CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba;

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

sábado, 2 de agosto de 2014

EM TEMPO DE TEMPLOS

 
          Oh, JESUS! Quando o Novo já não serve ao homem como Testamento, apoiar-se ao velho como recurso, contemporanizando-o com alicerces de ouro, é sinal de que a humanidade, em relação à Vida regrediu 2014 anos nesta Era.
         Eu sempre acreditarei no poder da Manjedoura, simples e pura, de onde jorra Salvação em abundância, sem que com isso eu precise pagar para manter a Fonte Viva.
         Obrigada, Jesus Cristo -meu Sustentáculo- pelos Bens que me ensina a incorporar através das Suas Palavras e pelas Diversidades de Natais que nascem em mim todos os dias.
 
 

8 comentários:

Célia Rangel disse...

Seria a substituição pelo "bezerro de ouro?"
Também creio nos natais simples e humildes diários...
Abraço.

HAMILTON BRITO... disse...

São estas diversidades de natais o grande templo que Ele almejou para todos nós. A igreja de Cristo está nós. Mas nada impede, assim Omo preparamos as nossas belas mansões, que a casa do Pai tenha beleza. Assim como os católicos têm Aparecida ou a Basílica de São Pedro, os evangélicos agora têm o seu Templo de Salomão. Discute-se a fonte dos recursos de ambos os lados.

Rita Lavoyer disse...


Caro Brito!

É claro que todos gostamos de admirar o belo. Se eu tivesse condição de transformar o meu belo lar em uma casa belíssima não me furtaria esta oportunidade, afinal de contas unir um lar a uma casa deve ser coisa pra lá de boa.

Todavia entramos e saímos de nossos lares frequentemente sem questionarmos se há nele luxo ou não, mesmo porque quando saímos dele é para buscarmos o sustento dos que nele habitam.

Taí uma diferença das nossas mansões com àquelas que constroem em homenagem a Deus que, duvido, seja o desejo Dele.

É certo que a casa do Pai necessita ser limpa, pois sem a limpeza não há como percebermos a beleza que há nela. Então nessas entrelinhas do belo nas construções religiosas não há como eu equilibrar minha confiança.

O que se vê nas casas religiosas faraônicas é a ostentação, isto porque lá - nessas casas religiosas - os pobres que nunca tiverem como se igualarem aos ricos - vão se sentir iguais, usufruindo dessa riqueza frágil que o ambiente proporciona aos olhos e ao corpo, mas daí aconchegar a alma ? nem tente me converncer porque perderá o seu tempo.

De alguma forma há uma justiça aí, porque há muitos trabalhadores humildes e ingênuos desembolsando metade se seus salários ao pastor, ao padre, as igrejas em geral. Vamos ser justos - há igrejas que nem com o dízimo pagos pelos fiéis conseguem pagar a conta da água, nem o vinho do padre - isso também vai do poder de persuasão do pároco, do pastor...

Voltando - ainda que o monumento faraônico tenha sido erguido com o dinheiro dos humildes, ali sim ele pode chegar, sentar e rezar...

diferente da canção ´" Cidadão" que deixo abaixo, para uma breve análise: o personagem da música virou o mantenedor do Faraó, por isso, lá no reino de deus, ele pode entrar e sentir-se no direito de pagar o quanto ele quiser, porque quanto ele mais paga , mais ele se sente gente. Uma boa sabedoria de Salomão aplicável como golpe do bilhete metafórico da salvação.

"Cidadão"
Renato Teixeira/ Zé Geraldo


Tá vendo aquele edifício moço?/
Ajudei a levantar/
Foi um tempo de aflição/
Eram quatro condução/
Duas pra ir, duas pra voltar/
Hoje depois dele pronto/
Olho pra cima e fico tonto/
Mas me chega um cidadão/
E me diz desconfiado, tu tá aí admirado/
Ou tá querendo roubar?/
Meu domingo tá perdido/
Vou pra casa entristecido/
Dá vontade de beber/
E pra aumentar o meu tédio/
Eu nem posso olhar pro prédio/
Que eu ajudei a fazer/

Tá vendo aquele colégio moço?/
Eu também trabalhei lá/
Lá eu quase me arrebento/
Pus a massa fiz cimento/
Ajudei a rebocar/
Minha filha inocente/
Vem pra mim toda contente/
Pai vou me matricular/
Mas me diz um cidadão/
Criança de pé no chão/
Aqui não pode estudar/
Esta dor doeu mais forte/
Por que que eu deixei o norte/
Eu me pus a me dizer/
Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava/
Tinha direito a comer/

Tá vendo aquela igreja moço?/
Onde o padre diz amém/
Pus o sino e o badalo/
Enchi minha mão de calo/
Lá eu trabalhei também/
Lá sim valeu a pena/
Tem quermesse, tem novena/
E o padre me deixa entrar/
Foi lá que cristo me disse/
Rapaz deixe de tolice/
Não se deixe amedrontar/

Fui eu quem criou a terra/
Enchi o rio fiz a serra/
Não deixei nada faltar/
Hoje o homem criou asas/
E na maioria das casas/
Eu também não posso entrar/

Fui eu quem criou a terra/
Enchi o rio fiz a serra/
Não deixei nada faltar/

Hoje o homem criou asas/
E na maioria das casas/
Eu também não posso entrar/
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cada pobre é rico como sabe, cada rico é rico como pode, cada pobre é pobre como se permite ser. Rita Lavoyer

Rita Lavoyer disse...

Seria sim, Célia, uma nova forma de adoração.

Cidadão Araçatuba disse...

Olá Rita é a decadëncia deslumbrante do homem que cresce em soberba! Às vezes me pergunto onde estará Deus que não manda um raio bem no meio da cabeça desses bossais. Não me refiro a todos os seguidores do grão mestre da unversal, mas, talvez a maioria deles. Essa maioria que sustenta a insensatez de achar que grandes coisas levam os homens ás portas do céu. Não tenho religião, mas o meu Deus é mais presente na minha casa que tem 120m2 do que neste templo. Abração!

Rita Lavoyer disse...

Obrigada, Paulo- Cidadão Araçatuba.
É bem por aí mesmo, mas se cair o raio, como sempre, será na cabeça do pobre, o mantenedor dos poderosos.

Nessa construção a sujeira e a lavagem deixaram de ser ambiguidades. A sujeira está exatamente na lavagem de dinheiro e sabe-se lá do que mais.
Coitado de Deus, sendo objeto de escárnio e o povo pagando para denegrir-LHE a imagem esperando a salvação. E os representantes da politicalha de todos os lados do Brasil em conluio com isso. Se o mundo sem Deus fica perdido, imaginemos nós com esses políticos e sem ELE então. o que será do mundo? Dobremos nossos joelhos, redobremos nossas orações e tripliquemos nossas ações a serviço do bem comum sem esperarmos que as coisas nos caia do céu, porque o que vem fácil tem-nos um preço avassalador.

Helcio Almeida disse...

Stalin mandou construir o Metrô de Moscou com muito luxo e riqueza para dar ao povo a sensação de viver em palácio. O Edir está explorando o mesmo veio. Só que na Russia morreram 20 milhões durante Stalin.

Rita Lavoyer disse...

Hélcio, há mortes bem diferentes em todos os lugares - a salvação não!