CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

JARDINEIRA

Jardineira

No jardim da minha casa

não tem jardineira.

Na jardineira da minha casa

não tem terra adubada.

Não pus semente na terra da jardineira

do jardim da minha casa

porque não há.

Na casa do meu jardim

há um jardineiro.

Ele plantou sementes na

terra adubada enquanto

é sempre primavera.

Há flores crescendo na

casa do meu jardim,

vivendo nas estações

desta Jardineira.



Rita Lavoyer



8 comentários:

HAMILTON BRITO... disse...

Ah! tem sim. E nascem belas flores.
No jardim da sua casa tem rosas, margaridas, crisântemos e e outras mais, aliadas às flores , que você, jardineira das poesias, faz.

Rita Lavoyer disse...

Oh, José Hamilton, o poeta da seresta!
Na casa do meu jardim tem flores sim! Já plantamos você também!
Aqui, amigos têm raizes!

Célia Rangel disse...

A sua casa interior é linda, Rita! Faz brotar saxifrage (flor por entre pedras) e acalenta nossos sonhos, enfeitando nossas almas! Belo poetar de uma vida primaveril!
Bj. Célia.

Jorge Sader Filho disse...

Flores...! Como existem, no jardim da casa de Rita.
Quem lê seus textos, sabe.

Abraço,
Jorge

Rita Lavoyer disse...

Célia, minha flor especial! Precisei entender o "saxifrage". Como é excelente interagirmos. Assim vamos aprendendo com o outro, com os outros e seremos todos uma floresta de saberes.
Oh, Papai do Céu, como o Senhor é bom demais!
Um buquê de primaveras para você!
Com carinho
Rita

Rita Lavoyer disse...

Olá, Jorge querido!
Na sua casa também tem variedades de primaveras. Estou sempre por lá, buscando pólen, sei disso! Produtor de flores brilhantes, você!
Abração

ALAOR TRISTANTE JÚNIOR disse...

Querida Rita, lendo seu jardim, lembrei-me do poeta Casimiro de Abreu, meu preferido da adolescência, quando eu era puro. No seu livro "As primaveras", o poema "Uma história":

A brisa dizia à rosa:
— “Dá, formosa,
Dá-me, linda, o teu amor;
Deixa eu dormir no teu seio
Sem receio,
Sem receio, minha flor!

De tarde virei da selva
Sobre a relva
Os meus suspiros te dar;
E de noite na corrente
Mansamente,
Mansamente me embalar!” —

E a rosa dizia à brisa:
— “Não precisa
Meu seio dos beijos teus;
Não te adoro… és inconstante…
Outro amante,
Outro amante aos sonhos meus!

Tu passas de noite e dia
Sem poesia
A repetir-me teus ais;
Não te adoro… quero o Norte
Que é mais forte,
Que é mais forte e eu amo mais!” —

No outro dia a pobre rosa
Tão vaidosa
No hastil se debruçou;
Pobre dela — Teve a morte
Porque o Norte,
Porque o Norte a desfolhou!…

Rita Lavoyer disse...

Alaor, adoro essa analogia!

agora...

"quando você era puro?" KKKK
Muito boa essa. Se saiu muito bem na sua classificação!

Lindo demais "Uma história", principalmente quando dela podemos compor outras tantas.

Muito obrigada pela participação aqui!