CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


terça-feira, 24 de março de 2015

CHORO DE SAUDADE



CHORO DE SAUDADE (Rita Lavoyer)
Amigo, se ainda tens força para
de saudade falar,
não queiras saber da minha que,
somente de lembra-me dela, deságuo...
Invadiu-me num vazio tão de repente
que nem sei mais o que sinto
quando tudo tem cor, cheiro e sabor de saudade.
Compõe-me ela com tanta voracidade
que penso querer levar-me consumida.
Melhor não falarmos dela - da saudade.
Amigo, ela é tola - a saudade -
tem mais força que as lágrimas que vertemos.
È marca que o tempo não consegue apagar
das nossas raízes.
Amemos, pois!
Amemos!
Há outro meio mais eficaz
de dar vida à saudade?
Precisa de nós tanto quanto
dela carecemos.
Se não fosse ela, agora,
não diria o quanto preciso dizer:
“Amo!”
Amo com um amor maior que esta saudade
que precisa me dominar.
Preciso olhá-lo, senti-lo
e pôr fim a esta agonia.
Finda-me logo, saudade!
Finda-me logo!
Amigo, soma tua saudade à minha.
Pega minha mão e juntos choraremos.
Ah...
Que alívio, Amigo!
Que alívio, Amigo!
Saber que saudade
é dor de gente como nós.

4 comentários:

Marcelo Pirajá Sguassábia disse...

Eita, saudade danada! Ou a gente mata ela, ou ela mata a gente. Fazer o quê, bem ou mal temos que conviver com essa senhora, filha exclusiva da língua portuguesa. Abraços, Rita.

Rita Lavoyer disse...

Obrigada, amigo meu! Saudade de você no meu espaço. Matei a danada agora.

Célia Rangel disse...

Acumula-se tanta saudade, não é mesmo Rita? Chega-se a um momento, na vida, em que temos que desaguarmo-nos, em lágrimas, em abraços ou sorrisos... Lindo poema!
Destaco:
"É marca que o tempo não consegue apagar
das nossas raízes.
Amemos, pois!"
Com carinho,
Célia.

Rita Lavoyer disse...

Ai, Célia! Amor e saudade são elementos que se completam, completando-nos.