CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia O FILME;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto A CARTA;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O BEIJO DA SERPENTE;

2012 - 7ª colocado no concurso de blogs promovido pela Cia dos Blogueiros - Araçatuba-SP;

2014 - tEXTO selecionado pela UBE para ser publicado no Jornal O Escritor- edição 136 - 08/2014- A FLOR DE BRONZE //; 2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto LEITE QUENTE COM AÇÚCAR;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins, com o conto MARCAS INDELÉVEIS;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR, com o conto SOB A TERRA SECA DOS TEUS OLHOS;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba com o conto A ANTAGONISTA DO SUJEITO INDETERMINADO;

2016 - classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia, com o poema AS TUAS MÃOS.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras, com a crônica PLANETA MULHER;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia PERMITA-SE;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

2018 - 24ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - Menção honrosa na 4ª edição da Revista Inversos, maio/ com o tema Crianças da África - Poesia classificada BORBOLETAS AFRICANAS ;

2018 - 31ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 5ª classificada no TOP 7, na 1ª semana de junho de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 3ª semana - VII de junho de microconto Escambau;

2019 - Classificada para antologia de suspense -segundo semestre - da Editora Jogo de Palavras, com o texto OLHO PARA O GATO ;

2019 - Menção honrosa no 32º Concurso de Contos Cidade de Araçatuba-SP, com o conto REFLEXOS DO SILÊNCIO;

2020 - 29ª classificada no TOP 35, na 4ª semana - VIII de Prêmio Microconto Escambau;

2020 - Menção honrosa no 1º Concurso Internacional de Literatura Infantil da Revista Inversos, com o poema sobre bullying: SUPERE-SE;

2020 - Classificada no Concurso de Poesias Revista Tremembé, com o poema: QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;

2020 - 3ª Classificada no III Concurso de Contos de Lins-SP, com o conto DIÁLOGO ENTRE DUAS RAZÕES;

2020 - 2ª Classificada no Concurso de crônicas da Academia Mogicruzense de História Artes e Letras (AMHAL), com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA

CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS

  • 2021 - Selecionada para a 6ª edição da revista SerEsta - A VIDA E OBRA DE MANUEL BANDEIRA , com o texto INILUDÍVEL ;
  • 2021 Selecionada para a 7ª edição da revista SerEsta - A VIDA E A OBRA DE CECÍLIA MEIRELES com o texto MEU ROSTO, MINHA CARA;
  • 2021 - Classificada no 56º FEMUP - com a poesia PREPARO A POESIA;
  • 2021 - Classificada na 7ª ed. da Revista Ecos da Palavra, com o poema CUEIROS ;
  • 2021 - Classificada na 8ª ed. da Revista Ecos da palavra, cujo tema foi "O tempo e a saudade são na verdade um relógio". Poema classificado LIBERTE O TEMPO;
  • 2022 - Classificada no 1º Concurso Nacional de Marchinhas de Carnaval de Araçatuba, com as Marchinhas EU LEIO e PÉ DE PITOMBA;
  • 2022 - Menção honrosa na 8ª edição da Revista SerEsta, a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade , com o texto DIABO DE SETE FACES;
  • 2022 - Classificada na 10ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema mulher e mãe, com o texto PLANETA MULHER;
  • 2022 - Classificada na 20ª ed. Revista Inversos, tema: A situação do afrodescendente no Brasil, com o texto PARA PAGAR O QUE NÃO DEVO;
  • 2022 - Classificada na 12ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema Café, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2022 - selecionada para 1ª antologia de Prosa Poética, pela Editora Persona, com o texto A FLOR DE BRONZE;
  • 2022 - Selecionada para 13ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema MAR, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 2ª edição da Revista Mar de Lá, com o tema Mar, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 3ª Ed. da Revista Mar de Lá com o microconto UM HOMEM BEM RESOLVIDO;
  • 2022- Classificada com menção honrosa no 34º Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O CORTEJO DA MARIA ROSA;
  • 2022- Classificada pela Editora Persona com o conto policial QUEM É A LETRA L;
  • 2022 - Classificada no Concurso da E-33 Editora, Série Verso e Prosa, Vol.2 Tema Vozes da Esperança, com o poema POR ONDE ANDAS, ESPERANÇA? ;
  • 2023 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema VENTO;
  • 2023 - Classificada para coletânea de poetas brasileiros pela Editora Persona, com o poema CUEIROS;
  • 2023- Selecionada na 23ª ed. da revista Literária Inversos com tema "Valores Femininos e a relevância do empoderamento e do respeito da mulher na sociedade contemporânea", com o poema ISSO É MULHER;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Contos de Humor, Editora Persona, com o conto O PÃO QUE O QUINZIM AMASSOU;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Poesias Metafísica do Eu, Editora Persona, com o poema QUERO OLHOS ;
  • 2023 - Selecionada pra a 11ª Edição da Revista SerEsta, A vida e obra de Paulo Leminsk, com o poema EL BIGODON DE CURITIBA ;
  • 2023 - Classificada no 1º concurso de poesia do Jornal Maria Quitéria- BA, com o tema " Mãe, um verso de amor", com o poema UM MINUTO DE SILÊNCIO À ESSAS MULHERES MÃES;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol. 4, tema Vozes da Solidão, editora E-33, com a crônica A MÃE;
  • 2023 - Selecionada para a 9ª ed. da Revista Mar de Lá, como poema O POETA E A AGULHA;
  • 2023 - Classificada no concurso de Prosa Poética , Editora Persona, com o texto QUERO DANÇAR UMA MÚSICA CONTIGO;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.5, tema Vozes do Sertão, editora E-33, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.6, tema FÉ, Editora E-33, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2023 - CLASSIFICADA para a Antologia Embalos Literários, Editora Persona, com o conto SEM AVISAR;
  • 2023 - Classificada na 18ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema FLORES, com o poema O PODER DA ROSINHA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.7, tema AMIZADE, Editora E-33, com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2023 - Classificada em 8ª posição no Prêmio Castro Alves, na 33ª ed. Concurso de Poesia com temática Espírita, com o poema SOLIDARIEDADE;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.8, Vozes da Liberdade, tema , Editora E-33, com o poema REVOADA;
  • 2023 - Classificada para a Antologia Desejos profundos - coletânea de textos eróticos , Editora Persona, com o poema AGASALHA-ME;
  • 2023 - Classificada para antologia Roteiros Adaptados 2023 - coletânea de textos baseados em filmes, Editora Persona, com o texto BARBIE, UMA BONECA UTILITÁRIA;
  • 2023 - PRIMEIRO LUGAR no Concurso , edital 003/2023 - Literatura - seleção de projetos inéditos, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba, com o livro infantojuvenil DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea Cronistas Contemporâneo, pela Editora Persona, com o texto A CONSTRUÇÃO DE UMA PERSONAGEM;
  • 2024 - Classificada para 19ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema A PASSARINHA;
  • 2024 - Classificada para a 13ª edição da Revista Mar de Lá, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea "Um samba no pé, uma caneta na mão", tema carnaval, pela Editora Persona, com o poema DEIXA A VIDA TE LEVAR;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea "Revisitando o Passado", promovido pelo Projeto Apparere, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros,2024, Editora Persona, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Antologia JOGOS DO AMOR, promovida pela Revista Conexão Literária, com o tema O jogo do amor, poema classificado: TENHO MEDO;
  • 2024- Selecionada para 20ª ed. da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema INFÂNCIA, com o poema DEBAIXO DE UMA LARANJEIRA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea SOB OSSOS E SERPENTES, da Tribus Editorial, com o conto, com 9.999 caracteres, O BEIJO DA SERPENTE,
  • 2024 - Selecionada para a 21ª Edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema REVOADAS;
  • 2024 - Selecionada para a Coletânea de poemas Intimistas Existencialistas, com o tema A Arte do Eu, promovido pela Editor Persona, com o poema GOTAS DA CHUVA ;
