CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia O FILME;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto A CARTA;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O BEIJO DA SERPENTE;

2012 - 7ª colocado no concurso de blogs promovido pela Cia dos Blogueiros - Araçatuba-SP;

2014 - tEXTO selecionado pela UBE para ser publicado no Jornal O Escritor- edição 136 - 08/2014- A FLOR DE BRONZE //; 2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto LEITE QUENTE COM AÇÚCAR;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins, com o conto MARCAS INDELÉVEIS;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR, com o conto SOB A TERRA SECA DOS TEUS OLHOS;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba com o conto A ANTAGONISTA DO SUJEITO INDETERMINADO;

2016 - classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia, com o poema AS TUAS MÃOS.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras, com a crônica PLANETA MULHER;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras, com a poesia PERMITA-SE;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

2018 - 24ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - Menção honrosa na 4ª edição da Revista Inversos, maio/ com o tema Crianças da África - Poesia classificada BORBOLETAS AFRICANAS ;

2018 - 31ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de janeiro de microconto Escambau;

2018 - 5ª classificada no TOP 7, na 1ª semana de junho de microconto Escambau;

2018 - 32ª classificada no TOP 35, na 3ª semana - VII de junho de microconto Escambau;

2019 - Classificada para antologia de suspense -segundo semestre - da Editora Jogo de Palavras, com o texto OLHO PARA O GATO ;

2019 - Menção honrosa no 32º Concurso de Contos Cidade de Araçatuba-SP, com o conto REFLEXOS DO SILÊNCIO;

2020 - 29ª classificada no TOP 35, na 4ª semana - VIII de Prêmio Microconto Escambau;

2020 - Menção honrosa no 1º Concurso Internacional de Literatura Infantil da Revista Inversos, com o poema sobre bullying: SUPERE-SE;

2020 - Classificada no Concurso de Poesias Revista Tremembé, com o poema: QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;

2020 - 3ª Classificada no III Concurso de Contos de Lins-SP, com o conto DIÁLOGO ENTRE DUAS RAZÕES;

2020 - 2ª Classificada no Concurso de crônicas da Academia Mogicruzense de História Artes e Letras (AMHAL), com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA

CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS

  • 2021 - Selecionada para a 6ª edição da revista SerEsta - A VIDA E OBRA DE MANUEL BANDEIRA , com o texto INILUDÍVEL ;
  • 2021 Selecionada para a 7ª edição da revista SerEsta - A VIDA E A OBRA DE CECÍLIA MEIRELES com o texto MEU ROSTO, MINHA CARA;
  • 2021 - Classificada no 56º FEMUP - com a poesia PREPARO A POESIA;
  • 2021 - Classificada na 7ª ed. da Revista Ecos da Palavra, com o poema CUEIROS ;
  • 2021 - Classificada na 8ª ed. da Revista Ecos da palavra, cujo tema foi "O tempo e a saudade são na verdade um relógio". Poema classificado LIBERTE O TEMPO;
  • 2022 - Classificada no 1º Concurso Nacional de Marchinhas de Carnaval de Araçatuba, com as Marchinhas EU LEIO e PÉ DE PITOMBA;
  • 2022 - Menção honrosa na 8ª edição da Revista SerEsta, a vida e obra de Carlos Drummond de Andrade , com o texto DIABO DE SETE FACES;
  • 2022 - Classificada na 10ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema mulher e mãe, com o texto PLANETA MULHER;
  • 2022 - Classificada na 20ª ed. Revista Inversos, tema: A situação do afrodescendente no Brasil, com o texto PARA PAGAR O QUE NÃO DEVO;
  • 2022 - Classificada na 12ª ed. Revista Ecos da Palavra, tema Café, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2022 - selecionada para 1ª antologia de Prosa Poética, pela Editora Persona, com o texto A FLOR DE BRONZE;
  • 2022 - Selecionada para 13ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema MAR, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 2ª edição da Revista Mar de Lá, com o tema Mar, com o poema MAR EM BRAILLE;
  • 2022 - Classificada para 3ª Ed. da Revista Mar de Lá com o microconto UM HOMEM BEM RESOLVIDO;
  • 2022- Classificada com menção honrosa no 34º Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba, com o conto O CORTEJO DA MARIA ROSA;
  • 2022- Classificada pela Editora Persona com o conto policial QUEM É A LETRA L;
  • 2022 - Classificada no Concurso da E-33 Editora, Série Verso e Prosa, Vol.2 Tema Vozes da Esperança, com o poema POR ONDE ANDAS, ESPERANÇA? ;
  • 2023 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema VENTO;
  • 2023 - Classificada para coletânea de poetas brasileiros pela Editora Persona, com o poema CUEIROS;
  • 2023- Selecionada na 23ª ed. da revista Literária Inversos com tema "Valores Femininos e a relevância do empoderamento e do respeito da mulher na sociedade contemporânea", com o poema ISSO É MULHER;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Contos de Humor, Editora Persona, com o conto O PÃO QUE O QUINZIM AMASSOU;
  • 2023 - Classificada no Concurso de Poesias Metafísica do Eu, Editora Persona, com o poema QUERO OLHOS ;
  • 2023 - Selecionada pra a 11ª Edição da Revista SerEsta, A vida e obra de Paulo Leminsk, com o poema EL BIGODON DE CURITIBA ;
  • 2023 - Classificada no 1º concurso de poesia do Jornal Maria Quitéria- BA, com o tema " Mãe, um verso de amor", com o poema UM MINUTO DE SILÊNCIO À ESSAS MULHERES MÃES;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol. 4, tema Vozes da Solidão, editora E-33, com a crônica A MÃE;
  • 2023 - Selecionada para a 9ª ed. da Revista Mar de Lá, como poema O POETA E A AGULHA;
  • 2023 - Classificada no concurso de Prosa Poética , Editora Persona, com o texto QUERO DANÇAR UMA MÚSICA CONTIGO;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.5, tema Vozes do Sertão, editora E-33, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.6, tema FÉ, Editora E-33, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2023 - CLASSIFICADA para a Antologia Embalos Literários, Editora Persona, com o conto SEM AVISAR;
  • 2023 - Classificada na 18ª edição da Revista Literária ECOS da Palavra, com o poema FLORES, com o poema O PODER DA ROSINHA;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.7, tema AMIZADE, Editora E-33, com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2023 - Classificada em 8ª posição no Prêmio Castro Alves, na 33ª ed. Concurso de Poesia com temática Espírita, com o poema SOLIDARIEDADE;
  • 2023 - Selecionada para Antologia literária - Série Verso e Prosa. Vol.8, Vozes da Liberdade, tema , Editora E-33, com o poema REVOADA;
  • 2023 - Classificada para a Antologia Desejos profundos - coletânea de textos eróticos , Editora Persona, com o poema AGASALHA-ME;
  • 2023 - Classificada para antologia Roteiros Adaptados 2023 - coletânea de textos baseados em filmes, Editora Persona, com o texto BARBIE, UMA BONECA UTILITÁRIA;
  • 2023 - PRIMEIRO LUGAR no Concurso , edital 003/2023 - Literatura - seleção de projetos inéditos, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba, com o livro infantojuvenil DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea Cronistas Contemporâneo, pela Editora Persona, com o texto A CONSTRUÇÃO DE UMA PERSONAGEM;
  • 2024 - Classificada para 19ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema A PASSARINHA;
  • 2024 - Classificada para a 13ª edição da Revista Mar de Lá, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea "Um samba no pé, uma caneta na mão", tema carnaval, pela Editora Persona, com o poema DEIXA A VIDA TE LEVAR;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea "Revisitando o Passado", promovido pelo Projeto Apparere, com a crônica COZINHA DE MEMÓRIA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros,2024, Editora Persona, com o poema IMAGEM DE OUTRORA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Antologia JOGOS DO AMOR, promovida pela Revista Conexão Literária, com o tema O jogo do amor, poema classificado: TENHO MEDO;
  • 2024- Selecionada para 20ª ed. da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema INFÂNCIA, com o poema DEBAIXO DE UMA LARANJEIRA;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea SOB OSSOS E SERPENTES, da Tribus Editorial, com o conto, com 9.999 caracteres, O BEIJO DA SERPENTE,
  • 2024 - Selecionada para a 21ª Edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o poema REVOADAS;
