CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


segunda-feira, 25 de março de 2013

A FLOR LILÁS


 

 

O que é de um homem,

que para matar a fome

mata, mas não come.

 

O que é de um homem,

cuja fome o come e

o mata.

O mata enquanto homem.

 

O que é da fome que o

homem  carrega,

se para matá-la

tem que ler as normas e

respeitar as regras.

 

O que é da morte

Dessa tamanha fome

Que morrer não pode,

mas mata tanto homem...

 

Se morrer não pode

Essa tamanha morte,

Verta-se à sorte  

do imenso corte,

e não se comporte

caso não suporte

o delírio que provoca 

o pólen que desse corte sai.

 

Portanto, nunca se compraza

E não mate essa fome que o mata.

Porque morrendo-a, matará também

A singela flor lilás.
 
Autoria - Rita Lavoyer

 

 

 

2 comentários:

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Intrigante jogo de sonoridades e sentidos, explícitos e ocultos. Ótima lavra, Rita. Um beijo.

Célia Rangel disse...

Lilás, um tom e muitos simbolismos de paixões e de mortes. Propício o momento!
Bj. Célia.