  • 2024 - Selecionada para compor a antologia NÓS , textos de autoria feminina pela SELO OFF FLIP, com a crônica MULHER, FONTE DA ÁGUA;
  • 2024 - Classificada na 27ª Edição do Concurso da Revista Literária Inversos, com o tema "Culinária Típica da Festa de São João", promovido pela Academia de Letras e Artes de Feira de Santana (ALAFS) e Academia Metropolitana de Letras e Artes, com o poema SEU ZEQUINHA NO SÃO JOÃO DO NORDESTE;
  • 2024 - Classificada no concurso Literário MEMÓRIAS DE AFETO, promovido pela Lítero Editorial, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a 22ª edição da Revista Ecos da Palavra , temática Animais, com o texto ORAÇÃO DOS BICHINHOS ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Microconto-2024, promovido pela Editora Persona, com o microconto ROSTO;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea A POESIA SUBIU O MORRO, promovido pela Editora A Arte da Palavra, com o poema PERMITA-SE;
  • 2024 - Classificada para compor a Edição 23 da Revista Ecos da Palavra, com o poema QUANDO EU SENTIR;
  • 2024 - 2º classificada no 35º Concurso Nacional de Contos cidade de Araçatuba, com o conto IN VINO VERITAS;
  • 2024 - Classificada para compor a Coletânea Contistas Contemporâneos, 2024 - Editora Persona, com o conto NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Classificada para compor a 25ª edição da Revista Ecos da Palavra, com o poema CONVITE;
  • 2024 - Cordéis classificados para compor a Antologia Povo, Cordel e Poesia, promovido pela Litero editorial, com os cordeis: SEJAMOS TODOS EMPÁTICOS; AMAR ANIMAIS É DOM; A IMPORTÂNCIA DA LEITURA; 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2025 - Classificada no Concurso Coletivo Fomento Literário ; tema Semente da Esperança, com o poema GERMINAIS;
  • 2025 - Classificada para compor a Coletânea de Poetas Contemporâneos, 2025, Editora Persona, com o poema ANJO DE VERDADE ; ,
  • 2025 - classificada na 26ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema Amizade e com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2025 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária SerEsta, sobre a vida e a obra de Casimiro de Abreu, com a prosa O MEU CORPO NÃO ESTÁ NA REDE;
  • 2025 - Classificada na Antologia MISTÉRIOS - contos e poemas, pela Revista Conexão Literatura, com o conto QUEM É A LETRA L;
  • 2025 - Classificada na 51ª Edição da Revista LiteraLivre com o poema SEM(HORA);
  • 2025 - Classificada no 1º Prêmio Proverbo de Literatura, com o poema (Entre) Versos e Razões;
  • 2025 -RECEBEU TROFÉU ODETTE COSTA NA CATEGORIA LITERATURA COM O LIVRO DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI
  • 2025 - Classificada para Revista Conexão Literatura , com o tema POEMAS SOBRE O TEMPO, Vol. VII, com o poema PÓ DO TEMPO ;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 99 – 08 de junho de 2025 , com a Crônica MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Coletânea Enigmas Independentes, promovida pela Editora Independentes, como conto OS SEGREDOS DE CATARINA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 100 – 15 de junho de 2025 - PARTE I DE II - Edição especial de número 100, com a crônica NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Selecionada para compor a edição n. 6 da Revista Animalista, com o cordel AMAR ANIMAIS É DOM;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Literária Epifania# 1, com o tema sentimentos: amor, tristeza, alegria, raiva, com o poema NA FOZ OU NO SONO;
  • 2025 - selecionada para compor a 52ª edição da Revista LiteraLivre, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2025 - Selecionada para compor a 28ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema CHUVA, , com o poema GOTAS DA CHUVA
  • 2025 - selecionada para compor a Antologia "A Força dos Versos", pela Editora Literária, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2025 - Selecionada para compor a 2ª edição Revista Alma: associação Literária de Mocossa Moçambique., com o poema A PASSARINHA;
  • 2025 - Classificada em 9º lugar no XXVI Concurso de Contos Alípio Mendes, promovido pela Academia Angrense de Letras e Artes, com o conto MATEUS, O MENINO DOS ANOS DE CHUMBO;
  • 2025 - Classificada para compor a 5ª edição, edição comemorativa de 1º aniversário da Revista Vinca Literária, somente para mulheres, com o poema QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;
  • 2025 - Selecionada para compor a 31ª edição da Revista Inversos, em homenagem ao dia das Crianças, com o poemeto CRIANÇA REAL;
  • 2025 - Selecionada para compor a 16ª ed. da Revista SerEsta, com o tema A vida e a obra de Carolina Maria de Jesus, com a crônica UMA ENTREVISTA COM CAROLINA MARIA DE JESUS;
  • 2025 - Selecionada para compor a antologia do XIV Concurso Literário de Presidente Prudente - CLIPP - com o poema VERSOS LIVRES,;
  • 2025 - 3º lugar na categoria mini poema, Nacional/internacional, do 14º Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras 2025, com o mini poema PROSA, SABORES E MEMÓRIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia Prosa Poétioa, promovida pela Editora Persona, com a prosa MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2026 - 3ª classificada no concurso de fábulas promovido pela Editora Typus, com a fábula A MACACA E O LEÃO ;
  • 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros 2026, promovido pela Editora Persona, com o poema NONAS POESIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea Poemas sobre a morte, promovida pela Editora Persona, com o poema O ENCONTRO ;
  • 2026 - Selecionada para compôr a 4ª edição da Revista Alma, de Mocosa-Moçambique, com o poema VERSOS LIVRES;
  • 2026- Selecionada para compor a antologia Universo da Poesia, pela Editora Conexão literária, com a poesia ESPERANÇAR COM A POESIA;
  • 2026 - Selecionada para compor a antologia Poemas sobre o Tempo - volume XVII. Revista Conexão literária 2026, com o poema DESCASQUEI O TEMPO ;

