CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

VOCÊ AMARIA UM(A) ASSASSINO(A)?

Confira este vídeo incrível do MSN - A Sombra de um Assassino


Apenas para reflexão:
1-  Se o assassino fosse um seu querido?
2_ Se o assassino matasse um seu querido?
3_ Ainda que o seu querido tenha provocado a ira do assassino, sendo morto por isso, você entenderia para amar o assassino?


8 comentários:

Célia disse...

Olá, Rita! Surpreendida ao extremo com suas colocações! O vídeo, então é de uma profundidade que me deixou em reflexão... Exatamente quando leio sobre o "Ego Patológico" (Eckhart Tolle) e não tenho conclusão, pois se visualizo a situação fora meus muros familiares, vejo impossível amar-se um assassino; por outro lado, quando passo para os limites interiores do meu sentimento, engasgo, pois difícil será conceituar tal amor. Seria piedade? Compaixão? Misericórdia? Nas penitenciárias há "encontros amorosos", as "visitas íntimas"... amor ou necessidade fisiológica? Bebês nascem desse ato e, muitos já dentro de uma prisão! Estou dando voltas, sei disso, mas sei também que não amaria um assassino se o soubesse, no entanto se amando-o ele viesse a se tornar um assassino, mesmo sofrendo, excluiria-o... Ranços de uma educação castradora, preconceituosa que em muito já me libertei, mas há um baú enorme para ser despejado. E, mais um detalhe: "onde fica meu amor ao próximo"... numa dessas! Rita querida, você me levou a um "confiteor" pessoal desde a infância até atualmente! Pura conscientização!
Abraço da Célia.

HAMILTON BRITO... disse...

Um assassino, seguramente não amaria. Já uma assassina...
Se o assassino fosse um ente querido, continuaria sendo querido.Assassino é o que mata mas por que matou?
A terceira se encaixa na segunda...por quê?
Existem motivos de força maior que fazem alguém matar outra pessoa. Não se trata daquele que tem um perfil patológico.

Jorge Sader Filho disse...

Difíl imaginar, Rita.
Tantas vezes juramos por todos os deuses e santos que jamais cometeremos ou não tal fato.
Em seguida, está desfeita a promessa...

Beijo,
Jorge

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Um vídeo contundente, de verdade não tenho opinião formada. Difícil me imaginar na pele dessas pessoas. Essa eu vou ficar te devendo, Rita. Estaria sendo leviano em dizer que agiria de uma determinada forma. Um beijo pra você.

Rita Lavoyer disse...

Meus queridos amigos, que não me abandonam nas minhas investidas.
Obrigada Hélcio e Maria Luzia, que tentaram publicar, mas por alguma razão aqui do meu blog não conseguiram.
Lancei as perguntas pensando em mim.

EU ME COLOQUEI NA CONDIÇÃO DA ASSASSINA EM QUESTÃO.

MESMO ASSIM, FICO FELIZ POR SABER QUE ME VISITARIAM NA PRISÃO, OU NÃO?

Anônimo disse...

Não sei, se o amor adimitir escolha, certamente eu direi não.
Emília Goulart

Cidadão Araçatuba disse...

Que tema é esse rita! Rs...
Existem mães que amam, pais também. Perdoar é outros quinhentos cruzeiros.
Agora tratando-se de relação (homem x mulher) a resposta é Não!
Abração!

Rita Lavoyer disse...

Emília e Paulo, muito obrigada por compartilharem aqui as nossas ideias. Gostei!