  • 2024 - Selecionada para a Coletânea de poemas Intimistas Existencialistas, com o tema A Arte do Eu, promovido pela Editor Persona, com o poema GOTAS DA CHUVA ;
  • 2024 - Selecionada para compor a antologia NÓS , textos de autoria feminina pela SELO OFF FLIP, com a crônica MULHER, FONTE DA ÁGUA;
  • 2024 - Classificada na 27ª Edição do Concurso da Revista Literária Inversos, com o tema "Culinária Típica da Festa de São João", promovido pela Academia de Letras e Artes de Feira de Santana (ALAFS) e Academia Metropolitana de Letras e Artes, com o poema SEU ZEQUINHA NO SÃO JOÃO DO NORDESTE;
  • 2024 - Classificada no concurso Literário MEMÓRIAS DE AFETO, promovido pela Lítero Editorial, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2024 - Selecionada para compor a 22ª edição da Revista Ecos da Palavra , temática Animais, com o texto ORAÇÃO DOS BICHINHOS ;
  • 2024 - Selecionada para compor a Coletânea de Microconto-2024, promovido pela Editora Persona, com o microconto ROSTO;
  • 2024 - Selecionada para compor a coletânea A POESIA SUBIU O MORRO, promovido pela Editora A Arte da Palavra, com o poema PERMITA-SE;
  • 2024 - Classificada para compor a Edição 23 da Revista Ecos da Palavra, com o poema QUANDO EU SENTIR;
  • 2024 - 2º classificada no 35º Concurso Nacional de Contos cidade de Araçatuba, com o conto IN VINO VERITAS;
  • 2024 - Classificada para compor a Coletânea Contistas Contemporâneos, 2024 - Editora Persona, com o conto NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Classificada para compor a 25ª edição da Revista Ecos da Palavra, com o poema CONVITE;
  • 2024 - Cordéis classificados para compor a Antologia Povo, Cordel e Poesia, promovido pela Litero editorial, com os cordeis: SEJAMOS TODOS EMPÁTICOS; AMAR ANIMAIS É DOM; A IMPORTÂNCIA DA LEITURA; 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2025 - Classificada no Concurso Coletivo Fomento Literário ; tema Semente da Esperança, com o poema GERMINAIS;
  • 2025 - Classificada para compor a Coletânea de Poetas Contemporâneos, 2025, Editora Persona, com o poema ANJO DE VERDADE ; ,
  • 2025 - classificada na 26ª edição da Revista Literária Ecos da Palavra, com o tema Amizade e com o poema AMIZADE SINCERA;
  • 2025 - Classificada na 15ª edição da Revista Literária SerEsta, sobre a vida e a obra de Casimiro de Abreu, com a prosa O MEU CORPO NÃO ESTÁ NA REDE;
  • 2025 - Classificada na Antologia MISTÉRIOS - contos e poemas, pela Revista Conexão Literatura, com o conto QUEM É A LETRA L;
  • 2025 - Classificada na 51ª Edição da Revista LiteraLivre com o poema SEM(HORA);
  • 2025 - Classificada no 1º Prêmio Proverbo de Literatura, com o poema (Entre) Versos e Razões;
  • 2025 -RECEBEU TROFÉU ODETTE COSTA NA CATEGORIA LITERATURA COM O LIVRO DENGOSO, O MOSQUITINHO ANTI-HERÓI
  • 2025 - Classificada para Revista Conexão Literatura , com o tema POEMAS SOBRE O TEMPO, Vol. VII, com o poema PÓ DO TEMPO ;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 99 – 08 de junho de 2025 , com a Crônica MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Coletânea Enigmas Independentes, promovida pela Editora Independentes, como conto OS SEGREDOS DE CATARINA;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Barbante, Volume XIII – Núm. 100 – 15 de junho de 2025 - PARTE I DE II - Edição especial de número 100, com a crônica NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ;
  • 2025 - Selecionada para compor a edição n. 6 da Revista Animalista, com o cordel AMAR ANIMAIS É DOM;
  • 2025 - Selecionada para compor a Revista Literária Epifania# 1, com o tema sentimentos: amor, tristeza, alegria, raiva, com o poema NA FOZ OU NO SONO;
  • 2025 - selecionada para compor a 52ª edição da Revista LiteraLivre, com o poema O TORRADOR DE CAFÉ;
  • 2025 - Selecionada para compor a 28ª edição da Revista Ecos da Palavra, tema CHUVA, , com o poema GOTAS DA CHUVA
  • 2025 - selecionada para compor a Antologia "A Força dos Versos", pela Editora Literária, com o poema OUSADIA POÉTICA;
  • 2025 - Selecionada para compor a 2ª edição Revista Alma: associação Literária de Mocossa Moçambique., com o poema A PASSARINHA;
  • 2025 - Classificada em 9º lugar no XXVI Concurso de Contos Alípio Mendes, promovido pela Academia Angrense de Letras e Artes, com o conto MATEUS, O MENINO DOS ANOS DE CHUMBO;
  • 2025 - Classificada para compor a 5ª edição, edição comemorativa de 1º aniversário da Revista Vinca Literária, somente para mulheres, com o poema QUANDO A SENHORA VELHICE VIER ME VISITAR;
  • 2025 - Selecionada para compor a 31ª edição da Revista Inversos, em homenagem ao dia das Crianças, com o poemeto CRIANÇA REAL;
  • 2025 - Selecionada para compor a 16ª ed. da Revista SerEsta, com o tema A vida e a obra de Carolina Maria de Jesus, com a crônica UMA ENTREVISTA COM CAROLINA MARIA DE JESUS;
  • 2025 - Selecionada para compor a antologia do XIV Concurso Literário de Presidente Prudente - CLIPP - com o poema VERSOS LIVRES,;
  • 2025 - 3º lugar na categoria mini poema, Nacional/internacional, do 14º Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras 2025, com o mini poema PROSA, SABORES E MEMÓRIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Antologia Prosa Poétioa, promovida pela Editora Persona, com a prosa MÁQUINA PARA A POESIA;
  • 2026 - 3ª classificada no concurso de fábulas promovido pela Editora Typus, com a fábula A MACACA E O LEÃO ;
  • 2024 - Selecionada para publicação em coletânea Concurso de poesia Município de Campo Mourão - Biblioteca Egydio Martello - 2024, com a poesia CONVITE ;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea de Poetas Brasileiros 2026, promovido pela Editora Persona, com o poema NONAS POESIAS;
  • 2026 - Selecionada para compor a Coletânea Poemas sobre a morte, promovida pela Editora Persona, com o poema O ENCONTRO ;
  • 2026 - Selecionada para compôr a 4ª edição da Revista Alma, de Mocosa-Moçambique, com o poema VERSOS LIVRES;