quinta-feira, 12 de março de 2009

A SOGRA

Coluna "Mulheres" Jornal Folha da Região - 12 03 2009

Hoje ela é sogra, mas é de uma época mais antiga. Quando se casou, levou junto um diploma, pois fora ele a razão de seu matrimônio tardio. Numa época em que à mulher eram dadas poucas oportunidades profissionais, ela não se abateu. Foi à luta e conquistou o seu espaço. Era moderna ao seu tempo. O filho demorou a vir, o marido, já envelhecido não o viu formado, não houve tempo; ela, sozinha, fez as vezes de pai e mãe. Eram os dois, filho e mãe em um só, ambos se completavam na ausência daquele que se foi deixando-os na saudade.
E ele veio. O amor veio ao encontro do filho que ela tanto amava. Ela ficava feliz por ver o amadurecimento dele e a vaidade à tona sempre que tinha um encontro marcado com a namorada. Ela, a namorada, veio conhecê-la. O olhar da mãe procurou o daquela moça, mas não o encontrou. O frio daquelas veias penetrou o corpo daquela mãe presente.
Cabia-lhe opinar a respeito da moça para o filho tão apaixonado? Como soariam suas palavras aos olhos daquele coração tão cheio de amor? Calou-se e deixou que o tempo produzisse o seu efeito. O filho marcou a data com aquela moça, formariam família agora. Ela ficaria. A mãe ficaria em sua casa, pois ao filho cabe bater as asas.
Ele se foi deixando numa sala uma mulher completamente sem fala. Demorou visitá-la. Era costume dela deixar a porta destrancada para o filho sempre entrar sem precisar bater. Encontrou-a mais envelhecida num silêncio que destoava com o ranger de sua cadeira de balanço que lhe possibilitava dormir com a cabeça pendida sobre um dos ombros.
_ Mãe? Acorda mãe. Sou eu.
Ele a beijou na testa e o calor do contato fez com que ela acordasse daquele sono de saudade.
Veio sozinho, a esposa não o acompanhou à visita, mas mandou lembranças àquela senhora. A visita foi rápida e, mais uma vez, deixou, naquela sala, uma mulher completamente sem fala. A distância entre os dois foi aumentando e a mãe já não podia falar dela para o filho e nem o filho, sobre ele, à mãe.
Ele voltou um dia para visitá-la, mas bem antes dele vieram as doenças da solidão. Doenças e filho não se entenderam, elas ficaram com a mãe; o filho, foi embora.
O tempo passou muito rápido e um neto ela poderia ver. Mas não iria vê-lo, a visão também resolveu deixá-la. O filho levou aquela mãe para algum lugar onde alguém cuidaria dela. O tempo passou mais rápido ainda. Quando foram buscá-la o neto já andava e falava muito bem.
_ Ela não está mais entre nós. Tentamos avisá-los, mas não os encontramos.
_ Fomos viajar, minha mãe queria aproveitar os últimos dias da vida dela antes que a minha avó viesse morar com a gente. Pai! Avisa a mamãe que ela pode começar a viver de novo, porque a vovó morreu.
Àquele filho, agora pai, não restou mais nenhuma oportunidade de beijar a testa daquela que fora a sua mãe.
Obs. Não se deixe dominar por esta nora cruel que reside dentro de você. Se hoje é uma mulher, melhor do que era antes, pois casou-se com um homem que a ajuda, não acha que deve agradecer a ela, sua sogra, pelo filho que ela te entregou? Eu já estou me corrigindo.
IMAGEM: indagaçoes.blogspot.com

