CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia O FILME;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto A CARTA;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O BEIJO DA SERPENTE;

2012 - 7ª colocado no concurso de blogs promovido pela Cia dos Blogueiros - Araçatuba-SP;

2014 - tEXTO selecionado pela UBE para ser publicado no Jornal O Escritor- edição 136 - 08/2014- A FLOR DE BRONZE //; 2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto LEITE QUENTE COM AÇÚCAR;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins, com o conto MARCAS INDELÉVEIS;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR, com o conto SOB A TERRA SECA DOS TEUS OLHOS;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba com o conto A ANTAGONISTA DO SUJEITO INDETERMINADO;

2016 - classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia, com o poema AS TUAS MÃOS.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras, com a crônica PLANETA MULHER;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia PERMITA-SE;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

2018 - 24ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - Menção honrosa na 4ª edição da Revista Inversos, maio/ com o tema Crianças da África - Poesia classificada BORBOLETAS AFRICANAS ;

2018 - 31ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 5ª classificada no TOP 7, na 1ª semana de junho de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 3ª semana - VII de junho de microconto Escambau;

2019 - Classificada para antologia de suspense -segundo semestre - da Editora Jogo de Palavras, com o texto OLHO PARA O GATO ;

2019 - Menção honrosa no 32º Concurso de Contos Cidade de Araçatuba-SP, com o conto REFLEXOS DO SILÊNCIO;

2020 - 29ª classificada no TOP 35, na 4ª semana - VIII de Prêmio Microconto Escambau;

2020 - Menção honrosa no 1º Concurso Internacional de Literatura Infantil da Revista Inversos, com o poema sobre bullying: SUPERE-SE;

2020 - Classificada no Concurso de Poesias Revista Tremembé, com o poema: QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;

2020 - 3ª Classificada no III Concurso de Contos de Lins-SP, com o conto DIÁLOGO ENTRE DUAS RAZÕES;

2020 - 2ª Classificada no Concurso de crônicas da Academia Mogicruzense de História Artes e Letras (AMHAL), com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA

CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS

  • 2021 - Selecionada para a 6ª edição da revista SerEsta - A VIDA E OBRA DE MANUEL BANDEIRA , com o texto INILUDÍVEL ;
  • 2021 Selecionada para a 7ª edição da revista SerEsta - A VIDA E A OBRA DE CECÍLIA MEIRELES com o texto MEU ROSTO, MINHA CARA;
  • 2021 - Classificada no 56º FEMUP - com a poesia PREPARO A POESIA;
  • 2021 - Classificada na 7ª ed. da Revista Ecos da Palavra, com o poema CUEIROS ;
  • 2021 - Classificada na 8ª ed. da Revista Ecos da palavra, cujo tema foi "O tempo e a saudade são na verdade um relógio". Poema classificado LIBERTE O TEMPO;
  • 2022 - Classificada no 1º Concurso Nacional de Marchinhas de Carnaval de Araçatuba, com as Marchinhas EU LEIO e PÉ DE PITOMBA;
  • 2022 - Menção honrosa na 8ª edição da Revista SerEsta, a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade , com o texto DIABO DE SETE FACES;
  • 2022 - Classificada na 10ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema mulher e mãe, com o texto PLANETA MULHER;
  • 2022 - Classificada na 20ª ed. Revista Inversos, tema: A situação do afrodescendente no Brasil, com o texto PARA PAGAR O QUE NÃO DEVO;
  • 2022 - Classificada na 12ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema Café, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2022 - selecionada para 1ª antologia de Prosa Poética, pela Editora Persona, com o texto A FLOR DE BRONZE;
  • 2022 - Selecionada para 13ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema MAR, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 2ª edição da Revista Mar de Lá, com o tema Mar, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 3ª Ed. da Revista Mar de Lá com o microconto UM HOMEM BEM RESOLVIDO;
  • 2022- Classificada com menção honrosa no 34º Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O CORTEJO DA MARIA ROSA;
  • 2022- Classificada pela Editora Persona com o conto policial QUEM É A LETRA L;
  • 2022 - Classificada no Concurso da E-33 Editora, Série Verso e Prosa, Vol.2 Tema Vozes da Esperança, com o poema POR ONDE ANDAS, ESPERANÇA? ;
  • 2023 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema VENTO;
  • 2023 - Classificada para coletânea de poetas brasileiros pela Editora Persona, com o poema CUEIROS;
  • 2023- Selecionada na 23ª ed. da revista Literária Inversos com tema "Valores Femininos e a relevância do empoderamento e do respeito da mulher na sociedade contemporânea", com o poema ISSO É MULHER;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Contos de Humor, Editora Persona, com o conto O PÃO QUE O QUINZIM AMASSOU;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Poesias Metafísica do Eu, Editora Persona, com o poema QUERO OLHOS ;
  • 2023 - Selecionada pra a 11ª Edição da Revista SerEsta, A vida e obra de Paulo Leminsk, com o poema EL BIGODON DE CURITIBA ;
  • 2023 - Classificada no 1º concurso de poesia do Jornal Maria Quitéria- BA, com o tema " Mãe, um verso de amor", com o poema UM MINUTO DE SILÊNCIO À ESSAS MULHERES MÃES;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol. 4, tema Vozes da Solidão, editora E-33, com a crônica A MÃE;
  • 2023 - Selecionada para a 9ª ed. da Revista Mar de Lá, como poema O POETA E A AGULHA;
  • 2023 - Classificada no concurso de Prosa Poética , Editora Persona, com o texto QUERO DANÇAR UMA MÚSICA CONTIGO;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.5, tema Vozes do Sertão, editora E-33, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.6, tema FÉ, Editora E-33, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2023 - CLASSIFICADA para a Antologia Embalos Literários, Editora Persona, com o conto SEM AVISAR;
  • 2023 - Classificada na 18ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema FLORES, com o poema O PODER DA ROSINHA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.7, tema AMIZADE, Editora E-33, com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2023 - Classificada em 8ª posição no Prêmio Castro Alves, na 33ª ed. Concurso de Poesia com temática Espírita, com o poema SOLIDARIEDADE;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.8, Vozes da Liberdade, tema , Editora E-33, com o poema REVOADA;
  • 2023 - Classificada para a Antologia Desejos profundos - coletânea de textos eróticos , Editora Persona, com o poema AGASALHA-ME;
  • 2023 - Classificada para antologia Roteiros Adaptados 2023 - coletânea de textos baseados em filmes, Editora Persona, com o texto BARBIE, UMA BONECA UTILITÁRIA;
  • 2023 - PRIMEIRO LUGAR no Concurso , edital 003/2023 - Literatura - seleção de projetos inéditos, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba, com o livro infantojuvenil DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea Cronistas Contemporâneo, pela Editora Persona, com o texto A CONSTRUÇÃO DE UMA PERSONAGEM;
  • 2024 - Classificada para 19ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema A PASSARINHA;
  • 2024 - Classificada para a 13ª edição da Revista Mar de Lá, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea "Um samba no pé, uma caneta na mão", tema carnaval, pela Editora Persona, com o poema DEIXA A VIDA TE LEVAR;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea "Revisitando o Passado", promovido pelo Projeto Apparere, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros,2024, Editora Persona, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Antologia JOGOS DO AMOR, promovida pela Revista Conexão Literária, com o tema O jogo do amor, poema classificado: TENHO MEDO;
  • 2024- Selecionada para 20ª ed. da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema INFÂNCIA, com o poema DEBAIXO DE UMA LARANJEIRA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea SOB OSSOS E SERPENTES, da Tribus Editorial, com o conto, com 9.999 caracteres, O BEIJO DA SERPENTE,
  • 2024 - Selecionada para a 21ª Edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema REVOADAS;