sábado, 13 de fevereiro de 2021

HERCULIZANTE, HERCULIZADO

 Uma marchinha de carnaval para hoje!




HERCULIZANTE, HERCULIZADO
Autoria – Rita Lavoyer
Você quer crescer e ficar forte
como o Hércules?
como o Hércules ...
como o Hércules ...
Você também quer ser filho de um deus
como o Hércules?
como o Hércules ...
como o Hércules ...
Você quer bater, esparramar,
destruir e construir
como o Hércules?
como o Hércules...
como o Hércules...
Vai aqui um conselho,
Preste atenção ã ão!
Tome um bom fortificante
pra ficar herculizante
Tome um bom fortificante
pra ficar herculizante
Herculizante! - tomou fortificante!
Herculizante! - tomou fortificante!
Mas... cuidado para não se enganar!
- Por quê?
- Se tomar remédio errado vai ficar herculizado...
- Se tomar remédio errado vai ficar herculizado...
Herculizado! – Tomou leite condensado!
Herculizado! – Tomou leite condensado!
Ou herculizante ou herculizado...
Ou herculizante ou herculizado...
E daí?
- E daí! ? não adiante nem chorar.
- Por que?
- o que um herculizante faz
não dá pra consertar.
- Por que?
- o que um herculizante faz
não dá pra consertar.
Herculizante!! Tomou fortificante!
Herculizado!! Tomou leite condensado!
Há há há há

