CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


sábado, 5 de novembro de 2011

E AGORA .....?


O sinal não fechou, porque sinal não havia ali. E agora, apressadinho?
Ela saiu para um compromisso marcado. Você, apavorado, o desmarcou. E agora, desastrado?
Ela estava junto com a maior joia dela. Você a feriu. E agora, imprudente?

Tinha um "pare", mas você não parou. Por que, ceguinho?
Ao invés de ficar no local, foi, sozinho, arrastando a lataria, à delegacia registrar ocorrência contra ela, julgando-se correto. Levou um ‘pito’, heim, estressadinho!

Tentou convencer o policial que ela estava acelerada. Levou outro ‘pito’, não foi, esperto?

O CD preferido dela, aquele de cento e poucas músicas, foi presente que ela ganhou. Com o impacto, ele derreteu junto com o painel, E agora, sem noção? Ela nunca mais vai ganhar outro igual.

Você voltou ao local do acidente acompanhado dos homens de farda.Qual é a sua, trapalhão? Gosta de levar puxões de orelha em público?






Retornou ao D.P. sob as vistas deles. Lá, tentou convencer a motorista a deixar as coisas de um modo que não prejudicasse o andar da carruagem, a sua, não é não finório? Já que o carro dela ficou destruído.

Não foi presente, foi juntando pouquinho por pouquinho para sair com um zerinho da concessionária. Ela conseguiu, ligeirinho!

Querendo fazer rir, tentou convencer o escrivão a registrar no B.O que a criança, a joia dela, estava ao volante junto com a motorista.

Gelou, perdeu as pernas, a cor, as palavras, a noção, o sentido, quando ela se levantou agigantada e perdeu a compostura, foi não?

– Sim! Foi isso sim, senhora!

Então, tá! Foi assim que eu resolvi tudo, tudinho. Depois, fui conhecer o ferro velho.

Hoje, tudo dói. Mas dores, elas passam conforme a nossa resistência, mas não ultrapassam, nem trapaceiam nenhum percurso.

Amém! Somos, minha filha, eu e aquele senhor, sobreviventes da pressa, a dele.






E agora? Eu vou continuar assegurada. O velhinho precisa aprender isso, e muitas outras coisas, inclusive a usar óculos.






Algumas coisas terminam começando do novo.











5 comentários:

Célia disse...

As incoerências e irresponsabilidades de alguns, mal se findam, e novamente tudo a se enfrentar...
Abraço, Célia.

Rita Lavoyer disse...

Muito obrigada, Célia! Grande abraço e bom domingo, tomando cuidado sempre.

Daniela Marchi disse...

Professora Rita, pena que não era eu a escrivã daquele dia, para dar um 'pito' no folgado. Como sua história, já escrevi milhares acho, em boletins, nestes plantões da vida... Mais feio que causar um acidente por imprudência, é tentar colocar a culpa na vítima e, infelizmente, isto é o que ocorre na maioria das vezes. Depois me criticam por eu ser 'injuriada' com a humanidade! Só Deus mesmo para ter paciência...

Rita Lavoyer disse...

Oi,Dani! Eh, acho que escrivão deve ter muitas histórias , até engraçadas, para contar.
Enfim, estamos bem.
Grande abraço e obrigada pela visita.

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Pois é, e agora? E agora, quase sempre, é tarde demais. E o bicho homem nunca aprende...
Muito bom, Rita. Um beijo grande.