  • 2024 - Selecionada para a Coletânea de poemas Intimistas Existencialistas, com o tema A Arte do Eu, promovido pela Editor Persona, com o poema GOTAS DA CHUVA ;
  • 2024 - Selecionada para compor a antologia NÓS , textos de autoria feminina pela SELO OFF FLIP, com a crônica MULHER, FONTE DA ÁGUA;
  • 2024 - Classificada na 27ª Edição do Concurso da Revista Literária Inversos, com o tema "Culinária Típica da Festa de São João", promovido pela Academia de Letras e Artes de Feira de Santana (ALAFS) e Academia Metropolitana de Letras e Artes, com o poema SEU ZEQUINHA NO SÃO JOÃO DO NORDESTE;
  • 2024 - Classificada no concurso Literário MEMÓRIAS DE AFETO, promovido pela Lítero Editorial, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a 22ª edição da Revista Ecos da Palavra , temática Animais, com o texto ORAÇÃO DOS BICHINHOS ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Microconto-2024, promovido pela Editora Persona, com o microconto ROSTO;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea A POESIA SUBIU O MORRO, promovido pela Editora A Arte da Palavra, com o poema PERMITA-SE;
  • 2024 - Classificada para compor a Edição 23 da Revista Ecos da Palavra, com o poema QUANDO EU SENTIR;
  • 2024 - 2º classificada no 35º Concurso Nacional de Contos cidade de Araçatuba, com o conto IN VINO VERITAS;
  • 2024 - Classificada para compor a Coletânea Contistas Contemporâneos, 2024 - Editora Persona, com o conto NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Classificada para compor a 25ª edição da Revista Ecos da Palavra, com o poema CONVITE;
  • 2024 - Cordéis classificados para compor a Antologia Povo, Cordel e Poesia, promovido pela Litero editorial, com os cordeis: SEJAMOS TODOS EMPÁTICOS; AMAR ANIMAIS É DOM; A IMPORTÂNCIA DA LEITURA; 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2025 - Classificada no Concurso Coletivo Fomento Literário ; tema Semente da Esperança, com o poema GERMINAIS;
  • 2025 - Classificada para compor a Coletânea de Poetas Contemporâneos, 2025, Editora Persona, com o poema ANJO DE VERDADE ; ,
  • 2025 - classificada na 26ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema Amizade e com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2025 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária SerEsta, sobre a vida e a obra de Casimiro de Abreu, com a prosa O MEU CORPO NÃO ESTÁ NA REDE;
  • 2025 - Classificada na Antologia MISTÉRIOS - contos e poemas, pela Revista Conexão Literatura, com o conto QUEM É A LETRA L;
  • 2025 - Classificada na 51ª Edição da Revista LiteraLivre com o poema SEM(HORA);
  • 2025 - Classificada no 1º Prêmio Proverbo de Literatura, com o poema (Entre) Versos e Razões;
  • 2025 -RECEBEU TROFÉU ODETTE COSTA NA CATEGORIA LITERATURA COM O LIVRO DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI
  • 2025 - Classificada para Revista Conexão Literatura , com o tema POEMAS SOBRE O TEMPO, Vol. VII, com o poema PÓ DO TEMPO ;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 99 – 08 de junho de 2025 , com a Crônica MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Coletânea Enigmas Independentes, promovida pela Editora Independentes, como conto OS SEGREDOS DE CATARINA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 100 – 15 de junho de 2025 - PARTE I DE II - Edição especial de número 100, com a crônica NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Selecionada para compor a edição n. 6 da Revista Animalista, com o cordel AMAR ANIMAIS É DOM;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Literária Epifania# 1, com o tema sentimentos: amor, tristeza, alegria, raiva, com o poema NA FOZ OU NO SONO;
  • 2025 - selecionada para compor a 52ª edição da Revista LiteraLivre, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2025 - Selecionada para compor a 28ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema CHUVA, , com o poema GOTAS DA CHUVA
  • 2025 - selecionada para compor a Antologia "A Força dos Versos", pela Editora Literária, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2025 - Selecionada para compor a 2ª edição Revista Alma: associação Literária de Mocossa Moçambique., com o poema A PASSARINHA;
  • 2025 - Classificada em 9º lugar no XXVI Concurso de Contos Alípio Mendes, promovido pela Academia Angrense de Letras e Artes, com o conto MATEUS, O MENINO DOS ANOS DE CHUMBO;
  • 2025 - Classificada para compor a 5ª edição, edição comemorativa de 1º aniversário da Revista Vinca Literária, somente para mulheres, com o poema QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;
  • 2025 - Selecionada para compor a 31ª edição da Revista Inversos, em homenagem ao dia das Crianças, com o poemeto CRIANÇA REAL;
  • 2025 - Selecionada para compor a 16ª ed. da Revista SerEsta, com o tema A vida e a obra de Carolina Maria de Jesus, com a crônica UMA ENTREVISTA COM CAROLINA MARIA DE JESUS;
  • 2025 - Selecionada para compor a antologia do XIV Concurso Literário de Presidente Prudente - CLIPP - com o poema VERSOS LIVRES,;
  • 2025 - 3º lugar na categoria mini poema, Nacional/internacional, do 14º Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras 2025, com o mini poema PROSA, SABORES E MEMÓRIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia Prosa Poétioa, promovida pela Editora Persona, com a prosa MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2026 - 3ª classificada no concurso de fábulas promovido pela Editora Typus, com a fábula A MACACA E O LEÃO ;
  • 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros 2026, promovido pela Editora Persona, com o poema NONAS POESIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea Poemas sobre a morte, promovida pela Editora Persona, com o poema O ENCONTRO ;
  • 2026 - Selecionada para compôr a 4ª edição da Revista Alma, de Mocosa-Moçambique, com o poema VERSOS LIVRES;