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

AS AMANTES

 




 Por Rita Lavoyer

 

            Dizem que mulher para falar de outra não tem igual. Oh, nem te conto!

            Uma quer ser melhor do que a outra neste particular. E dá-lhe defeitos.

            Vê na outra, geralmente, o que não quer ver em si mesma e cravam a língua.

            Estas são diferentes. Uma vê na outra todo o bem que vê em seus mergulhos íntimos, fazendo-se iguais.

            Uma a outra se viu. Ambas eram uma só na beleza que as pariu. Na confissão de um segredo uma a outra se entregou, sem mais nada a temer, o amor se revelou.

            Foram tantas, tantas, tantas de amassos e batom, o prazer era o fruto daquela concepção.

            Buscam e se acham no corpo uma da outra, no laço de amantes elas não são de fazer fita. Gritam, gemem e se descabelam para não perder seu par. São amantes, são mulheres sem vergonha de amar.

            Só beleza em cada toque de carinhos sem iguais. Depois de tão suadas, os retoques são fundamentais.

            Você, mulher, que tem vontade de ser iguais a estas, não se enclausure, rasgue a sua fenda, sua vida pede pressa.

            Oh, mulher! Seja feliz e procure o seu amor. Ela também a esperar para compartilhar o seu calor.

            Mulher, tenha coragem de ser o que você é!  Para viver com a sua igual, qual mal pode haver? Já nasceu tão mulher e com tanto amor para dar.

            Vá, mulher! Abra os seus braços, corra, grite e cante sem parar.

            Ela também a espera para, com você, formar um par.

            Amem-se, amem-se, amem-se sem medo de serem felizes. Seja a mulher que você é com coragem para amar outra. Saiam de mãos dadas para outras calarem a boca.

            Mulheres gostam de homens, mas há tantas tão vulgares. Seja chique e elegante e apresente a sua amante. Não fique se escondendo igual mulher que trai marido. A sua conduta é outra, defenda a sua libido. Não deixe que a magoem.

 

             Já não basta tanta dor que eu sei que você sente. Por favor, mulher querida, volte-se para você, seja mais presente.

            Você é moderna. Meta logo o pé no balde, não irá se arrepender. Se alguém a criticar mande-o ‘se ferrar’.

            Cada um cuide de si; e você, querida, da sua vida. Vá viver com aquela que lhe é a preferida. Juntas irão vencer a luta.

            Vocês não são diferentes:  vocês são absolutas.

 

 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

PRESA QUE É MULHER NÃO SE ABATE

 

   Por Rita Lavoyer 

 

 


            Como numa visão de raio X. Foi assim.

            A mulata trazia em seus olhos uma máquina que comia carnes. Tudo o que podia ver não passava de grades enferrujadas, enfim. Todo o espaço ao seu redor era geometricamente quadrado. Estava ali, mas jurava inocência.

            Não fora ela a responsável por aquele pacote na sua maleta. Não se sabe, até hoje, quem colocou aquela droga para incriminá-la. Foi conspiração!

             Ela suspeita daquela loira oxigenada que vivia dando em cima do Negão. O Negão era dela, ela o havia conquistado. Batalha dura.

             Mulher de garra, não ia perder o seu homem para uma oxigenada. Ela odiava as oxigenadas, as julgava mulheres fracas e de carne fria. Não sabem nem delas, quanto mais de um homem. Tinha opinião formada. Porém algumas estão livres. Ela não é oxigenada, é mulher original, do jeito que veio ficou. Mas não foi ela, jura que não foi.   Ela só queria o Negão, assim o chamava. Mas a oxigenada não dava sossego àquele homem dela.

