CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

INSTRUMENTOS DA ESCRITA



Há fases em nosso longo período de vida que de fato passam.
Nomeio esse período – FOLHAS

Há vidas, que de fato, não percebem o período do fato.
Nomeio esse fato – LETRAS.

Aconteceram fatos em certas vidas, que não eram para determinado período.
Nomeio esses acontecimentos – LÁPIS.

Há vidas, ainda, que apesar de os períodos ter-lhes sidos determinados, não são capazes o suficientes de nomear os acontecimentos.
Determino a essas vidas – BORRACHAS.

Em um determinado período da vida, um lápis encontrou-se com uma folha , e esse fato passou despercebido. De fato, ambos não estavam preparados para o acontecimento.

Não muito depois, o tempo caprichoso que é, permitiu-lhes outros acontecimentos. Outros e outros também.

Nesse período os fatos foram se concretizando e, lápis e folha , com muita inteligência, conseguiram formar letras.

E os períodos foram passando e fatos se concretizando cada vez mais.

Desde então, a inteligência flanelada pelos fatos, brilha sabedoria, e lápis e folha com toda a sua família de letras conseguem formar palavras, registrando-as nas páginas das histórias de vidas que não passam, são folheadas.

Isso é, de fato, um grande acontecimento.

Quem, em todo o seu período de vida, não ouviu uma história, a mais banal que fosse?

Quem, já adulto, não ouviu ou não contou uma história para dormir, a mais carinhosa ou assustadora?

Pois é!
Se com você esses fatos ainda não aconteceram, conte agora uma história, ou durma com essa que lhe contei.
Senão...
Passe a borracha.

Rita Lavoyer

4 comentários:

jhamiltonbrito..blogspot.com disse...

Bem, quanto às FOLHAS: as vassouras do mundo não varrerão minhas folhas.Elas não foram ao chão: estão brancas na minha cabeça. São como LETRAS e formam a palavra que eu sou. Não posso alinhavar as palavras pq pode não ser uma história bonita de se ler,apesar que eu gosto e não mwe envergonho dela: to be or not to be...I be.As BORRACHAS..não as uso, não vou apagar nada de mim ou em mim. Dormirei com minha história...mas esquecer a sua? nem pensar. Ah! passei a virada do ano na beira do mar e Iemanjá mandou que desse um abraço em todas as pessoas que eu gosto...e eu gosto um bocado de ti, amiga.

jhamiltonbrito..blogspot.com disse...

Onde se lê I Be - explico: o Be deveria estar entre aspas, pois o certo é...ah! vcs sabem.

Patrícia Bracale disse...

Que venham tbém as cores pra colorir tudo...
Muita luz e sonhos.

Débora disse...

Oi, Rita!

Passei por aqui para conhecer seu espaço, e me encantei com esse texto!

lindo mesmo! parabéns!