CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba;

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

sábado, 7 de junho de 2014

FALAR SOBRE FUTEBOL


FALAR SOBRE FUTEBOL

                 Não há como, neste momento esportivo pelo qual o país está passando, não falarmos sobre futebol. Principalmente neste mês em que a mídia o tem como um dos principais focos. Ficarmos alheios é impossível.

                Eu gostaria muito de narrar um jogo, por exemplo, mas como se não entendo as marcações, as posições e nem sei dar nome a alguns tipos de jogadas?

                Aqui em casa, quando o papai de todos senta-se no sofá, para assistir ao time dele, prefere que todos estejamos em silêncio. Sinceramente, eu não gosto do som da televisão, por isso, se eu estiver em casa peço que ele assista ao jogo no limite da potência  auditiva que ele possui.

                Apesar de a tolerância dele ser expandida, se alguém atravessar várias vezes sua frente ele acaba perdendo a paciência. Acho tratar-se de uma característica dos espectadores em geral.  Relacionei a isso  um fato que gerou outros fatos  estúpidos sobre “atravessar na frente”. Foi quando uma professora, aqui de Araçatuba, recebeu um processo por segurar no braço de um aluno que não parava no lugar, e o colocou sentado na carteira dele.

                Esse corretivo aplicado pela professora levou o pai do aluno a outras atitudes, inclusive a fazer com que ela respondesse a um processo administrativo, sem contarmos outros processos que ela própria travaria com o seu psicológico abalado, que lhe causaria perdas significativas.

                Como eu penso: continuei pensando no quanto os professores preparam as suas aulas e não conseguem aplicá-las a contento porque alunos os atrapalham o tempo todo, “atravessando-lhes a frente”, impedindo que o conteúdo seja, no mínimo, apresentado a outros alunos que esperam algumas explicações.

                Perguntei-me: será que esse pai, quando senta-se no sofá para assistir a qualquer programa, se o seu ‘pimpolho’ atravessar várias vezes sua frente, impedindo-o de ver o que se passa na tela, ele não gritaria, ou pegaria no braço do filho, mandando-o, sabe-se lá para onde, sob xingamentos e agressões diversas? Todavia ele teve a petulância de fazer denúncia contra uma professora que  colocou o seu filho no seu devido lugar, porque ela precisava dar aula a outros alunos!

                Agora eu encaro o fato de que eu  não sei mesmo falar sobre futebol. Tentei, não trago educação esportiva suficiente para tanto. Sei que esporte é de extrema importância para o ser humano em formação, como também sei que não há ciência que diga o contrário, uma vez que ele beneficia grandiosamente as pessoas, ajudando-as no  fortalecimento físico e psíquico, sem contar a sua grande contribuição à sociedade que, se formos relatar aqui, preencheríamos páginas e páginas, mas  não é esse o nosso intento.

                Termino aqui o meu texto dizendo que vou torcer para que o Brasil chegue a final nesta Copa do Mundo e que todos tenhamos educação, não só como torcedores, mas para todo o sempre, porque há muitas vidas em jogo e não temos um sistema de saúde competente para atender a todos numa eventual confusão com resultados trágicos.
              Tomara, também, que o vai e vem da bola não hipnotize a visão  propedêutica de quem quer e faz para que   mudanças nas mais varias esferas aconteçam. Isso sim tem que continuar sendo a bola da vez.

Rita Lavoyer

Um comentário:

Célia Rangel disse...

A bola da vez? Ai Rita... sei não, mas vejo que o processo educacional perdeu sua trilha correta desde "o passar na frente" em casa com reflexos horrorosos em sala de aula. Faltam "famílias e educadores" que saibam acolher e entender a extensão da palavra "EDUCAÇÃO DE BERÇO"...
Beijo.