            A mulata jurava eliminá-la diante de uma plateia. Muitos a ouviam. Foi conspiração, ela tem certeza.!

            Está  presa injustamente,  junto a outras tão injustamente presas. O Negão está enquadrado também. Ele queria aquela mulher com suas garras, e de carne quente, e outras também.

            As visitas aconteciam, mas aquela de garra não recebia quem ela gostaria de ver. Ele estava longe dali, mas em qual pavilhão? Era a questão que ela queria desvendar.

            “ Elas são mulheres falsas e não têm alma de mulher. Os olhos delas não são de mulher, penetram o corpo da presa estraçalhando as entranhas. É assim que eu vejo as oxigenadas. Quem não se aceita como é, não é mulher.”

            Não se cansava de repetir sua versão às companheiras de cela que já não eram mais oxigenadas por não haver, ali, o necessário para a tintura.

            -  Vai chegar uma novata hoje. Não queremos confusão por aqui!

            Respeitou aquela carcereira tão oxigenada quanto a sua inimiga.

            A novata – ela – veio  insinuando sua silhueta de serpente. Uma a outra se avistaram e mostraram suas presas afiadas. Estava mais loura do que quando pôs aquela encomenda na maleta da mulata,  que jurava estar presa injustamente.

             Aquele encontro prometia uma guerra. Agora era a oxigenada contra a mulher do Negão. Em honra à claridade de seus cabelos, a falsa encostou-se na cela para provocar sua desafeta. 

            -  Estou grávida do Negão. Aconteceu durante as visitas.

            No X de um instante a visão da mulata virou um raio e grades já não havia entre a cela e o corredor. Os seus braços fortes e definidos atravessaram os ferros "inexistentes" naquele momento, agarrou-a. As unhas da mulher cravaram os ossos daquela cobra que já estava com os cabelos tingidos esparramados no chão. Atingiu os ossos daquele feto arrancando-lhe a carne, abortando-o ali mesmo.

            Já não havia mais filho do Negão, pois aquela presa foi abatida antes que ocupasse uma vaga na cela.

            Olhou o seu desfecho esparramado naquele chão do corredor e  não se abateu.  Suspirou aliviada por provocar uma situação que a colocasse, com razões, dentro daquele quadrado disforme às suas molduras.

 

Rita Lavoyer

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

MULHERES DE TODOS OS TIPOS

 



               Imagem do Google. 


Há mulheres de todos os tipos, com cores de vários sabores.

Mulheres cantoras, mulheres cantadas nas vozes de muitas canções.

Tem as ordinárias, as princesas, as malandras e as caras de pau. Trabalhadoras, lutadoras e batedoras de carteiras, honradas e desonestas. Há as que valem menos e outras que menos prestam.

Mulheres gordas, magras, inteligentes e as que são mulas. Algumas são portas, outras tortas, recatadas, arreganhadas... Orgulhosas, mesquinhas, falsas e as das janelas - ‘sabedoras de tudo’.

Tem as Luizinhas, as burguesas,  as ‘ex’ e muitas “esas” que não se põem à mesa.

Umas trazem a Bíblia no coração, muitas a trazem no sovaco e tantas não têm nem fé. Tem as de saias curtas e outras bem mais compridas, para terem o prazer de demorar mais ao erguê-las.

Há umas que são lesas, outras se fingem de espertas. E tem as normais sobre quem ninguém quer escrever, porque não causam inspiração alguma.

Umas são Brancas de Neve, outras Adormecidas no casulo sagrado, viram borboletas. Todas têm vagina, algumas preferem ter outra coisa que melhor lhes agrade.

Ave Maria tem também! Bruxa, desordeira, borralheira, cachaceira, trepadeira é a melhor como companheira de alpinismo. Anarquista?! Metralhem! Oh, Por quê? Contradição. Rivalidade.

 Tem as todas benditas, protetoras, mãezonas. Tem as que moram em casas, outras... em qualquer lugar. Tem as estudantes, as professoras... Tem as que ensinam e as que não aprendem nada.

