CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau.

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau.

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras.

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ATO UM





ATO UM

Hamilton Brito

Há um quê dentro de mim.
Sei lá, o que seria?
E o porquê...isso eu sei.



Eu não vou sobreviver.
Vou pagar por este amor.
Terminam assim
os grandes amores:
Quanto maiores
maiores dores.


Talvez
não com esta rima banal.
Eu bem que pressentia.
Tentei matar esse amor insano.

Sabia,
me daria mal.
Mas, agora,
que a peça chega ao fim,
repito e repetirei
o quanto possa:
te amo e amarei sempre.
Até a última descida
do pano.
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ATO DOIS


Rita Lavoyer

Em todos os porquês
Há um ‘quê’ fora do ato.
Por que esse ‘quê’ é rês
De muitos porquês prolatos.

Porque ele bem sabe
que faz parte do elenco
onde todo o ‘quê’ cabe
para servir de argumento.

Não! O quê não faz rima.
Pra quê? Que desengano
Pensar que o “quê” fosse
Plano pra matar amor insano.

O quê? É engano descer o pano
Sem um ato terminado.
Embora sem estrelato
Não se troca um ‘quê’,
ainda que minguado
Pelos porquês de outra peça, pois
A razão desse ‘que’
Assistiremos no ato dois.



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7 comentários:

jhamiltonbrito.blogspot.com disse...

" A razão desse "quê"
assistiremos no ato dois"
Sempre assim...tudo depois.
Há depois desta, outra vida?
Lá,amiga, nada me importa.
Se não tenho quem eu quero, nesta,
na eternidade, que se dane.
...nela, Inês é morta.

Rita Lavoyer disse...

Caro amigo, sinto muito.

Malu disse...

Ato um e dois em encaixe perfeito.
Parabéns aos dois dramaturgos...
Beijinhos, Rita

Marisa Mattos disse...

Quando crescer quero ser igualzinha Rita Lavoyer e Hamilton Brito....

Jorge Sader Filho disse...

Um dueto bem afinado.
Confissões de amor, reconhecimento, entrega.
Rita e Hamilton conseguem transmitir emoção ao leitor.

Abraços aos dois.
Jorge

Miriam de Sales Oliveira disse...

Ando c/ saudades de vc,Rita,por isso vim aqui.
Como vão os seus trabalhos?
Tem escrito muito?
Dê notícias. bjks

Patrícia Bracale disse...

Bravo!!!