CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


sexta-feira, 8 de julho de 2011

POETA E POESIA

imagem da internet





POETA E POESIA

José Geraldo Martinez


Poesia, debruça sobre mim
na suave voz dos lábios dela.
E dos teus versos, enfim,
naqueles lábios de carmim...
Mostra-me de tua beleza toda aquarela!


Faze-me neste momento menino!
Apenas a escutar as tuas rimas...
Para quando partires, eu chorar meu desatino,
como a chorar a perda de minha menina.



Será que tu voltas amanhã
na voz de minha doce poetisa
ou mandas apenas recado em minha solitude,
trazidos na mansa brisa?


Poesia, nesta hora torno-me poeta!
Quando a saudade minha alma infesta,
com noite de toda amplidão...


Poesia, nesta hora sou pranto boêmio
que infesta...
O peito tão frio que me resta,
escorrendo por suas mãos!

----------------------------------


POESIA DO POETA


RITA LAVOYER


Poeta, cumpre o teu destino!
Concretiza-me na figuração da tua linguagem
Ainda que trema com a pena na mão
Vista-me como prover a tua roupagem:
Abstrato da minha emoção.

Poeta, ainda que velha no teu alcance criança
Renova-me a cada dia
Na fênix da tua esperança, e
Acalenta o meu renascer em cada cinza fria.

Poeta, o amanhã está na obra
Que desejas construída.
Meu alicerce é a tua base,
Esteja nela fechada ou aberta a ferida.

Poeta, nesta hora sou utopia:
Fruto da tua luz.
Quanto mais no teu peito a dor se alastra,
Muito mais da beleza faço jus.


Mata e vive por mim todo dia.
Sou teu estro, meu astro,
Nomeia-me “Tua Poesia”.


Rita Lavoyer é membro da Cia dos blogueiros

7 comentários:

Jorge Sader Filho disse...

Rita, ficou solene sua poesia!
Muito firme e segura, mensagem transmitida com firmeza.
Gosto deste tipo de poema.

Beijos,
Jorge

HAMILTON BRITO... disse...

Ele, o poeta. Você, a poesia...e mais não digo.

Cidadão Araçatuba disse...

Muito legal Rita, a poesia tem esses nuances, é mágica, podemos ler e cada um dentro da alma construirá uma ideia.
Abração!
Quando puder, visite-me e caso queira, deixe um comentário!

Emilia Goulart disse...

Poeta não brinca de fazer poesia, ele faz.
Minha grande poeta e amiga, você faz e acontece.

Drisph disse...

OLá Rita, que lindooo! Amei a poesia! Sublime...
Vou levar o link do teu livro para divulgar em meu blog, posso?
Beijos e espero reencontrá-la por aqui.
Adriana

Drisph disse...

Estou te enviando um email, ok? Beijos.

jhamiltonbrito.blogspot.com disse...
Este comentário foi removido pelo autor.