Nossa! Tem de todo quanto é jeito. Esposa, amante, filha, irmã e para piorar, alguns têm a sogra. Outras são a própria. Mulher criada, mulher sarada, siliconada, tarada, mal amada, abandonada, malhada, surrada, suada, cheirosa, fedida, coitada... tem as que vivem se danando.  

As grã-finas têm bom gosto para tudo, as “grã-grossas” têm o seu próprio gosto, e que ninguém se intrometa com ele, elas dão facadas.

Mulher xexelenta, rabugenta, nojenta e tem você e eu, uai!

Tem mulher que é a flor do jardim, muitas são as tiriricas que veneno nenhum consegue dar cabo. Milhares tomam conta do rabo de saia, dos outros, porque queriam que os rabos fossem delas. Tem as caluniantes e as caluniadas. Há aquelas que sentem a inveja branca, e outras têm língua preta. Mas tem a amiga, a companheira, a mulher pastel que não tem nada por dentro, e tem a parideira, sempre recheada. Tem as tais ‘frutinhas’. Cada canhão!

Profissional é a que mais tem no mercado. Tem as poliglotas e as que são apenas bilíngues mesmo, por ajuda da natureza. Tem as que causam medo por sua liderança, e as que vivem com medo de perder o seu posto para elas.

Tem as capetas que só fazem o mal, mas são boas à beça!

As que são doenças, causam dor, fazem dos homens cachorros loucos, para o osso delas terem que roer.

Tem as que fazem rimas pobres e outras que não rimam com nada, nem combinações suportam, vivem peladas mesmo para refrescarem o fogo da alma por falta de uma mangueira que as resolvam.

As lindas se contrapõem às horrorosas, mas o que é belo ou feio em relação à mulher?

Quer saber? Mulher é assim mesmo. Tem de todos os tipos. Se quiser coisa melhor, sei lá. Sei não...  

Mas tem aquele dia que prefiro um pão de queijo quentinho,  com café passado na hora e uma boa prosa sobre nós.  

 

 

RITA LAVOYER

domingo, 24 de janeiro de 2021

SAUDADE DA POESIA

 



 

  Rita Lavoyer

 

Saudade da poesia

 

Hoje sinto saudade da poesia.

Uma saudade daquela

cujo tempo me permite

continuar sonhando mesmo após

o despertar do relógio.

Hoje sinto saudade da poesia.

Uma saudade daquela

de acordar quando

eu bem entender

sem precisar ouvir

os meus defeitos.

Hoje sinto saudade de ascender.

Uma saudade daquela que acende

as delicadezas cotidianas

e de assistir tranquilamente

o café transpassando o coador

numa queda aromática

de me encher a boca d’água.

Hoje sinto saudade de mim.

Uma saudade daquela

em que eu mergulho na

reentrância da minh’alma

e ali teço o meu espaço.

Hoje sinto saudade das minhas fases.

Daquelas itinerantes em que eu,

ávida de saber, aprendo na poesia

seus períodos e o exercício da minha função:

reverenciar as belezas da natureza

envolvidas no mistério do meu existir.

Hoje sinto saudade da vida.

Daquela espalhada à minha volta

ritmada de estações que reinauguram

as histórias da minha família, da minha raiz, de mim.

Hoje sinto saudade da minha poesia.

Que ela possa estar presente no pão da vida

para quando me sentar à mesa,

nas manhãs bem acordadas,

sorver o meu café

e encharcar meu coração com poemas  

repletos de leve silêncio  

como o voo dos pássaros.

Estou com saudade de voar.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

COZINHA DE MEMÓRIA - EM HOMENAGEM À MINHA MÃE, DONA DIRCE.

