CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba;

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

sábado, 26 de julho de 2014

VESTIBULAR, UM CHAMADO À MATURIDADE ?


Veja mais sobre vestibular acessando o link abaixo.
Traremos outras matérias sobre o assunto durante a semana
 
 
 
 VESTIBULAR  - Rita Lavoyer
           Passando-se o Enem, lá volta ela, a juventude em maturação, a correr atrás de revisar os conteúdos para prestar o vestibular. É um período de transição entre os cuidados que o estudante recebe em casa, com os pais e na escola (algumas) com os professores, para outro mundo que, supõe-se, seja a fase de assumir responsabilidades. 
           Vestibular está apontado como porta para a realização profissional do estudante, principalmente se aprovado e ingressar numa Universidade pública renomada.  O objetivo do vestibular é avaliar a capacidade de o candidato acompanhar o ensino superior.   É um meio de evitar alguns males como o protecionismo, o apadrinhamento, o racismo, etc... 
            Por conta dos vestibulares, muitas instituições de ensino têm se tornado “empresas” no ramo de colocar gente nas universidades, como único objetivo. Em muitas delas o aluno deixou de ser gente para ser número, boleto bancário e somar posição nos gráficos estatísticos apresentados à mídia.  Quanto maior o número de aprovados, mais crédito aquela “fábrica de passantes em Vestibular”  ganha perante a sociedade, pois é a bagagem acadêmica do candidato que  o privilegiará, por mérito,   naquela “chance igual” de concorrência às vagas.  Pensando na questão de “igualdade às oportunidades” que o sistema de cotas raciais foi criado.  Esse sistema de cotas é  um cobertor com furos, pois tenta cobrir falhas na base do sistema de educação pública, mas não as corrige.                                                                                                                  Então, “vestibular” é bom negócio para quem tem visão de futuro, seja no campo profissional, social e, principalmente, politico que têm como clientela  uma juventude ansiosa. Muitos acabam adoecendo  nas vésperas e levando a família junto quando chega essa etapa.
           Vamos com calma. Vestibular é um caminho para o qual devemos olhar com seriedade, mas não fazermos dele o único objetivo a ser focado pelos jovens, tampouco privá-los dessa experiência. Há tempo para tudo. 
           Quanto que um adolescente de 18 a 20 anos tem de maturidade para decidir o que realmente quer para o seu futuro e ter que decidir por uma profissão  que lhe  traga realização  pessoal e segurança financeira? E quando não consegue se identificar com uma ou outra profissão e acaba arriscando-se em qualquer uma por falta de opção, mais para atender as cobranças da família, da escola e dos colegas?  Como suportar os conflitos de escolha e liberdade, tendo que carregar o peso da responsabilidade da opção, certa ou errada, verdadeira ou falsa nas múltiplas escolhas onde somente uma resposta está correta?
          Em suma: vestibular é uma das primeiras peneiras que o adulto precoce tem que se submeter entre tantos outros testes que deverá prestar durante toda vida. 

Um comentário:

Célia Rangel disse...

Pois é, Rita... e depois no vestibular diário da vida eles desnorteiam-se... Uma fase crudelíssima de tomada de decisões e pressão familiar para que sejam bem sucedidos. É o projetar-se dos pais em seus filhos, muitas vezes.
Abraço.