CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

AOS PROFESSORES

“AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO” Mt 22, 36-39






VOCÊ SE AMA?


Quanto de amor você sente por VOCÊ, professor, que transborde ao ponto de alcançar o seu próximo, aquela criança que, talvez na escola, vê em você o único conforto, a única segurança?

Professor, neste dia do professor eu não tenho palavras para homenageá-lo, visto que ainda não descobri as que sejam suficientes para expressá-lo e que esgote o meu Parabéns!

Professor, professor e magistério é casamento há muito falido, mas você, professor, insiste em continuar teimando nesta união que fez por amor, e está dentro de um nó de enlace que o poder, sem piedade, quer meter a foice. VOCÊ SE AMA?

Assim Paulo Maluf blasfemou, depois repeliu tal citação como não sendo dele: “ Não há professoras mal pagas. Elas são mal casadas” (mais ou menos assim). Fossem todos os esposos ladrões, mentirosos e trapaceiros como ele, hoje, nosso país estaria sem educadores. Seríamos todos(as) casados(as) com políticos sem educação.

Professor, partindo de você eu sei o quanto de bom há dentro das escolas, mas sei também o quanto de ruim prolifera no mesmo ambiente.

Quantos professores são os pais dos pais, do companheiro, dos filhos, dos irmãos, dos amigos e pais de muitas crianças depositadas dentro das escolas pelos genitores que nem sabem a que vieram, muito menos o que geraram, e entregam os filhos para serem tratados ali. Professores são tudo isso e ainda têm que ensinar o futuro.

Enquanto menestréis do saber desempenham o seu talento silenciosamente, os abutres infiltrados denunciam, por questões politiqueiras, o professor que se sentou ao lado do aluno para comer um prato de merenda.

A todos os professores e demais funcionários das escolas os meus mais sinceros agradecimentos por me acolherem e me ensinarem o ofício do aprender. Enquanto aprendente que sou, oriento o abutre a queimar o papel que ele “arrancou” da faculdade, e que a fumaça putrefata que ele produzir o asfixie, exterminando para sempre essa espécie de verme que emporcalha a profissão.
Depois, renasça benfeitor. Renasça um professor de verdade. A vida é uma escola que oferece muitas chances, ela ensina. Os professores também.

Todos os que dizem que SÃO, somente SÃO de verdade, porque passaram pelos cuidados de um professor.
ISSO É OU NÃO É AMOR AO OFÍCIO?




Rita Lavoyer

4 comentários:

Célia disse...

Oi, Rita! Parabéns pra você também! Seu texto leva-me a muitas reflexões. Passei por tudo isso no trabalho desenvolvido com a educação desde 1965 até 2006... Mas, creia de nada me arrependo. Fui à luta. Reivindiquei... Passeatas pela Praça da República em Sampa... Abordava temas políticos e atuais em minhas aulas. Claro que tinha que seguir planejamentos e currículos, mas nunca me senti engessada na educação. Sempre fui criativa e, tendenciosamente, abria espaços de leitura, de produção de textos, de debates em minhas aulas para politizar "os futuros cidadãos" que me ouviam e tinham seu espaço para o diálogo! Teci na minha vocação de professora-educadora um pano de fundo que me desse prazer, e assim, tudo fluía mais facilmente. Sobrevivi aos salários, sempre irrisórios, aos muito "nãos" recebidos, aos colegas insatisfeitos que só faziam reclamar, sem posicionarem-se... mas nunca ninguém conseguiu tirar minha dedicação, meu empenho, meu amor ao trabalho vocacionado que abracei! Foram mais de 43 anos dedicados à educação, em três períodos, pois o noturno era para as devidas correções e imensas burocracias que envolvem nossa profissão. Faria tudo novamente! Abraço, Célia.

Rita Lavoyer disse...

Olá, Célia! Parabéns pela garra e pela profissão escolhida. Deixei um recado para você no post anterior, não consigo postar comentário no seu blog.
Obrigada pela participação. Deus a abençõe com esta força.
Rita Lavoyer

Milla Pereira disse...

Aos professores tão injustiçados em nosso país, todo o meu respeito e admiração. Vim conhecer teu espaço e saio daqui encantada e já sua seguidora, Rita. Bom fds, beijo grande.

Nádia Dantas disse...

Encantada com seu texto, Rita!

Parabéns a todos os professores.
Apesar das dificuldades e obstáculos, não desistem do sonho e continuam a ter esperanças. Para todos nós que ainda temos o brilho no olhar...

Abraço :)