CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba;

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

sexta-feira, 23 de maio de 2014

LEVE O GUARDA-CHUVA!


Rita Lavoyer

Quando precisar sair para algum lugar e sentir que os seus batimentos cardíacos dão mais movimentos à malha da sua camiseta, leve o guarda-chuva, esteja o tempo fechado ou não!
Esteja com ele ao alcance das suas mãos quando sentir que os seus mindinhos dos pés lhe dão sinais de que precisam se refrescar.  Descalce-se e, naquela dobrinha que todos os cabos dos bons guarda-chuvas têm, pendure o par do seu calçado. Querendo continuar a sua caminhada, prossiga! Achando por bem deixar nesta etapa o seu guarda-chuva com o seu calçado pendurado, deixe-os!

Caminhe até onde os seus pensamentos não lhe acusarem da perda do guarda-chuva. Achar que ele ainda está naquela etapa é um direito que somente o retorno lhe dará o privilégio de ter ou não certeza.
Quanto a chuva: não fuja de nenhuma, tendo ou não um guarda-chuva ao seu alcance! 

2 comentários:

Helcio Almeida disse...

Quantos guarda chuvas já passaram pela minha vida. Alguns pendurados outros esquecidos, mas, quando não levei, senti a gloriosa sensação de estar livremente molhado.

Célia Rangel disse...

Ah! Meus guarda-chuvas voaram pelas tempestades mentais e de ventanias... Melhor, assim senti meus movimentos em camisetas molhadas...
Abraço.