CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

madrugada


Foi hoje cedo. Era de manhã, bem manhazinha mesmo. De um tempo pequeno e curto , tipo rápido, sem parar e eu fui à janela. Era a janela e eu. Lá fora, de uma distância curta, uma guerra se passara certamente sem erro,  acertando em cheio o som que não se fazia mais ouvir. De repente ouvi o que outrora ouvia, ouvi um pingo, uma gota, um fio, um jorrar, um rebentamento. O escuro do chão brilhou sob o escuro do céu que chorava uma chuva , a que choramos por ela. Alegrei-me, sorri.  A chuva, na  sua passagem rápida, levou meu sorriso, nem deu tempo de rir. Saí da janela e fui cuidar do fervo que já dura longo tempo. De repente o despertador tocou tonto. Trabalhou atrasado, trabalhei primeiro que ele.  Ah, se eu pudesse voltar pra cama e, pelo menos, sonhar com a chuva... Se chovesse um pouco mais sairia para andar nela. 
Rita Lavoyer

4 comentários:

Jorge Sader Filho disse...

Andar na chuva... Perdeu essa, Rita!
Abraços.

Rita Lavoyer disse...

Pois é, amigo Jorge!
Foi uma chuva tão rápida que não daria tempo, sequer, de pegar o elevador e chegar à rua. Foi só para fazer fusquinha.
Abração. Jorge!

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Sem brincadeira, Rita, eu sonhei com chuva ontem. Pra nós, aqui de SP, chuva está virando miragem. Da próxima vez, fotografe para a posteridade. Talvez para mostrar aos seus netos o que era isso. Ou saia para o quintal, com um porta-joias, tentando recolher um pinguinho... Um beijo pra você.

Rita Lavoyer disse...

Jesus, Marcelo!já estamos endoidecendo de sequidão. Só pode! kkk