quarta-feira, 11 de março de 2009

UM ESTORVO

Coluna "Mulheres" - Jornal Folha da Região 11/03/2009


Aquela mulher dominava o ambiente em que vivia. Fazia tudo por ela mesma e por todos que a rodeava. Era uma super mulher, mãe e esposa. Nada a abatia.
O café da manhã era preparado na hora certa, o almoço estava posto na hora prevista, o jantar nunca atrasou; as roupas, lavadas e passadas nunca foram reclamadas por quem as procurava. A casa tinha um cheiro agradável e tudo estava em seu devido lugar, inclusive um livro de capa azul que ela mantinha sobre a mesa central da sala de estar. Bagunça não havia naquele ambiente.
Um dia, o sono dela demorou a ir embora e o café não saiu na hora prevista. Ela não se levantou. Alguém perguntou:
_ Cadê o nosso café?
Um não respondeu ao outro e, na correria, cada um preparou o seu e seguiu o seu destino. Quando chegaram para o almoço tudo permanecia como antes e a rotina seguia normalmente. Ela tinha uma cópia da chave da casa. Um dia, ela saiu e não retornou.
Demorou voltar àquele lar, porém às escondidas, quando não havia ninguém em casa, entrou pela porta dos fundos. Encontrou louças na pia com restos de comidas de há dias por ali, roupas e sapatos esparramados por toda a sala deixavam nítida a ausência daquela mulher.
Rapidamente, arrumou tudo e passou uma vassoura na casa quando, erguendo o tapete, viu muita sujeira acumulada debaixo dele. Com uma pá, catou todo o lixo, amarrou-o e o colocou na rua. Passou os olhos sobre o ambiente e vendo tudo em ordem saiu satisfeita pela mesma porta em que entrou. Suas visitas às escondidas passaram a virar rotina.
Certo dia, naquele novo lugar em que ela morava, o sono dela demorou a ir embora e não pôde ir fazer a faxina aos seus. Passaram-se dois, três dias sem ir àquela sua antiga casa. Quando melhorou, resolveu que deveria voltar para lá e pedir-lhes perdão por tê-los abandonado.
Voltou, mas quis entrar pela porta da frente. Bateu a campainha e ninguém veio atendê-la. Cansada de esperar, decidiu fazer uso da chave que possuía e entrar pela porta do fundo, qual não foi a sua surpresa quando viu a fechadura trocada.
Decidida, arrombou a porta da frente e, adentrando aquela casa ficou surpresa ao vê-la organizada. As louças em seus devidos lugares, os quartos arrumados e os sapatos nas sapateiras.
Os móveis da sala tinham mudado de lugar, mas o seu livro de capa azul não estava sobre a mesa central. Caminhou por aquele ambiente que lhe era estranho e viu o seu livro jogado no lixo. Pegou e guardou-o certificando-se de que, naquela casa, o tempo todo ela era um estorvo aos seus, impedindo que eles próprios fizessem o que lhes cabia.

imagem: meninasg.blogspot.com

terça-feira, 10 de março de 2009

KAMA SUTRA



Coluna "Mulheres" Jornal Folha da Região - 10/03/2009



Diz uma lenda que a pessoa que joga no bicho e ganha naquela jogada tem tudo a ver com a espécie em que apostou. Eu nunca ouvi nada mais verdadeiro.
Todos os dias essa mulher jogava na ‘anta’ e acertava. Mas o prêmio era pouco e ela só veio a enriquecer quando acertou com a perereca. Aí o negócio começou a render, mas a coisa vai ficando gasta e precisa investir na renovação do bicho.
Ela aprendeu, depois do Kama, que as horas não são mais importantes e, sim, os momentos delas. Este livro a fez urrar de forma diferente. Por quê? Sabe aquelas dúvidas que não se atrevem a chegar perto do pensamento da gente por conta disso ou daquilo? Sempre foi assim com essa mulher em relação ao Kama Sutra. A gente, às vezes, se acha suficiente, mas quando um assunto, como o nome desse livro, por exemplo, invadiu-a, notou que já estava na hora de amadurecer e partir pra cima do problema. Fugir até quando? Aquela pererequinha já não estava lhe rendendo muita coisa, se muitos jogam no mesmo bicho, quando ganham têm que rachar e o prêmio acaba sendo melhor do que o valor da aposta.
Encarou-o de frente. Foi atrás para saber a razão dessa tal Kama é escrita com “K”, se todas as camas que conhece são escritas com “c”. Comprou o livro. Pensou: “vou descobrir o significado, dentro deve haver uma explicação”.
_ Barbaridade! – ela disse. Que livro caro.
Tudo bem. Foi abri-lo somente quando chegou em casa. No quarto, olhando cada página ( e o marido na cama), não achava uma explicação para o “K”, Está certo que ela é meio lesa e ceguinha, mas estava com os óculos na ocasião da leitura. . Com o livro aberto, foi caminhando ao encontro da cama ( e o marido) e investiu de boca.