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

QUANDO AS FLORES NÃO PUDEREM MAIS FALAR


      
Por Rita Lavoyer 

Refestelam-se sobre as páginas da história,
d’onde os brotos fazem-se flores,
as rapinas e as ervas inglórias,
que se satisfazem sugando-lhes os nutrientes.
No olho por olho, dente por dente e,
antecipando vitórias, enfeitam de prantos
os campos minados, por elas arados,
e postam ali, às escondidas,
muros e cercas de espinhos sem cores.

Inimigas das lutas virtuosas
mandam pôr ferro às vozes: perigos iminentes.
Enquanto as sementes, em estado de vida latente,
Explodem sob a terra para lutar,
as antagonistas a esta lavra
fazem-se gritos histéricos
às suas oponentes -  vozes eminentes - :
 As flores, embora queiram, já não podem mais falar!

Mas brotam com coragem,
enfrentando minas e bombas,
sustentando do sonho de liberdade a espinha dorsal.
Caladas pela opressão, sob tortura,
 suas pétalas feridas exibem resistências!
Armamentistas, separatistas,
pregadores ilógicos às flores decretarão falências.

Ouvindo os silêncios perigosos,
às flores fazem coro
as forças da diversidade ambiental.
Unidas, desmantelam desordem imposta por quem,
sem ideias, querem dominar.

Infiltrar-se-ão entre os perfumes da liberdade
o enxofre do discurso radical.
Entre rusgas, musgos e olhos vesgos
serão postos a funcionar os gatilhos.
Sob comando, bradam os armamentos,
rasgando o véu da aurora:
 As flores, embora queiram, já não podem mais falar!

Ao som do estribilho
perdem-se as cores os tempos...
Que os cantos de todos os cantos ecoem no ar
e alcancem os campos,
calando quem faz emudecer.

