CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2015 - Recebeu voto de aplausos pela Câmara Municipal de Araçatuba;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba;

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras;

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de abril de microconto Escambau;

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.

2017 - 24ª classificada no TOP 35, na 2ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 15ª classificada no TOP 35, na 3ª semana de outubro de microconto Escambau;

2017 - 1ª classificada no concurso de Poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2017 - 11ª classificada no TOP 35, na 4ª semana de outubro de microconto Escambau;

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A MINHA SUGESTÃO sobre DESCARTE DE MEDICAMENTOS

          Façamos a nossa parte, porque a Natureza não pode  engolir aquilo que não nos serve mais.
          Senhores formadores de opinião: padres, pastores, reitores, professores, empresários e quem mais se sentir no direito de fazer o bem ao Planeta. Vocês têm como conduzir essa campanha, basta que, nos seus sermões, pregações, reuniões, aulas e encontros entre amigos, vocês orientem os seus fiéis, seus alunos, seus clientes, seus colegas.
          Se os Templos Religiosos, as Universidades, as Empresas onde circulam grande número de pessoas (escolas infantis não, por favor) colaborarem, colocando recipientes para que os frequentadores daquele local descarte do medicamento de forma responsável, certamente a cidade recolherá toneladas e o nosso solo terá uma sobrevida considerável.
          Se cadastradas essas entidades junto ao poder público- que tem responsabilidade sobre esse tema-, marcado um período, é passar e recolher.                Se a questão é discutir o assunto, estou dando a minha sugestão.
           O velhinho não vai sair de casa para descartar corretamente o seu medicamento, não porque não queira, muitos porque não podem ou conseguem sair-  mas o neto dele, que vai à Universidade entregará na Universidade, ou os filhos, que vão ao Templo rezar, quando forem pegar o dinheiro para pagar o dízimo se lembrarão de levar o medicamento que já venceu. Por que as igrejas não podem, também, educar?  
          Se as entidades abraçarem essa causa, saindo do discurso de bons pregadores que querem ver um Planeta melhor para as próximas gerações, e partirem para a ação, ajudando seus discípulos a colherem o que eles plantaram, veremos, então, para que servem  as palavras de homem que sabe falar bonito.
         Sermão, seja quem for orador,   é bom quando o ponto fraco do discurso é o político – que sempre é o safado, corrupto, ordinário e vagabundo- (muitas vezes é mesmo)- Mas quando compete ao cidadão fazer a sua parte, ele logo tira o corpo fora, porque dizer que é um cidadão porque paga impostos é fácil- quero ver ser cidadão que faz alguma coisa sem esperar o poder público tomar decisão. Não tiro a responsabilidade  da administração pública – desta e de outras. Não terem pensado um projeto dessa natureza muito antes é um descaso irremediável ao Meio Ambiente.
          É por isso que o mundo desanda – damos muita importância ao nosso lado de coitadinho marginal.
          Faça a sua parte, cidadão. Esperarmos de políticos  que sabem discursar bonitinho em palanque, não nos tornaremos melhores e nem salvaremos o Planeta.
Editorial Jornal Folha da região de 22/07/2015



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