CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

SAUDADE DA SAUDADE





Saudade,  há muito tempo eu não sei o que tu és.
Por onde andas, saudade?
Por onde andas?
Tu és ruim, mas és muito boa.
Pelos teus caminhos eu transitava flutuante.
Por onde andas, saudade?
Por onde andas?
Por onde fores , desvia-te dos teus trajetos.
Visita-me, saudade!
Visita-me!
Chegando, não precisarás bater.
Entra e acomoda-te  o peso
na poltrona de veludo vermelho
esgarçado  pelo tempo.
Esta, imóvel  no lado esquerdo do meu peito.
Pula nela! Dá-lhe pulsar!

Rita Lavoyer

4 comentários:

Célia Rangel disse...

Ah! A saudade... chega um tempo em que faz morada em nosso ser... Uma habitante que se acomoda sem nos incomodar se formos apenas no legado dos bons momentos... caso contrário, ela é insuportável mesmo! Belo o seu poema, Rita!
Bj. Célia.

Claudio J Gontijo disse...

Rita

Moro muito próximo da natureza pura. Biólogo e Professor, fui aposentado por laudo médico mas quero continuar instruindo e reativei o VER DE VIDA.

www.verevida.blogspot.com.br

Um grande abraço.

Felicidade em sua jornada.

Shigueyuki disse...

Feliz é quem não tem saudade de nada. Quando a saudade bate à porta é sinal que estamos envelhecendo, não é? Fique longe, de mim.

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Gostei demais deste seu poema, Rita. É muito original isso - sentir saudade de ter saudade. A imagem da poltrona vermelha tb achei ótima. Parabéns, um beijo grande.