CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

UMA FRUTA






UMA FRUTA

RITA LAVOYER

Quero uma fruta que me colha no pé,
Com sabor bem azul,
Aroma invisível
E formato de talismã.
Quero uma fruta
Bem fresca e macia
Como a cal do travesseiro
E a força da hortelã.
Que pela manhã bem colorida
Traga-me a vida e se
Alongue durante o dia.
Que não se transvie
E que seja simplesmente como é.
Pode ser alguém cujas vistas
Percorrem ali, bem ali...
Se passar por lá e
tornar-se uma fruta
Colha-me.
Colha-me debaixo da sombra
Da tua navalha
Que te escorre pela casca,
Pelo sumo,
Pelo caldo,
Pelo bagaço,
Pela semente
Que se planta e
Que se nasce para alguém.
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POMAR DE AFETO

Hamilton Brito

Qual jardim do Éden
É o pomar da minha vida.
Nele
Existem frutas às mancheias,
As quais eu posso
Escolher.
São de variados sabores,
Com peculiares odores...
Todas
Lindas de se ver
E saborear.
Mas há uma
Especial,
Ainda pouco conhecida
Cujo sabor não conheço.
Fruta fora de estação .
Eu não sei se está no ponto
De sua polpa
Provar.
E fico ali no meu pomar
Respirando a pureza do ar,
Mas pensando
Se aquela fruta que eu vejo,
Fruto do meu mais puro desejo
Não tem a ver com a maçã.
Aquela que a serpente,
Oferecendo como presente,
Tirou do homem a vida eterna.
Mas aquela fruta danada
É só me atentar mais um pouco
Passo o canivete nela.
Engolirei cascas e sementes
Sorverei todos os seus líquidos
E seja lá o que Deus quiser.




7 comentários:

Jorge Sader Filho disse...

Frutas maduras, perfume intenso, polpa carnuda.
Fácil de falar, mais ainda de comer, quem não gosta?
Rita nos proporciona leitura agradável e vontade de morder a fruta!

Carinho,
Jorge

Genny Xavier disse...

Cara poeta,
Versos repletos de doces sabores líricos na sensualidade dos dizeres do universo feminino e masculino...versos docemente frutíferos para os dizeres de Rita e os dizeres de Hamilton...
Beijos,
Genny

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Gostei da fruta e do pomar. Parabéns a ambos!

Patrícia Bracale disse...

Só me resta plantar árvores.
Parabéns

♀♀ Maria Rosa Dias ♀♀ disse...

Oii, Rita! Seu blog está lindíssimo! Parabéns, querida! ^^
Seu poema e o poema do Miltin são maravilhosos! Amei os dois! ^^
Parabéns à vocês pelo talento! ^^

Ah! Adoraria que comentasse em meu blog! Eu o atualizei! ^^

RIOT beijos,
**Mari**.

Malu disse...

Rita, as frutas são sempre mágicas!!!
Guardam aromas, cores e sabores que nos marcam a vida para sempre.
Lindo poema.
Um beijo, amiga

jhamiltonbrito.blogspot.com disse...

...e assim, vou à sombra dessa grande escritora, da qual tenho a honra de ser amigo, fazendo o meu nome. É por essas e outras que : obrigado, Pai, por ter tanto a agradecer e tão pouco a pedir.