CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

MEDICAMENTO VENCIDO. VOCÊ SABE PARA QUE SERVE?

Amanhã, dia 03/01/2014, vou novamente atrás para  resolver este assunto. 
Enquanto isso, você que me lê, não jogue o seu medicamento vencido no lixo, na pia ou no vaso sanitário.
 
Voltei hoje, 16/12/2013, às 10h10, a ligar e conversar com o mesmo funcionário que me atendera no dia 11/12/2013.  Mostrou-se, realmente, muito interessado em encabeçar esta ação, resolvendo não só um conflito de alguns cidadãos que se reuniram em campanha aqui no Condomínio Residencial Edifício Ipanema, recolhendo os medicamentos vencidos. Mas em uma ação conjunta, como discutimos,  poderemos, sim, resolver, se não completamente, pelo menos uma parcela do mal que fazemos ao meio ambiente.
 
Uma campanha poderá surgir em Araçatuba. Não temos a intenção de consertarmos o mundo, mas se não fizermos a nossa parte estaremos destruindo não só o nosso, mas o mundo de todos.
 
Rita Lavoyer: 16/12/2013. Eu creio! Não estou neste mundo por acaso!
 Se ninguém se mobilizar, tudo segue como antes.
 



Assisti à uma palestra no Comitê da Cultura de Paz, cujo assunto era o meio ambiente. Entre tantos ensinamentos que  foram transmitidos, um despertou-me para uma falha que há muito eu cometia.

Até então não tinha, sequer, levantado a hipótese de que descartar remédios na pia ou jogá-los no lixo faria tanto mal ao meio ambiente. Fazer o quê?  sou lenta!

Aprendi que os medicamentos são compostos de elementos químicos, alguns pesadíssimos,  que se descartados incorretamente: despejados na pia ou jogados no lixo, o conteúdo não é dissolvido, simplesmente, porque é descartado.

Em contato com a natureza, essas químicas e conservantes, dependendo da sua potência, atingem o lençol freático de forma devastadora. Pensava: se faz bem para saúde, vai fazer um bem danado para o esgoto, despoluindo-o.  Estava completamente enganada. Esse medicamento descartado servirá, exclusivamente, para fazer mal, muito mal à saúde da Natureza.

Após apreendida a lição, tendo consciência do meu saber sobre o malefício que eu estava causando,   foi me dando  um mal estar tremendo, mas nada fazia para que esse problema, em mim, fosse sanado.  Como a carga no lombo estava pesando, tratei de equilibrar uma parte, repartindo-a com mais alguém que me pudesse ajudar, ajudando-se também.

Levei ao conhecimento da nossa síndica que, de imediato, topou recolher os medicamentos vencidos dos apartamentos. Elaboramos uma campanha  no prédio e agora, aqui no Condomínio Edifício Ipanema, os medicamentos vencidos, ou que sobram, são depositados em um recipiente apropriado para armazená-los com segurança,  sem prejuízo a ninguém. Pelo menos grande parte dos condôminos tem colaborado, lotando nosso reservatório. Foi matéria no caderno “Condomínios” do mês de dezembro do Jornal Folha da região.

E agora?  Vamos continuar fazendo a nossa parte. Levaremos aonde nossa coleta?

E vamos daqui, vamos de lá. Pá daqui! Pá de lá! Orientações super claras de quem nos atendeu, profissionais competentes que sabem o que fazem e por que fazem.

Puxa, estava respirando com mais tranquilidade: eu  me  despertava para um ato humanitário, estava me sentindo mais gente, até que me falaram em preço. Preço?  Preço! Matei ali mesmo o meu lado humanitário.

Para tudo a gente tem que pagar? Até para fazer bem à Natureza? E a campanha aqui no condomínio está andando há meses e o resultado nos satisfazendo! Vou ter que pagar para recolherem?

Quero registrar aqui que, em todos os lugares que eu fui buscar informações sobre o descarte desse material, todas as pessoas foram atenciosas, deram as mesmas informações responsáveis, porque sabem da gravidade de esse material atingir o lençol freático, todas as pessoas com as quais falei conhecem as legislações e todas sabem para onde enviarem esse tipo de material, porque há esse tipo de trabalho sendo feito nos postos de saúde. Mas, enfim... condomínios não se enquadram, por quê?  Houve uma série de explicações sobre isso também.

            Então... paga??

-  Mas vamos buscar o material, tem custo de deslocamento, tem fichas que precisam ser preenchidas, temos que relacionar os medicamentos, temos isso... temos aqui...

- Para! Para tudo isso a taxa que estão cobrando é pouca -  concluí no pensamento, mas não disse nada para não despertar o meu lado humanitário escondido, pondo a mão no bolso.

Acredito até que eu tenha feito alguma coisa errada, precipitando-me em alguns pontos. E deixei de entender outras coisas também.  Até acho que estou errando  publicando este texto, mas vou continuar errando. 
 Hoje, 11/12/2013 falei com outra pessoa, de um outro lugar que, por ética, não o mencionarei aqui, porque me disse que vai me responder até amanhã.

A pessoa foi tão clara e tão honesta  em tudo que ela me disse (como as anteriores também foram)   dentro da sua responsabilidade no posto que ocupa que até fez renascer o meu lado humanitário, explicando-me , inclusive, sobre os custos que existem para esse tipo de coleta, o que eu já sabia. 
 Eu confio que dessa pessoa poderá nascer uma campanha de conscientização em Araçatuba sobre o correto descarte de medicamentos e o seu destino final. Essa pessoa está no lugar certo. Já estou fazendo a minha oração para ela, que já é feliz, mas será ainda mais, porque conhecerão o tamanho da sua competência. Amei!

Vamos nos unir para uma campanha dessa natureza: Recolher o medicamento vencido para descartá-lo no local adequado, evitando assim, danos maiores ao meio ambiente.

Façamos a nossa parte, porque a Natureza não pode  engolir aquilo que não nos serve mais. 

Quanto a pagar, vamos ver o que vai acontecer.  Boa sorte à Natureza!

Rita Lavoyer

 

 

3 comentários:

HAMILTON BRITO... disse...

Lugar adequado....Em Araçatuba? Onde?

Rita Lavoyer disse...

Estou esperando resposta, José Hamilton! A pessoa que me atendeu é excelente. Tenho certeza de que saberá.

HAMILTON BRITO... disse...

Veja a data da postagem: 2013.
A pessoa que atendeu...uma andorinha só nao faz verão.
A farmácia que vendeu o medicamento deveria se encarregar do vencido.Repassaria o custo do trabalho para o laboratório fabricante. Se eu fosse dono de laboratório nao aceitaria se não fosse remédio de receita médica. ASSIM, acaba-se com a auto medicação, que é a grande desgraça da saúde.