 

COZINHA DE MEMÓRIA


 Crônica classificada em 2º lugar no concurso   AMHAL -

Academia Mogicruzense de História, Artes e Letras. 2020



            O tempo ganha velocidade jamais vista!  Há poucas décadas – diz minha mãe, lembra-se ela tão bem!! – havia nele a morosidade dos tic tacs dos relógios de parede, atentos à conversa da família em torno de uma mesa comprida em cuja cabeceira sentava-se o avô, para quem o primeiro prato, bem cheio, era servido; portava ele, sem nenhum esforço, uma aura de respeitabilidade, bordejando ao concreto.  

            Um tempo em que alpendre era vocabulário vivo nas frentes das casas, chamarizes de vizinhança palradora, um verdadeiro jornal de notícias fresquinhas. Ah! E nos fundos? Terreiros de terra vermelha cor de pitanga, com árvores frutíferas, sombras debaixo das quais adultos e crianças se misturavam com os animais domésticos e afogavam as tardes nas gulodices que lhes abarrotavam o estômago, simulacro de obesidade futura.    Culpa das avós, das tias, das madrinhas, das quituteiras que preparavam os pratos na véspera, e que disfarçavam, com seus olhares dissimulados, as competições que promoviam com suas culinárias: espírito das lembranças e necessidade de revivescimento em muitas memórias, porque comer é presente.

            Disso, sei apenas por ouvir dizer. Como também ouvi dizer que meu bisavô, pai da minha avó e de muitos outros filhos, deixou quase nenhuma herança. E a sobrevivência passou a ser uma batalha diuturna. Nessa luta o trabalho foi o único instrumento que meus avós e minha mãe carregaram como legado.

            Porque comer é presente procuro por minha mãe nos banquetes da minha história. Por ela, preciso me lembrar que sinto fome. Mas não é fome por ter ficado algum tempo sem comer ou porque faço dietas, muito menos por causa do estirão do meu crescimento.

            E, quando afoita, engulo sem apreciar a comida que mastigo, que o meu organismo mecanicamente digere, processando-a, as engrenagens do meu automático devoram a fome que tenho daqueles tempos sobrevividos com minha mãe.

            Sem essa fome sinto-me atemporal e desumana. Esse estágio esvazia o sentido teórico da minha memória e por um longo tempo descuido-me nos fast-foods da vida. Sem nenhuma seletiva ajusto-me ao senso comum: sem tempo, sem história, sem lembrança e pior, sem a minha fome especial: daquela que deseja se alimentar da presença dos meus avós, nos feriados especiais, na casinha da minha mãe, sem alpendre, sem terreiro, sem árvores frutíferas, mas em volta da mesinha simples onde consagrávamos os alimentos com os quais ela nos servia, após o sacrifício que fazia para comprá-los e, com prazer, os preparava.  

            Tenho fome da magia que havia em minha mãe, em transformar arroz cozido, misturado com farinha de mandioca e ervilha, nesse sabor prazeroso que ainda permanece vivo no meu paladar.

            Tenho muita fome das sensações que seus pratos me proporcionavam: do aroma do feijão que me abria o apetite, mas que eu, algumas vezes, não comia, porque vislumbrava, entre um grão e outro, a cebola que ela usava para temperá-lo; da fatia do queijo mineiro, que ela adorava pôr sobre o macarrão quentinho, para derreter, mas que eu não comia porque não gostava do cheiro; da clara crocante do ovo, só, porque não me simpatizava com a cor da gema.  Daquele pão-de-fubá com cobertura de leite com chocolate, que delícia!   Da água fervida com açúcar que nos oferecia antes de dormirmos.

            Tenho fome da sardinha que ela tirava da lata, limpava e dividia entre os três filhos para comermos com pão, aos sábados. Ouço até agora meus dentes trincando a casca do pão e minha boca se enche d’água.  Quanto conforto!

            Hoje tenho a mesma fome que minha mãe tinha de alimentar seus filhos e de sentir as sensações que os alimentos produzidos no universo das mãos dela, registrados em minha memória, me ensinaram.

              Por isso preciso me lembrar de que essa fome merece ser nutrida e alimentar-me dela torna minha mãe figura presente na cabeceira da história alimentar que ela preparou para mim e da qual continuo me saciando.    

 

Autora- Rita de Cássia Zuim Lavoyer