Convocadas a romperem grilhões,
muitas flores lutarão por um fim glorioso,
para que novas sementes
experimentem um novo florescer.
Destemidas, desfazendo o desfecho desastroso
a que foram submetidas, serão expoentes!

Na história serão
para uns contratempo: o borrão dos anais;
para outros combatentes: modelos de luta exemplar.

Concentradas em suas raízes, as protagonistas
dirão em bom tom os seus ideais,  
mesmo quando muitas flores, em campos abertos,
embora podendo, já não queiram mais falar.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

OUSADIA POÉTICA



 Rita Zuim Lavoyer
Aos pés de uma Figueira seca e condenada,
alguém lhe declamou palavras benditas...
Renasceu. Em florada frutos saudáveis ela prometeu,
desfazendo-se, assim, de  sua sorte maldita.

Adiante passou o Cuidador das plantações,
trazendo consigo alguns semeadores.
À vista da Figueira florida bradaram:
- Isto é blasfêmia promovida ao Senhor dos plantadores!

- Adianta-te quem esta Figueira salvou.
Pronuncia-te quem reverteu o processo que EU fiz!
Não serás por nós acusado. Quero saber quem ousou
contrariar-me e o que usou,   mudando-lhe o cariz.

-*-*-*
- Ensinaste-me, Cuidador, o Vosso dom. Feria-me ver esta
Figueira amaldiçoada, sozinha. Intuí que pudesse salvá-la.
Aprendi que nas palavras há beleza que acalma, que cura...
Lapidei as palavras embrutecidas que eu tinha. Economizei minha fala.

 Quando as vi – as palavras- em minha lavra, brilhando, qual joia rara,
confiei que as luzes delas pudessem ser, para a vida, abertura.
Semeei nesta árvore, com minha voz, as melhores palavras
que eu tinha, arrebatando-a  de sua morte... de sua amargura.

Se a vedes, vistosa, com flores caindo em cachos
e seus frutos a forrarem o chão, confesso-Vos: Isto eu queria!
Salvemos outras igualmente secas com as melhores palavras que
soubermos usar.  Valorizei as minhas! Brotou em mim poesia.
 
Sabei, Cuidador das Plantações, a Poesia revive, sem alarme,
corpos em letargia. Abranda desassossegos das senzalas...
Qual recurso usei aqui?  Extraí das palavras as essências.
Se há palavras que ressuscitam, Senhor, as minhas vou semeá-las.

Hoje, aprendi: posso ser poeta! Não vou, nesta feita, calar-me.
O que era retrato de morte, agora dá vida, é sonho e é sombreira!
Quereis apresentação melhor? Esta imagem não Vos é uma?
Não vedes inflamando alegria o que seria matéria para fogueira?

Para esta Figueira, outrora seca, única, sem par, há tantas comparações...
As palavras que me habitam cogitam, sem castigos, outras formas de amar.   
Há milagres nas palavras e se as lapidarmos com fé, elas melhoram feições!
Descobri, Senhor, que palavras que matam, o Poeta usa-as para salvar!

Contrariei-Vos? Usei da Palavra a alma, não quis à Figueira o mal.
Ousei? Ousei! Mas, na qualidade de Vosso discípulo, Mestre,
se argumentos tiverdes contra o meu excesso de fé,
submeter-me-ei a Vós, condenado pela Vossa palavra final!

Se compreenderdes que há salvação na Poesia,
chamar-me-ás, por antonomásia, Poeta:
aquele que, com sua arte, na desordem do tempo põe harmonia,
podendo, com suas palavras, evitar a eutanásia do Planeta.

-*-*-*-
- Não penses, Poeta, que a Mim contrariaste, semeando a esperança.
Com tuas palavras torna-te, pois, do Poema do mundo um verso.
Provas, nesta feita, que és do Criador Imagem e Semelhança.
Foi Ele que, com palavras, construiu a Maior Poesia: o Universo.

