINHOS ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Microconto-2024, promovido pela Editora Persona, com o microconto ROSTO;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea A POESIA SUBIU O MORRO, promovido pela Editora A Arte da Palavra, com o poema PERMITA-SE;
  • 2024 - Classificada para compor a Edição 23 da Revista Ecos da Palavra, com o poema QUANDO EU SENTIR;
  • 2024 - 2º classificada no 35º Concurso Nacional de Contos cidade de Araçatuba, com o conto IN VINO VERITAS;
  • 2024 - Classificada para compor a Coletânea Contistas Contemporâneos, 2024 - Editora Persona, com o conto NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Classificada para compor a 25ª edição da Revista Ecos da Palavra, com o poema CONVITE;
  • 2024 - Cordéis classificados para compor a Antologia Povo, Cordel e Poesia, promovido pela Litero editorial, com os cordeis: SEJAMOS TODOS EMPÁTICOS; AMAR ANIMAIS É DOM; A IMPORTÂNCIA DA LEITURA; 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2025 - Classificada no Concurso Coletivo Fomento Literário ; tema Semente da Esperança, com o poema GERMINAIS;
  • 2025 - Classificada para compor a Coletânea de Poetas Contemporâneos, 2025, Editora Persona, com o poema ANJO DE VERDADE ; ,
  • 2025 - classificada na 26ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema Amizade e com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2025 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária SerEsta, sobre a vida e a obra de Casimiro de Abreu, com a prosa O MEU CORPO NÃO ESTÁ NA REDE;
  • 2025 - Classificada na Antologia MISTÉRIOS - contos e poemas, pela Revista Conexão Literatura, com o conto QUEM É A LETRA L;
  • 2025 - Classificada na 51ª Edição da Revista LiteraLivre com o poema SEM(HORA);
  • 2025 - Classificada no 1º Prêmio Proverbo de Literatura, com o poema (Entre) Versos e Razões;
  • 2025 -RECEBEU TROFÉU ODETTE COSTA NA CATEGORIA LITERATURA COM O LIVRO DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI
  • 2025 - Classificada para Revista Conexão Literatura , com o tema POEMAS SOBRE O TEMPO, Vol. VII, com o poema PÓ DO TEMPO ;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 99 – 08 de junho de 2025 , com a Crônica MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Coletânea Enigmas Independentes, promovida pela Editora Independentes, como conto OS SEGREDOS DE CATARINA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 100 – 15 de junho de 2025 - PARTE I DE II - Edição especial de número 100, com a crônica NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Selecionada para compor a edição n. 6 da Revista Animalista, com o cordel AMAR ANIMAIS É DOM;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Literária Epifania# 1, com o tema sentimentos: amor, tristeza, alegria, raiva, com o poema NA FOZ OU NO SONO;
  • 2025 - selecionada para compor a 52ª edição da Revista LiteraLivre, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2025 - Selecionada para compor a 28ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema CHUVA, , com o poema GOTAS DA CHUVA
  • 2025 - selecionada para compor a Antologia "A Força dos Versos", pela Editora Literária, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2025 - Selecionada para compor a 2ª edição Revista Alma: associação Literária de Mocossa Moçambique., com o poema A PASSARINHA;
  • 2025 - Classificada em 9º lugar no XXVI Concurso de Contos Alípio Mendes, promovido pela Academia Angrense de Letras e Artes, com o conto MATEUS, O MENINO DOS ANOS DE CHUMBO;
  • 2025 - Classificada para compor a 5ª edição, edição comemorativa de 1º aniversário da Revista Vinca Literária, somente para mulheres, com o poema QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;
  • 2025 - Selecionada para compor a 31ª edição da Revista Inversos, em homenagem ao dia das Crianças, com o poemeto CRIANÇA REAL;
  • 2025 - Selecionada para compor a 16ª ed. da Revista SerEsta, com o tema A vida e a obra de Carolina Maria de Jesus, com a crônica UMA ENTREVISTA COM CAROLINA MARIA DE JESUS;
  • 2025 - Selecionada para compor a antologia do XIV Concurso Literário de Presidente Prudente - CLIPP - com o poema VERSOS LIVRES,;
  • 2025 - 3º lugar na categoria mini poema, Nacional/internacional, do 14º Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras 2025, com o mini poema PROSA, SABORES E MEMÓRIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia Prosa Poétioa, promovida pela Editora Persona, com a prosa MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2026 - 3ª classificada no concurso de fábulas promovido pela Editora Typus, com a fábula A MACACA E O LEÃO ;
  • 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros 2026, promovido pela Editora Persona, com o poema NONAS POESIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea Poemas sobre a morte, promovida pela Editora Persona, com o poema O ENCONTRO ;
  • 2026 - Selecionada para compôr a 4ª edição da Revista Alma, de Mocosa-Moçambique, com o poema VERSOS LIVRES;

