CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau.

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau.

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras.

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau.

sábado, 28 de agosto de 2010

A ESCURIDÃO




Absorta me vi enquanto vagava
Tortuosos caminhos tateados
Pela sombra da escuridão.
O toque das copas fechadas que eu ouvia
Desviou-me do silêncio
Encanado nos corredores do vento.
Um grito escondido encontrou-me
No medonho escuro da floresta,
Trazendo consigo imagináveis imagens
Que sobre mim um calafrio sopraram.
Um frio!
A escuridão é fria e úmida.
O frio é claro e seco.
A umidade é cínica e concreta.
Queria sair dali, mas não achava a porta.
Tudo era escuro.
A porta era claramente escura.
Impalpável.
Segui adiante, sem instinto.
Atravessei a frente
E cai em mim.
Rita Lavoyer


9 comentários:

Jorge Sader Filho disse...

Rita, que criatividade!
Conhecia sua prosa, mas vejo que o verso nada deve a ela.
Mas o que me impressionou mesmo foi o final!
Gostei. E muito, querida amiga.

Carinho,
Jorge

jhamiltonbrito.blogspot.com disse...

E quando você " caiu em mim ", suponho ter-se feito a luz.
Com certeza, pois você é uma iluminada.

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Rita,
Linda lavra, com final desconcertantes. Parabéns e um beijo.

Marisa Mattos disse...

Pois é...já me senti lá...e quase que "não sai de mim"...beijos...te admiro...

Sentada num cantinho da lua disse...

Não tenho palavras

Está lindissímo...

PARABÉNS!

Patrícia Bracale disse...

Conheça se.

Anônimo disse...

eu gostei muito :-)

Amanda disse...

Olá, Rita..vc visitou meu blog há alguns meses e só agora vi seu recado. Estou retribuindo a visita e aproveitando para parabeniza-la! voltarei sempre. bjss

Helcio Almeida disse...

Adorei Rita.Quanto mais vive, melhor fica