Autoria – Rita de Cássia Zuim Lavoyer - Araçatuba

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

FÉRTIL






FÉRTIL


Vejo uma  borboleta amarela chegando para a sua estada.

Vejo uma margarida vermelha querendo-se enfeite.

Ela bate as asas sobre a margarida vermelha que enfeita um jardim.

Muitas borboletas chegam. Todas amarelas

e sobrevoam muitas margaridas vermelhas do grande jardim.

Vejo-as batendo as suas asas,

dando movimento às pétalas das margaridas vermelhas.

Vejo os caules das margaridas.

Eles são verdes. Muito fortes.

Nos caules eu vejo folhas.

Elas são verdes. Bem verdes.

Eu posso ver os caules sendo agarrados por muita grama policroma.

Sob ela eu vejo terra.

Muita terra que esconde as raízes das margaridas vermelhas

de caules e folhas verdes e que hospedam as borboletas amarelas.

São raízes, profundas raízes

como as veias, os vasos, as artérias de nossos corpos.

Vejo corpos subterrâneos de marrom,

 que escalaram  o verde intermediário, 

 sobrevoarem o  pensamento do meu jardim  vermelho e amarelo,

polinizando margaridas e borboletas. 


Rita Lavoyer

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

COM UM AMIGO PARA VENCER A PERDA




Resultado de imagem para DEPRESSÃO

Por Rita Lavoyer 


Minha amiga me deixou e nem se despediu.
No seu lugar, a angústia lotou o meu vazio.  
Onde andas, amiga, que me ajudavas a sonhar?
Sem medo de morrer... É assim que vivo.  
Com a insônia, a morte despertou em meus sentidos.
Pr’essa força não encontro lenitivo.
Sinto-me interiorizado, amarrado em meus conflitos.
Sufocado, não ouço os meus gritos.
No meu apuro, nem sei o que procuro.
Estou estagnado em mim, lugar onde me perdi!

Depois que a Esperança me abandonou,
no meu corpo não encontro o meu lugar.
Falta de projetos e de sonhos traduzem meu embotamento.
Ninguém me bate à porta?
Minhas cordas mudas estão sem gritos? Esforço-as!
Quem me ajudará neste tormento?
Por que existo?
Nas circunstâncias em que vivo não há sentido minha vida!
Sinto que preciso antecipar minha partida.
Não chores! Deixo aqui minha despedida!



- Vida, fizeste bem pôr força em tua voz!
Encontrei teu grito. Aceita-me teu amigo?
Desatemos da tua existência os nós!
Não abrevies tua dádiva! Viver é o teu veredicto!
Na perda da Esperança serei teu acalento.
Há alternativas... Permite-te novo advento.  
A inanição por que passas
e que é o teu punhal, assemelha-te a tantos aflitos...
Existes porque preciso de ti.
Dá-me tua mão. Ajuda-me de outros evitar o ponto final.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

ALDRAVIAS


Revelando 

Que
Amara
Atestou
Próprio
Óbito

---------------------------


Arranhava
Lábios
Mordia
Línguas
Cuspia
bocas

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Seu
enxergar
Via
Poesias
Nas
Imperfeições

----------


Para
Livramentos
No
Livro
Prendeu-se
Voou
----------------------------


 Raios
Expeliu
Do
Céu
Da
Boca.
----------------------------

Fez-se
Canhão
Bombas
Fabricava
Na
Alma

---------------------------

Entre
Razão
E
Emoção
Achou
Abismo

---------------------------------

No
Ponto
De
Vista
Encontrou
Paralelas

------------------------------


Fúria
Findada
No
Fio
Da
Faca
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Caixa
Dois
Ladrão
Fugiu
Pelo
Ladrão
----------------------------------