Obs: Há escritores que possuem os seus leitores, como eu escrevo só de quando em quando, vou chamar Leitinho com ‘L’ quem ler o meu texto. Você, agora, é meu Leitinho.
Havia se esquecido que a cama, com “c” tem pés. Leitinho! Foi ali mesmo que ela ficou. Boca no chão e a unha do dedão do pé quebrada. Urrou! Urrou como nunca havia urrado antes. Não tinha marido que a segurava e folhas do tal Kama voavam pra todo canto.
Oh, momento triste! Seus óculos, ela os achou, no dia seguinte, debaixo da cama com “c”. Leitinho, do dedão escorria o que ela nem tinha vontade de ver.
De dedão pro ar, foi como ela dormiu durante muitas noites, travesseiros sob o pé para acalentar o inchaço. A unha, até hoje, está em ponto de misericórdia. Rachou até o talo. Não pode nem calçar os seus sapatinhos de anta. Eles não acolhem o seu dedãozinho machucado. Tudo por causa desse tal de Kama, que ela nem quer mais saber por qual razão se escreve com 'K' .
Também, não vamos tentar explicar porque, uma anta que compra um livro pra dar valor à perereca não merece Leitinho.
Quando ela melhorar, aposto que vai começar a investir no sapo.

imagem: espelhomeuuemohlepse.blogspot.com

domingo, 8 de março de 2009

POEMAS DE LAVOYER

Coluna "Mulheres" Jornal Folha da Região - 08/03/2009

HINO À MULHER

É pra Mulher! É pra Mulher! É pra Mulher!
Que um povo heroico deve,
sempre que ganhar a luta,
entregar o seu troféu.
Porque Mulher, foi caçada, mutilada,
prisioneira, abandonada
só porque trouxe na vida
o objeto da armada.

Só a mulher! Só a mulher! Só a mulher!
Não tendo pra dar aos filhos
faz da palma das mãos o prato e o talher.
Isso é Mulher! Isso é Mulher! Isso é Mulher!

Se apanha ela levanta!
Se apanha ela levanta!
E só levanta porque é uma mulher.
Isso é mulher! Isso é mulher! Isso é mulher!

Obra mais linda que Deus fez à flor da pele
E que consegue carregar o fardo - dor e amor.
Se Ele assim a fez é porque sabia
que somente a mulher poderia
carregar todo esse esplendor.

Mulher é isso e,
mesmo que viva à margem,
não importa a sua imagem.
Qualquer hino à liberdade
plagiou uma mulher.


MULHER


Mulher tem gosto de flor, tem gosto de jóias e
de chocolate com licor de amor então,
quero provar teu sabor enfim,
quero uma mulher perto de mim.
Vou tocar tua mão e basta,
esse toque para um homem
é a evolução.

Mulher!

Mulher! Flor dá no jardim.
Você? Está em todo o canto
para o mundo não ter fim.
És a obra-prima, filha e irmã de mulher
a tua beleza nos coloca a teus pés.
Isto é verdade todo homem pode ver
Deus está em tudo porque é clone de você.

Mulher!

Mulher, verde ou madura, tem o seu valor.
Tudo o que vem dela valoriza a criatura.
O que há de bom sai de teus mananciais
Vamos aplaudi-las hoje, sempre e mais e mais!

O som da voz delas é hino de liberdade.
Todas têm beleza independe da idade.

Deusa ou criada
tem que ser amada, idolatrada...
Dê a ela o que ela quer
Ajoelhe e grite:
Salve, salve a mulher!

Mulher!

Ajoelhe e grite:
Salve, salve a mulher!
A vida te precisa e suplica o teu amor
Dê-nos tua benção
Oh, mulher, por favor!

imagem:www.emarketingmag.com/Portu/J3/News4

sábado, 7 de março de 2009

A SEXUALIDADE DE EVA.