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A JARARACA CAIU DO CAVALO



A JARARACA CAIU DO CAVALO

Indiscutivelmente, há serpentes espalhadas por todo o território nacional. Muitas delas infiltram-se montadas em cavalos brancos, espargindo ilusões por onde passam.  
Cada qual com suas peculiaridades. Algumas, se não forem aprisionadas, ou espancadas na cabeça chegam a mais de 1,70 m. Muitas podem pesar 90 quilos, ultrapassando o incrível recorde de 70 anos ou mais.

Elas trazem uma característica que lhes permite a imagem térmica da sua presa, por isso o acúmulo, o furor e o calor humano explodindo à flor da pele lhes são agradáveis e úteis, razão de elas promoverem o separatismo, para se apoiarem entre os grupos apartados.

Elas se adaptam melhores ao solo, muitas são arborícolas. Mas muito se tem provado que as mais perigosas têm mais apetites e seus venenos tornam-se ainda mais letais quando alcançam as alturas. Assim, da mesma forma que podem viver nas matas de um sítio, podem ser encontradas também em todo tipo de edificação, palácio, inclusive em apartamentos praianos.

Quando encurraladas, procuram fugir, mas se sentirem ameaçadas não hesitam em investir contra seus pares, doa a quem doer.  As mais inofensivas possuem presas de onde inoculam seus venenos; outras possuem o poder da coerção e da propina.

 O que nos intriga é a crescente invasão, no território nacional,  da espécie de serpente mais maligna que até mesmo o próprio Criador não encontra solução para exterminá-la:  aquela que apóia no poder  o seu pedestal  e mantém o domínio  da caneta e da chave do cofre.  Por causa de sua gana entalada na garganta, algumas tropeçam nas palavras, imbrogliando o discurso, tal qual fazem com suas presas; outras trazem  suas  línguas presas e na falta de discursos verdadeiros afirmam sempre não saberem de nada, sobretudo  do próprio veneno.

Outras trazem tanta beleza na oratória que hipnotizam a primeira vista. Aos que se rendem aos seus encantos não encontram razões para saírem em defesa própria, permitindo-se uma lavagem cerebral para serem mais um na multidão, aumentando a massa dos que  desconhecem a  história do seu povo, tampouco do seu ídolo. 

Pelas suas versatilidades e destaques nas áreas em que atuam imperiosas,  são manchetes  internacionais, agraciadas com o título de Honoris Causas;  independente de qual lado estejam suas cabeças, ou seus rabos, todas são idolatradas por fãs cujas cegueiras e babações  ainda não desenvolveram  antídotos para  curá-los.

Por causa de suas dissimulações, de seus cinismos, algumas serpentes  têm conseguido  manipular os  poderes onde rastejam  suas conveniências, esparramando seus venenos, paralisando os órgãos  de funções vitais para o funcionamento e progresso de uma  nação em que teimam, com suas toxinas,  gangrenar. Então uma delas, a que ainda cavalga apoiada nas patas da sua arrogância e cospe sobre a justiça os seus despautérios; aquela que se julga mais honesta que Cristo, experimenta agora a Justiça que, tardia, chegou a galope e o derrubou do cavalo.

 Serpentes, entre elas a jararaca, por serem agressivas, adaptam-se muito bem ao ambiente modificado pelo homem. Onde quer que elas habitem estão sempre aptas a darem o bote, seja ele verde, amarelo, azul, branco ou vermelho, para cujas nuanças  solicito esclarecimentos  sobre o conceito de honestidade que cada uma, inclusive a jararaca,  traz no aparato de sua lábia.

Não nos esqueçamos de que não podemos matar jararacas,  ou qualquer outra serpente, pelo ato constituir crime ambiental. Que a elas seja dado o direito de viverem em seu habitat natural, todavia se apresentarem perigo à sociedade, que sejam, pela Justiça, enjauladas com outras feras de igual nocividade, onde sustentarão suas funções na cadeia alimentar.

 Rita de Cássia Zuim Lavoyer

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

SEJAM, PELO MENOS, NOSSOS LEITORES


Sejam, pelo menos, nossos leitores

Microconto – produção textual que vem ganhando admiradores – escritores e leitores - em todos os cantos do planeta.  

