CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

MEDINHO, HÁ HÁ! Rita Lavoyer e José Hamilton

 

MEDINHO , HÀ HÀ!

Rita Lavoyer
O leitor que é  inteligente
Notará o tamanho do atrevimento.
Já mandaram recadinho
Para nós dois tomarmos tento.
Parece que estão com medo
De caírem nas nossas letras.
Mutreta aqui não põe o dedo.
Nem temos medo de falseta. 
Mas podem dormir tranquilos,
Nós somos zen, não estressamos.
Nós dois só duetamos  
Sobre assuntos que gostamos.  
Temos repertório pra política,
Amor, piada e até bicho-de-pé.
Agradeço o bilhete e continuo escrevendo,
Porque trago no registro o nome de Mulher.

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    Medinho? Ah! Carece ter

                  Hamilton Brito

 
Oia, toma tento, inté eu posso

Mas atrevido eu não sou

Meto a boca no errado

Se relaxam com o que é nosso 

Uai! Quem não deve, treme não...

Pois nossa escrita é muito justa

É só não fazer safadeza

E não andar na contramão. 

Já dormir tranquilo... num sei

Porque pecados, todos têm

E se nós descobrimos mutreta

Não perdoaremos ninguém. 

Mas você, leitor, fique sossegado.

A gente tem muita instrução

Mesmo socando a ripa no lombo

A gente vai usar de educação. 

O que não vai mais acontecer

É vermos este povo folgado

Dirigir toda uma comunidade

Como se ela fosse gado.

4 comentários:

Célia Rangel disse...

Êh, oô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!
Depois desse poema... fiquei cantando...
kkkkk... só vocês mesmo!
Bjks.

Rita Lavoyer disse...

Há há! Célia , até nós estamos na mira do ''gado'' - como pode -

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Posso muito bem supor qual o "medinho" a que vocês se referem...
Que dupla, heim? Um dueto assim, ninguém segura. Parabéns a ambos!

Rita Lavoyer disse...

Não é mesmo Marcelo??????