CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura


quarta-feira, 25 de março de 2015

BEBÊ, NO FACE, PARIDO

– Rita Lavoyer

Descrevi meu bebê na página do Facebook.
No Face, meu bebê estava  bem descritivo.
Descrevi meu bebê no Face
da forma como eu o trazia ainda no  meu ventre.
Descrevi meu bebê no meu mural,
dizendo  que não sabia como eram seus cabelinhos.
Seriam  pretos, parecidos ao do irmão?
Ou seriam ruivos como os da irmã?
Os olhinhos dele ainda estão fechadinhos,
mas os vejo  desbravadores.
Bebê delicado este que trago no ventre.
Os dedinhos que, às vezes, ele  leva
à sua boquinha de lábios bem delineados,
dedilharão sinfonias, as mais saudáveis,
para o desenvolvimento  de suas partes, partituras...
Descrevi  meu bebê de pele alva como a minha
com letras negras para ele ficar bem  lido.
O seu corpinho bem formado, suas perninhas,
seus bracinhos, abraçaram e brincaram com
o bebê que eu  descrevi no meu mural.
Depois que ele brincou no berço que o
espaço me deixou embalar, ele, o meu bebê,
olhou para mim e abriu um sorriso,
depois jogou-me um beijo.
Ai, que delícia!
Na web, pelo face, no meu mural,  pari um filho.

Tomara ele venha inspirar-me poesias.

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