Sendo a Literatura um instrumento de expressão, a ela posso contar tudo o que sei sobre mim, sobre o outro sem nenhum compromisso com a verdade. Nela eu posso ser amor e ódio na mesma proporção. Ponho o que pior, ou melhor eu conheço de mim e do mundo que me cerca a cargo dos personagens e eles que se lasquem no enredo. Problemas outros ficam por conta do narrador. Eu apenas empresto meus dedos para funcionar o teclado. Qualquer desavença com a realidade que me possa prejudicar jogo nas costas do eu lírico: figura de escape que uso como álibi para safar-me da cena, no momento em que eu componho o crime induzida pelos meus sentimentos mais íntimos, seja no verso ou na prosa.     

Digo que escrever liberta nossos fantasmas disfarçados de deuses e de diabos. Importante é recriá-los sempre, afinal são temperos que dão sabores especiais às nossas vidas.  Frequento grupos virtuais que funcionam exclusivamente para postagem de microcontos. Logo escrevo todos os dias. Ganho tempo porque a passagem pelos grupos é rápida. Enriqueço-me com as leituras e deixo um pouco do meu trabalho aos que também passam e o leem. Microconto é uma arte literária que se concilia com o nosso tempo. Ele está em nossas mãos, na tela do nosso celular.

Aqui em Araçatuba temos, no facebook, o grupo microcontofatimaflorentino. Cada dia é indicada uma palavra e sobre ela o autor escreverá sua narrativa, que não deve ultrapassar 300 caracteres. Interessados em participar, visitem-no. Inscrevam-se. Alguns destes microcontos que posto foram classificados em concursos. Vejam se se identificam com esta produção.

Palavra do dia: lavatório - Seu falatório não convencia mais ninguém na recepção do pronto socorro. Teria que esperar sua vez para ser atendida. Não aguentando mais e, com a boca seca, arrastou-se até ao banheiro e banhou-se no lavatório. Agarrou-se nele e, perdidas as forças, sentiu seu filho escorrer-lhe entre as pernas.

Palavra do dia: fita - Sapatinho preto colegial, meia ¾, sainha plissada, camisa branca, marias-chiquinhas enfeitadas com fitas coloridas... Lá vai ele, todo serelepe, para vida noturna, disfarçado de normalista, para ensinar aos brutos, ao seu modo, que não se pode dar a um homem sugestões de como ele deve se vestir.

Palavra do dia: árvore - Romântico, Enzo sonhou uma liberdade utópica. Fugiu para a natureza. Com ela identificou-se. Fixou-se ali. Fez parte dela. Viu-se árvore. Debaixo dela fez o balanço da sua existência. Regresso, concluiu: há sonhos possíveis. Agora, lança sementes. Quer ser árvore e sombra para quem dele precisar.

Palavra do dia: governo - Em sufrágio ao frágil governo dos frascos e comprimidos, Né tomou uma dose relevante de medida provisória e sofreu um permanente ataque corruptível de memória. Por conta da sua ingestão, perdeu o domínio sobre o que sabe e o que não sabe. Em apoio ao Né, os governos aderiram ao laxante Tomarnócu.

Palavra do dia: bumbum - Quando o bebê nasceu, a parteira meteu-lhe o murro na cara. A mãe, berrando, disse que o esposo, político influente, acabaria com a raça dela. Velha sábia, disse que pelo bumbum se conhece o político. Filho de quem é, como o pai, acabará com muitas raças, por isso antecipou sua vingança.

Palavra do dia: chuveiro - Remo tem pouca idade para promover genocídios: nome que ele dá aos seus atos. Sabedor das leis que regem o homem, age confiante na impunidade do seu prazer. Abre o chuveiro para ter o som da água batendo no piso como álibi e geme para dar voz às suas vítimas, que caem em pé e descem pelo ralo.

Venham fazer parte do nosso grupo. Sejam, pelo menos, nossos leitores. Muito obrigada.

Por Rita Lavoyer







sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

MICROCONTOS


Palavra do dia: Forquilha

Era polidactilia. Seu polegar repartido ao meio rendeu-lhe, na escola,
 dolorosos apelidos: pé de porco, alicate, forquilha. No embornal, entre o caderno e a merenda, seu estilingue. Os moleques que o apelidavam nunca descobriram quem os deixou banguelo, cego, ou com profundas cicatrizes no rosto. 
 

Palavra do dia: PRATA

Tratava a farinha como prata da casa. Um dia experimentou o fubá
 enriquecido com ferro. Daí,  passou a ser o primeiro da fila da assistência social para receber sua cesta básica. 


Palavra do dia: CAVALHEIRO

De cavalheiro a cavaleiro e cavalo, foi pau para toda obra, nem as éguas resistiam.