Coluna " Mulheres" Jornal Folha da Região - 06/03/2009



A menininha realizou seu grande sonho: participar de um programa televisivo de perguntas e respostas. No palco ela era um brilho só. O umbiguinho a vista trazia um pearcing que lhe caía muito bem naquela barriguinha tanquinho. Mascava o chicletinho com um charme que lhe era peculiar. Um coturno e tudo mais. Num dos ombros, bem a vista, a tatuagem de uma abelha sobre a flor; no outro, uma serpente. O apresentador gostou dela. Estranha, exótica, erótica. Luz, câmera, ação, apresentações coisa e tal.
_ Posso perguntar?
_ Poooode! - respondeu toda melosa.
_ Primeira pergunta. Qual era o nome da companheira de Adão?
_ Qual Adão? - perguntou quase chorando.
_ O do Éden! - respondeu o apresentador.
_ Ah, não sei! Pô meu, eu moro lá no Paraíso e nem sabia que também tinha esse bairro chamado Éden, foi o novo prefeito que fez ele?
_ Qual é o seu nome mesmo?
_ Eva! – respondeu empolgada.
_ Certa resposta! Eva é o nome da companheira de Adão.
_ É?! Nossa é minha xará .
_ Segunda pergunta. Qual foi a fruta proibida que Eva foi a primeira a comer e depois ofereceu a Adão?
_ Ah, não sei. – pensou e respondeu: _ Estou começando a me lembrar dessa historinha. Vovó me contava. A fruta é banana, acertei?
_ Não! É uma fruta vermelha.
_ Então, banana. Se ela foi a primeira a comer, pela lógica ficou vermelha.
_ Não é a banana. Perdeu uma pergunta. Só pode errar 3 vezes. Pode pedir ajuda aos professores universitários. Temos um de psicologia, um de sexologia e um veterinário. Continuando, a fruta não é banana, ela é redonda.
_ Nossa!!! Coitada dela! – pensou mais um pouquinho e respondeu na lata: _ bacaxi!
_ Não era abacaxi. Era uma fruta vermelha e redonda!!!
_ Então - gritou ela . _ Eu acertei. É bacaxi sim. Experimenta para senhor vê se não fica mais vermelha do que a banana.
_ Peça ajuda aos professores.
_ Ah, tá bão.
Os 3 foram unânimes em responder :MAÇÃ.
Não aceitou a resposta e pediu auxílio às placas. Ergueram a figura de uma maçã. Não confiante pediu as cartas. Eram 4 frutas representadas: abacate que ela descartou porque o caroço era pra dentro; jaca ela não quis porque tinha mais caroço do que o normal; caju ela desconjurou, apesar do caroço ser pra fora, só tinha um. Na falta de opção ficou com a maçã, que não tinha caroço, mas sementes. Respondeu desconsolada: “Maçã”.
_ Certa resposta! Agora a última pergunta. Se errar perde tudo. Qual era o sexo de Eva, que morava no Éden, companheira de Adão e que comeu a maçã redonda e vermelha?
_ Quem deu pra ela?
_ A serpente, que é o próprio diabo!
_ Gentem! Não sabia que a serpente tinha maçã também. Bem, vou pela minha lógica. Se Eva comeu a maçã da serpente, que também é o diabo, a serpente é hermafrodita? Se Eva não comeu a banana nem ‘bacaxi’ e preferiu a maçã... Vou responder.

O silêncio foi geral na platéia.
_ O sexo da Eva é lésbica! Acertei?
O programa terminou sem resposta por falta de raciocinio lógico.


IMAGEM: LUSOPOEMA.HI5.COM /www.todafruta.com.br

sexta-feira, 6 de março de 2009

AS AMANTES

Coluna "Mulheres" - Jornal Folha da Região - 06/03/2009.


Dizem que mulher pra falar de outra não tem igual. Oh, nem te conto! Uma quer ser melhor do que a outra neste particular. E dá-lhe defeitos.
Vê na outra, geralmente, o que não quer ver em si mesma e cravam a língua.
Estas são diferentes. Uma vê na outra todo o bem que vê em seus mergulhos íntimos, fazendo-se iguais.
Uma a outra se viu. Ambas eram uma só na beleza que as pariu. No confesso de um segredo uma a outra se entregou, sem mais nada a temer, o amor se revelou.
Foram tantas, tantas, tantas de amassos e batom, o prazer era o fruto daquela concepção.
Buscam e se acham no corpo uma da outra, no laço de amantes elas não são de fazer fita. Gritam, gemem e se descabelam para não perder seu par. São amantes, são mulheres sem vergonha de amar.
Só beleza em cada toque de carinhos sem iguais. Depois de tão suadas, os retoques são fundamentais.
Você, mulher, que tem vontade de ser iguais a estas. Não se enclausure, rasgue a sua fenda, tua vida pede pressa.
Oh, mulher! Seja feliz e procure o teu amor. Ela também a esperar para compartilhar o teu calor.
Mulher, tenha coragem de ser o que você é. Para viver com a tua igual, qual mal pode haver? Já nasceste tão mulher e com tanto amor pra dar.
Vá, mulher! Abra os teus braços, corra, grite e cante sem parar.
Ela também a espera para, com você, formar um par.
Amem-se, amem-se, amem-se sem medo de ser feliz. Seja a mulher que você é com coragem para amar outra. Saiam de mãos dadas para outras calarem a boca.
Mulheres gostam de homens, mas há tantas tão vulgares. Seja chique e elegante e apresente a tua amante. Não fique se escondendo igual mulher que trai marido. A tua conduta é outra, defenda a tua libido.
Até a Eva provou da maçã. Coitada, se pudesse pediria o divórcio àquele todo rústico. Mas o Criador a condenou a viver eternamente com aquele que ela enganou.
Se você estiver assim, como a Eva, saia de cima do muro. Mas saia com cautela e não deixe que a magoem. Já não basta tanta dor que eu sei que você sente. Por favor, mulher querida, volte-se pra você, seja mais presente.
Você é moderna. Meta logo o pé no balde, não irá se arrepender. Se alguém a criticar mande-o ir ‘se ferrar’. Cada um cuide de si; e você, querida, da tua vida. Vá viver com aquela que te é a preferida. Juntas irão vencer a luta.
Vocês não são diferentes; vocês são absolutas.
IMAGEM : KATRE.NIREBLOG.COM/PAG.4