Surfou
Saudade
Na
Crista
Da
Onda

-------------------------------------


Coração
Agalopado
Derrapou
no
Peito
Apaixonado

-------------------------------------


Na
Bombonier
Sonho
Valsa
Bailarina
Solidão

---------------------------------------


Janela
Vento
Cortina
Bailado
Vendaval
Samba
------------------------------------------


Álcool
Droga
Dinheiro
Mulheres
pistola
Impotência
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Rita Lavoyer


sábado, 8 de dezembro de 2018

ALDRAVIAS

            Arranhava
                                                        Lábios
                                                       Mordia
                                                       Línguas
                                                       Cuspia
                                                       Bocas




                                                    Revelando 
                                                    Que
                                                    Amara
                                                    Atestou
                                                    Próprio
                                                    Óbito






Começo
A
Gostar
De
Aldravia
Encantada.




Casa 
caiada
por
fora
oculta
interior





Autoria- Rita Lavoyer




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O ÚLTIMO VERSO PARA UM POEMA


O último verso para um poema
Rita Lavoyer



Senti que um amor me visitara como nunca antes.
Foi um amor assim, sem propósito, inesperado,
que não sabe nem o porquê, nem por quem.
Simplesmente um amor do “tipo” que não se esconde.
Um amor desconhecido que me causara medo.
Perguntei-me: Entrou por onde?
Por ser um amor que equilibra o homem,
eu o queria escondido!
O que fazer com um amor assim, tão pródigo?
Por instante quis desamar este amor insólito.
Percebi tardia minha decisão. Era forte seu enredo.
Já amava este amor e a mim não o fiz segredo.
Num papel em branco,
tentei usá-lo – o amor- para dar vida à minha pena!



Pena! Assim se referiu o indagante à sua esferográfica.
Gostava de ser chamado “das antigas”.
Depois de muito tentar percebeu
que o amor que o acometia era de natureza moderno.
Não era amor que dava palpitações.
Não era amor que o levava de um gole à bebedeira.
Não era amor que movia suas pernas ao encontro da amada.
Não era amor que socava, por ciúme, seu adversário no amor.
Não era amor de bandeiras exaltadas em praça pública.
Não era amor de lágrimas, de choro e solidão.
Era um amor que nascia espontâneo
e habitava  um campo concentrado
com conceito concreto sobre o amor.
Com a pena na mão e nenhuma linha escrita
considerou que o tal amor que o visitara
era mais do que modermo:
era, por sua raiz, contemporâneo.
Tão próximo e tão distante ...



Notou, anotou, rabiscou, amassou, rasgou...
Voltou aos seus escritos do tempo em que o amor
dava vida à sua pena.
Na tentativa de não desmerecer a intenção
de poetar sobre o seu novo amor, estranho amor,
no rodapé de outra folha tentou registrar
os últimos versos, para um poema, tão claro  
quanto o papel em branco.  


Confesso ter conhecido um amor nada clássico,
um amor de onde não brotava versos métricos,
para formar poema. Só irregulares.
Poema que ainda não nasceu
porque não é um amor  que valha a pena.
Quando me surgir, novamente,
um amor das antigas,
daquele que leva o homem à loucura,
voltarei a ser poeta, com lirismo exacerbado,
permitindo-me também ser daqueles
em que a estética prevaleça sobre o conteúdo
e que sua métrica e rima proporcione música e dança.

Numa Ode em que o sujeito poético
possa ser eu – um épico -  e ninguém mais.
Quero sentir um amor do passado, com sofrência
ao ponto de a escansão de cada
sílaba poética ser obsessão
de cortar os pulsos e ver o sangue jorrar,
manchando o alvo lençol de algodão
sobre o qual desfalecerei, simplesmente,
 por causa de um amor.  
Atenção: Amor contemporâneo é amor lapidado,
amor maduro,
amor de quem já viveu vários amores e encontrou o certo,
tão certo que chega a fazer bem.
Mas... Não o quero, não!


Quero um amor que me ajude a fazer versos,
ainda que seja o último para um poema.