Palavra do dia: CABANA

Nasceu e viveu com a mãe em taperas às margens das estradas. Teve o luxo de experimentar uma morada melhor, quando os companheiros de fuga armaram, com galhos e folhas de coqueiro, um esconderijo na mata e deram-lhe o nome de cabana.


Palavra do dia: abelha

As férias dos aposentados, na praia de nudismo, teriam sido excelentes se as abelhas não tivessem escolhido o mesmo destino para usufruírem as delas.



Palavra do dia: garçom

Gratificado por servir, o garçom entregou-se de bandeja à sua profissão.



Palavra do dia: turismo

Amava o fundinho quente dela sobre seu corpo. Isso, só quando o turismo melhorava na região. Antes, ficavam separados. Mas tudo terminou quando um turista distraído deixou-a cair, espatifando-a no chão, esparramando o café. Hoje, o pires chora aquela xícara de bundinha quente, que lhe dava tanto prazer. 

Vovó, em segredo, decidiu aproveitar a vida. Investiria em turismo. Começou pela navegação. Tomou gosto por águas promíscuas. Com as vacinas atrasadas, sem dó, infectou o notebook do neto, que foi acusado, no universo virtual, de crimes sexuais, afundando o barco do garoto.
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Palavra do dia: aposta


Não entendiam, por serem rivais de guerra, por que dividiam a mesma cama de campanha. Fizeram aposta. Ao ganhador a cama. Na pareia, deu empate. Só de ódio, travaram a própria guerra e amaram-se no chão.

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Palavra do dia: ORELHA


Julião é o mais famoso amansador de burro bravo do sertão. Quando pula no lombo de um, agarra-se às orelhas dele, põe o bicho no chão e nele pratica a sua arte. Não tem cabra da peste que negue seu talento e não peça para ser amansado de novo. Por causa do Julião, já tem cabritas de orelhas em pé.



Palavra do dia: FILÓSOFO

Adepto à filosofia “quem não choram, não mamam”, tornou-se o filósofo 
que, de tanto que chorou, foi o que mais mamou. Tornou-se uma bola empachada e enjoou da própria filosofada. Refletiu! Lançou campanha:
 Exercite sua mente! Seja atrativo! Engorde suas ideias, leia um bom livro!               


Palavra do dia: MACARRÃO


Depois que o doutor lhe explicou, mostrando as imagens e as razões pelas
 quais ele tem que ser higiênico e sempre tomar vermífugo, Juquinha nunca mais conseguiu comer macarrão. Mas, quando um espaguete sai pelo seu
 nariz, sua mãe lhe diz que é refluxo. Ela o puxa, joga na privada e dá
 descarga.


Palavra do dia: MACARRÃO

Negão zoa o amigo Alvinho. Chama-o de rato albino, queijo coalho e outros adjetivos que destacam sua cor. Negão casou-se com a loira, tipo parmesão meia cura. Nela, Alvinho aquece seu macarrão duro e seco. Ele sai mole, com molho e coberto de queijo ralado, depois chama o amigo para tomarem vinho.


Palavra do dia: Cerco

Não haveria cerco melhor para eliminar os problemas que o afligiam.
 Como um extremista, circundou-se de soluções e acionou os explosivos.



Palavra do dia: FAROL

Dois ovos fritos sobre o prato de farinha eram faróis que davam luz ao céu escuro da família, que dependia das migalhas que os filhos ganhavam nas sinaleiras da vida. 



Palavra do dia: TETO


Quando pisa o chão, zonzo, desequilibra-se e bate com a cabeça.– Labirintite infeliz – ele reclama. Ele pede socorro, sua família lhe traz um copo de sangue e, restabelecido, o morcego vampiro volta a equilibrar-se no teto da sua morada.


Palavra do dia: paródia

Abra o seu coração pra paródia que você vai ler: Eu ando só de buzão, que roda super lotado, ultrapassando sinais da lei. Tarados se esfregam, deixam marcas na mulherada, sem pena, fogem em disparada. O buzão não é vontade minha, tenho sorte de chegar viva, marcada como boiada, no final da linha. 

Entendo a arte como forma de libertação, Ralf fez paródias sobre sua existência. Nos palcos da vida, foi ator principal das tragédias que escreveram para ele. No stand-up, o mais aplaudido pelo que escreveu de si mesmo. 


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Palavra do dia: Bumbum

Quando o bebê nasceu, a parteira meteu-lhe o murro na cara. A mãe, berrando, disse que o esposo, político influente, acabaria com a raça dela. Velha sábia, disse que pelo bumbum se conhece o político. Filho de quem é, como o pai, acabará com muitas raças, por isso antecipou sua vingança.