quinta-feira, 5 de março de 2009

A MULHER NA POLÍTICA

Coluna "Mulheres" - Jornal Folha da Região - 05/03/2009


Pra que uma Secretaria de Cultura em Araçatuba?
Mulher não dá moleza, não! Quando inventa de querer ser mulher de verdade, sai de baixo. Há pouco tempo, quando foram descobertos umas coisinhas simples, não muito significativas à Nação brasileira, uma mulher da política subiu no salto e me deixava arrepiada. Quando eu a via na televisão, gritando e xingando quem passasse à sua frente eu ia ao delírio. Gritava para o meu marido: “Marido, se eu fosse homem eu largaria você só pra me casar com ela”. Ela era a minha catarse na política. Mulher feroz! Quando ela pegava no microfone para desafiar aqueles: “toninho marvadeza, carequinha, tesoureiro e companhia” eu gritava em frente à tela: “Dá neles, arranha a cara deles! Eles são sem vergonha!” Eu me realizava nela. Eu era aquela mulher política daquela CPI. Confesso: “Eu votei naquela mulher!” Mas entre umas e outras acabei por desgostá-la. Mulher, abra os seus olhos! Nem tanto ao céu, mas também à terra.
Mas a mulher na política não faz tanto como um homem. Está certo que algumas fazem a dança da pizza, mas parece... Sei não heim... Veja só a proeza, político homem, que é ‘bão’ de verdade, consegue até mudar a natureza, baixam decreto pra tudo. Veja a evolução que uns conseguiram: mulher tem menstruação; político ‘bão’, mensalão. Mulher usa absorvente; político ‘bão’, dinheiro vivo pro p.... ficar contente. Ai, que saudade do tempo em que cueca virava pano de prato ou, então, coava cafezinho pra servir ao namorado. Olha só o que ela virou: um cofrinho incrementado para fundilho de deputado. Eca! Que coisa mais nojenta, guardar dinheiro sujo dentro da cueca! Nossa! Que linda ficou a rima.
Ah, quer saber de uma coisa, esse assunto dá até marchinha de carnaval e, de carnaval já tem papai-noel com o saco cheio por aqui. Quer um exemplo: As mulheres de Araçatuba que estão na política, digo, as vereadoras são mulheres de classe, mulheres finas, educadas, sabem respeitar as cadeiras que ocupam e as razões de as ocuparem. Digo isso porque se eu estivesse por lá, alguns dias desses, teria rodado a baiana. Eu estou melhorando, como disse no meu primeiro artigo, eu sou ‘mulheres’, umas eu as educo; outras, não. Nossas vereadoras são mulheres de princípios e os respeitam. Saberão resolver assuntos polêmicos com sabedoria. Isso é cultura! Por falar em cultura, já tem gente armando o circo, fazendo o maior carnaval, em plena quaresma. Praticando a arte de pintar o sete. Por falar em arte, será que a Secretaria de Cultura de Araçatuba vai ser extinta?
Falando sério, não do prefeito, mas de outra seriedade. Na arte, cada um se expressa da forma como sabe. Serão mais aplaudidos aqueles melhores interpretados. O nosso vereador, Arlindo Araújo, é homem diplomado, culto e inteligente. Fez coisas boas por nossa cidade. No fervor da emoção se expressou de forma equivocada. Julgo que não deseja lutar para Secretaria que apóia a cultura seja extinta de nossa cidade, pois ele também luta para poder melhorá-la. Na sua grandeza de homem público que é, Arlindo Araújo saberá se explicar quanto à sua expressão e nós, artistas, compostos mais de alma que de corpo, saberemos entendê-lo. O homem público ou o artista, um ou outro, cada qual dá sua parcela para o crescimento da cidade como pode, pois sabemos que não vivemos somente de política, mas também de comunhão com a arte. “Mulheres” sempre apoiará a Cultura!
imagem: novohamburgo.org/...