Palavra do dia: TERRAÇO

No terraço do sobrado que comprou, sonha para o filho uma casa na árvore, como nos filmes que assisti. Fã do Tarzã, quis uma Jane para realizar o sonho. Ela, fã das alturas, exigiu cobertura em Dubai. Ele, sem filho e sem sobrado com terraço, pula de cipó em cipó para conseguir pagar as contas. 



Palavra do dia: CHUVEIRO


Remo tem pouca idade para promover genocídios: nome que ele dá aos seus atos. Sabedor das leis que regem o homem, age confiante na impunidade do seu prazer. Abre o chuveiro para ter o som da água batendo no piso como álibi e geme para dar voz às suas vítimas, que caem em pé e descem pelo ralo.


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

SER LUZIA - UMA BENFEITORA

Ser Luzia. Uma benfeitora

            “ Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina” –Cora Coralina

Agradeço o Jornal Folha da Região, pela oportunidade do espaço, para homenagear uma amiga. Alguém pode discordar do que apresento, mas se o faço, é porque os pontos positivos da homenageada superaram seus defeitos, e não me interesso saber quais são, e se os tem, como todos nós, não prejudicam quem convive com ela. Por isso, como tantos anônimos benfeitores, ela merece a graça do reconhecimento. 
                                                       
Ela não entrou na minha vida por acaso e tornou-se importante para mim no sentido de registrar-se em um determinado período da minha existência que o tempo não é capaz de apagar. Abraçou comigo as minhas causas, pegou-me as mãos e não fraquejou em seus passos, ajudando-me com materiais e pesquisas que contribuíram nas conclusões dos meus trabalhos: sonhos que eu queria realizados.  
Há folhas que nascem, desenvolvem, cada qual respeitando o seu ciclo; enfeitam as árvores, fortalecendo-as para suportarem o parto dos frutos, até o tempo de um vento forte levá-las para juntarem-se ao outro grupo, o de adubação. Ali, no amontoado de tantas outras folhas levadas pelos ventos, serão alimentos para matar a fome da terra. Todos, como as folhas, exercemos funções importantes no meio em que vivemos. Ela é assim, o conjunto desse ciclo, por isso sua importante na vida de muitas pessoas.
Eu a conheci quando lecionamos em uma escola estadual. Espelhava-me nela, nas aulas dela, nos trabalhos que ela desenvolvia. Eu era iniciante no magistério; ela, experiente. Como os rios confiam-se ao mar, eu confiei na Luzia e ela ajudou-me pelo prazer de ser útil.  Acompanhei  um longo e difícil período da vida dessa mulher, filha, irmã e, principalmente, mãe!
Igualávamos nas nossas dificuldades de toda ordem, inclusive a financeira. Sem carro, corríamos juntas de uma escola a outra.  Com filha ainda pequena, confiando à mãe, dona Áurea, o cuidado da sua proteção para lecionar.
Vi a Luzia, no trabalho, por sua estirpe, engolir petulâncias a seco, sem revidar e também a assisti ensinando que a natureza de cada ser precisa ser lapidada para alcançar o processo normal de evolução. Assim escreveu a sua história, com muito respeito e honra à profissão que ela tão bem sabe exercer. Com isso proveu o sustento da família, pois foi  pai e mãe da sua filha. Não enriqueceu. Hoje, com a filha criada, vive uma situação mais remediada que outrora.
Conhecendo sua história e os fardos que carregou para chegar digna até aqui, e ler essas simples linhas que lhas ofereço, quero que muitas pessoas, que não a conhecem, saibam quão boa e generosa é Luzia Machado. Tenho o dever de apresentá-la como os meus olhos e o meu coração a veem, porque ela só registrou passagens boas em mim. 
Luzia, como tantas Luzias, ultrapassou o limite da sua era. Venceu e vence obstáculos. Mulher de raça, que eu sei que ela é, vencerá outros tantos. Centrada, cristã fervorosa, fã de Literatura e admiradora de Cora Coralina, ela é uma das que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Honra-me fazer parte do círculo de amigos que ela convidou para repartir a sua trajetória.  
            Na minha, da sua família e na dos seus amigos, você, Luzia Machado, não será apenas folha passada, levada pelo tempo. Você é história porque é benfeitora.  
            Minha gratidão a essa amiga que me chama a atenção, me corrige e, comigo, está sempre aceitando novos desafios.
             E você? Tem um algum benfeitor que deseja homenagear? Por  que não fez isso ainda?
  



Rita de Cássia Zuim Lavoyer